Durante a palestra que proferi no último dia 5, no Hotel Elite, aqui em São Lourenço, voltei a comentar sobre as interpretações erradas, que muitos fazem ao analisar os números 8 e 9.
O número 8 se tornou sinônimo de ganho fácil, passando a fazer parte do arsenal da maioria dos numerólogos, para resolver os problemas financeiros de seus ambiciosos fregueses. Enquanto isso, o número 9 ganha fama de azarado ou azarento, como quem não traz sorte, além de provocar a perda de dinheiro.
Essa conclusão predominante demonstra bem o quanto a humanidade está afastada da missão espiritual, inteiramente perdida na busca de riquezas materiais e voltada para golpes de sorte, através do jogo ou de atos ilícitos.
Todos estamos acostumados a ouvir certas mães, comentando sobre o casamento de suas filhas, dizer que elas estão muito bem casadas, referindo-se às posses do genro ou à posição que ocupa numa empresa de renome. Elas não costumam chegar à mesma conclusão, quando o moço é responsável e trabalhador, mas não tem um empregão, nem ganha um salário que deixe as amigas com inveja. O bom casamento tornou-se sinal do quanto valeu financeiramente para o noivo ou a noiva, consumar aquela união.
Quando os estudiosos da numerologia estudam os números, eles não poderiam tirar conclusões diferentes dessas que balizam a vida da humanidade. Afinal de contas, a maioria deles, foi educada ouvindo esses conceitos materialistas, que dão grandes méritos e mais opções de felicidade, aos ricos ou aos que têm empregos que proporcionam altos salários. Os poucos que receberam ensinamentos iniciáticos ou que nasceram numa família que valoriza o nível espiritual
da criatura humana, sabem muito bem que o ser é mais valioso do que o ter.
O número 8, sinônimo de ganância e de ânsia pelo poder econômico, não tem em suas origens, essa conotação materialista, sendo, de fato, o arquétipo do progresso humano, a eterna busca de justiça, a incansável e persistente demanda do Graal. A peregrinação só termina, quando se atinge a consciência do 9, o humanitário, o despojado, aquele que antes de pensar em si, se volta para atender os reclamos da coletividade.
Como falar de sorte ou de azar, quando nos deparamos com dois arquétipos que simbolizam ações humanas de tamanha nobreza e dignidade ? As mentes humanas estão contaminadas das impurezas do vício da matéria inanimada, do objetivo desprovido de alma, do sentimento que se volta para o secundário, por desconhecer o principal.
Viver o 8 é ser justo, trabalhador e honesto, para que as virtudes do bom administrador e financista se manifestem nas atividades profissionais e sociais do empresário, do chefe de família e da alma progressista que está sempre enxergando mais adiante. Assumir o 9 é servir a todos, valorizar o coletivo em detrimento dos interesses individuais e se desapegar de bens materiais, tendo a consciência de que o bem estar geral se refletirá no seu bem estar pessoal.
Existem muitos livros de auto-ajuda, a maior parte deles bem intencionada, mas que não retratam a realidade, por tratarem a todos como se houvesse um padrão de felicidade.
Transcrevo, a seguir, um texto que fez parte do último curso que ministrei, abordando o tema Trabalho e Dinheiro. Espero que as pessoas interessadas no verdadeiro conteúdo da numerologia comecem a perceber que o mundo é espiritual, e que a matéria é um desafio a ser vencido, nem mais, nem menos.
GANHANDO PARA PERDER, PERDENDO PARA GANHAR...ACERTO DE CONTAS
Há muitos livros de auto-ajuda, quase todos bem intencionados, tentando levantar o astral de quem se julga um zero à esquerda. A maioria deles, porém, trata a questão sob uma ótica convencional, partindo de uma falsa premissa de que, o que é bom para uns, serve de padrão de qualidade para todos.
O princípio que norteia esse raciocínio faz crer que todos se sentirão seguros e satisfeitos, se tiverem acesso às mesmas condições culturais, profissionais, econômicas e sentimentais.
Assim, bastaria oferecer-se educação e emprego para o povo, e todos se tornariam pessoas dignas e responsáveis, alcançando-se um alto padrão de qualidade de vida. O acesso à cultura tornaria todo cidadão uma fonte inesgotável de conhecimentos, enquanto o trato amoroso dedicado aos filhos solucionaria a questão da maldade e da violência.
A realidade, no entanto, longe de confirmar essa teoria banal, mostra-nos fatos que não somente contrariam alguns aspectos, mas desmentem inteiramente essas supostas relações.
Jovens cursando universidades não são obrigatoriamente os mais generosos e menos violentos, somente por terem acesso a mais conhecimentos. Homens ricos não são os mais honestos, só pelo fato de já possuir o suficiente para viver com conforto e dignidade. Filhos de famílias bem estruturadas não estão imunes a se envolver em atos criminosos, chocando a família e a sociedade.
A sociedade, porém, insiste em se enganar, por descuido ou fantasia, como diria o poeta, e acredita-se que, colocando-se meninos de rua na escola, a criminalidade infantil vai acabar. Seguindo o mesmo raciocínio, resolve-se a questão do banditismo com maior oferta de empregos, e se melhora a saúde do povo, com o aumento do número de hospitais.
O engano de todas essas soluções está no fato de se imaginar que exista uma fórmula mágica para resolver todos os problemas, de acordo com um padrão único de comportamento.
O fator que interfere nesses pacotes fechados, levando-os ao mais absoluto fracasso, é de origem espiritual, sendo conhecido por um termo que é muito usado, mas bem pouco compreendido, chamado karma.
O karma é, na verdade, o efeito herdado por nossas almas, em função de ações praticadas em vidas passadas.
As pessoas, de um modo geral, insistem em fazer vistas grossas a essa verdade inconteste de que, cada um tem seus talentos e vocações, em diferentes níveis de evolução. Por essa razão, não existe uma receita de sucesso comum a todos.
As pessoas com missão 1, 8 ou 9 precisam tornar-se líderes e assumir comandos, não se adequando a obedecer ordens e viver subordinadas a autoridades alheias. O mesmo já não acontece com as pessoas de missão 2 ou 4, que preferem seguir lideranças. Os de missão 2 gostam de trabalhar na retaguarda, junto aos chefes, em funções de assessoria, enquanto os de missão 4 se satisfazem com a execução de tarefas rotineiras e repetitivas.
Alguns, como os de missão 7, precisam agir sozinhos, mas os de missão 6 só se sentem felizes e seguros, quando compartilham suas vidas e atividades com mais alguém.
As pessoas de missão 4 terão de se acostumar a rotinas e a só agir com lógica e razão, jamais se arriscando à toa. O oposto, porém, ocorre com os de missão 5, que precisam ser ousados, impulsivos e livres para correr riscos, tendo grande dificuldade para seguir rotinas e obedecer ordens.
Diante disso, pergunta-se : o que fazer, para tornar alguém feliz ?
A melhor auto-ajuda é proporcionar, a cada um, condições de descobrir sua missão, alertando-o sobre suas forças e fraquezas, que estarão presentes, ao longo da vida.
Pensando bem, esta nossa vida é uma questão de acerto de contas. Quem pensa estar ganhando, pode estar perdendo, e, dentre os fracassados e discriminados pela sociedade, podem estar os grandes vencedores. E para saber se estou ganhando ou perdendo, é preciso fazer apenas uma pergunta : qual é mesmo a minha missão ?
Gilberto Gonçalves
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Uma reflexão sem pretensão
A minha condição de numerólogo me obriga a pensar muito, e a prática da reflexão acaba por se tornar mais do que um hábito, quase um vício.
Hoje, depois de receber uma mensagem de alguém que participou do curso dado no último sábado, dia 25, comecei a refletir sobre a qualidade de vida da sociedade moderna.
Os pobres vivem a miséria social e material, enquanto os ricos convivem com a degradação moral e espiritual. Mergulhados na matéria, pobres e ricos não conseguem enxergar os verdadeiros valores que dão qualidade às nossas vidas.
A minha reflexão tomou esse rumo, quando me deparei com a ansiedade dessa jovem, tomada de enorme entusiasmo, diante dos números que identificariam pessoas de suas relações, às quais ela gostaria de poder entender melhor.
Havíamos estudado, durante o curso, as diversas fórmulas e cálculos, que definem os perfis humanos e que favorecem o bom êxito dos nossos relacionamentos.
Essa jovem, mal havia chegado de volta à sua cidade, e já mergulhara nos estudos, consciente de que a ciência dos números era o caminho mais adequado, para ajudá-la a decifrar os enigmas dessa vida.
Tendo ao seu dispor, no seu mundo profissional, mecanismos de consulta e especialistas em áreas técnicas, que poderiam responder a suas dúvidas, essa jovem preferiu utilizar ferramentas menos convencionais, para encontrar respostas a seus tantos questionamentos.
O conteúdo do curso foi, imediatamente, colocado em prática, tanto para uma abordagem pessoal, como para uma análise profissional. As pessoas ao seu redor já não são mais enigmas indecifráveis, mas individualidades identificáveis em suas estruturas psíquicas e emocionais. Graças aos conhecimentos da numerologia, torna-se bem mais fácil compreender e aceitar certas atitudes que, à primeira vista, seriam criticadas e combatidas.
A humanidade, porém, afastou-se tanto dessa antiga ciência, por medo ou ignorância, que não consegue perceber o que se passa por trás da cortina de fumaça, que costumamos chamar de lógica e razão.
Há milênios que os mais sábios já sabiam lidar com a mensagem contida nos números, e o grande filósofo e matemático Pitágoras ensinava aos seus discípulos a decifrar os mistérios do Universo, através do simbolismo sagrado dos números.
A humanidade, no entanto, perdeu o contato com esses segredos milenares, e passou a buscar respostas somente no que pode ver e tocar, numa prática semelhante ao apóstolo Tomé, que quis ver para crer.
Os mestres, e dentre eles Jesus, ensinavam a seus discípulos que era preciso, antes crer, para ver. Pitágoras ensinava os discípulos que era possível conhecer uma verdade oculta, se viessem a aprender a linguagem secreta dos números. A ciência, pressionada pela Igreja e pelo Estado, desde a Idade Média, tenta desqualificar o conteúdo matemático e filosófico da numerologia, como instrumento de auto-conhecimento e de expansão do nível da consciência humana.
A humanidade, acreditando só no que vê, ou no que interessa ver, deixa de contar com uma ajuda imprescindível à solução de tantos problemas do mundo moderno, já que a numerologia por desnudar os segredos humanos, põe a descoberto fatores que estavam sendo omitidos, e que ao virem à tona, trazem soluções que pareciam impossíveis de se encontrar.
Aqueles que quiserem mais informações sobre a Numerologia da Alma, entrem em contato comigo pelo emailgilberto.numerologo@starweb.com.br, ou deixem um comentário, que eu procurarei responder, orientando-os sobre o que fazer.
Como dizia o meu mestre físico : "A solução para os problemas do mundo virá com a alfabetização das massas e a iniciação das elites". Ainda estamos bastante distantes desses ideais, mas as grandes caminhadas começam com os primeiros passos. Os grandes feitos tiveram início com pequenas atitudes.
Quem quiser se sentir como a jovem que, após o curso, se viu envolvida com cálculos e análises, buscando conhecer melhor a si e aos outros, não fique aí parado, amarrado a preconceitos e tradições, nem se deixe levar por comentários de quem não sabe do que está falando, tome uma atitude e dê o primeiro passo.
Gilberto Gonçalves.
Hoje, depois de receber uma mensagem de alguém que participou do curso dado no último sábado, dia 25, comecei a refletir sobre a qualidade de vida da sociedade moderna.
Os pobres vivem a miséria social e material, enquanto os ricos convivem com a degradação moral e espiritual. Mergulhados na matéria, pobres e ricos não conseguem enxergar os verdadeiros valores que dão qualidade às nossas vidas.
A minha reflexão tomou esse rumo, quando me deparei com a ansiedade dessa jovem, tomada de enorme entusiasmo, diante dos números que identificariam pessoas de suas relações, às quais ela gostaria de poder entender melhor.
Havíamos estudado, durante o curso, as diversas fórmulas e cálculos, que definem os perfis humanos e que favorecem o bom êxito dos nossos relacionamentos.
Essa jovem, mal havia chegado de volta à sua cidade, e já mergulhara nos estudos, consciente de que a ciência dos números era o caminho mais adequado, para ajudá-la a decifrar os enigmas dessa vida.
Tendo ao seu dispor, no seu mundo profissional, mecanismos de consulta e especialistas em áreas técnicas, que poderiam responder a suas dúvidas, essa jovem preferiu utilizar ferramentas menos convencionais, para encontrar respostas a seus tantos questionamentos.
O conteúdo do curso foi, imediatamente, colocado em prática, tanto para uma abordagem pessoal, como para uma análise profissional. As pessoas ao seu redor já não são mais enigmas indecifráveis, mas individualidades identificáveis em suas estruturas psíquicas e emocionais. Graças aos conhecimentos da numerologia, torna-se bem mais fácil compreender e aceitar certas atitudes que, à primeira vista, seriam criticadas e combatidas.
A humanidade, porém, afastou-se tanto dessa antiga ciência, por medo ou ignorância, que não consegue perceber o que se passa por trás da cortina de fumaça, que costumamos chamar de lógica e razão.
Há milênios que os mais sábios já sabiam lidar com a mensagem contida nos números, e o grande filósofo e matemático Pitágoras ensinava aos seus discípulos a decifrar os mistérios do Universo, através do simbolismo sagrado dos números.
A humanidade, no entanto, perdeu o contato com esses segredos milenares, e passou a buscar respostas somente no que pode ver e tocar, numa prática semelhante ao apóstolo Tomé, que quis ver para crer.
Os mestres, e dentre eles Jesus, ensinavam a seus discípulos que era preciso, antes crer, para ver. Pitágoras ensinava os discípulos que era possível conhecer uma verdade oculta, se viessem a aprender a linguagem secreta dos números. A ciência, pressionada pela Igreja e pelo Estado, desde a Idade Média, tenta desqualificar o conteúdo matemático e filosófico da numerologia, como instrumento de auto-conhecimento e de expansão do nível da consciência humana.
A humanidade, acreditando só no que vê, ou no que interessa ver, deixa de contar com uma ajuda imprescindível à solução de tantos problemas do mundo moderno, já que a numerologia por desnudar os segredos humanos, põe a descoberto fatores que estavam sendo omitidos, e que ao virem à tona, trazem soluções que pareciam impossíveis de se encontrar.
Aqueles que quiserem mais informações sobre a Numerologia da Alma, entrem em contato comigo pelo emailgilberto.numerologo@starweb.com.br, ou deixem um comentário, que eu procurarei responder, orientando-os sobre o que fazer.
Como dizia o meu mestre físico : "A solução para os problemas do mundo virá com a alfabetização das massas e a iniciação das elites". Ainda estamos bastante distantes desses ideais, mas as grandes caminhadas começam com os primeiros passos. Os grandes feitos tiveram início com pequenas atitudes.
Quem quiser se sentir como a jovem que, após o curso, se viu envolvida com cálculos e análises, buscando conhecer melhor a si e aos outros, não fique aí parado, amarrado a preconceitos e tradições, nem se deixe levar por comentários de quem não sabe do que está falando, tome uma atitude e dê o primeiro passo.
Gilberto Gonçalves.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Pitágoras e a Numerologia da Alma
Pitágoras, Numerologia e Auto-conhecimento
Hoje, vou falar de Pitágoras, o filósofo, o matemático e o místico. Do filósofo e do matemático, todos já ouviram falar, e até nas escolas, estuda-se suas teorias filosóficas e seus teoremas. Mas, do místico e do numerólogo, pouco se fala, a não ser aqueles que são iniciados nos mistérios sagrados dos números.
Pitágoras nasceu em torno de 560 a.C., na ilha de Samos, na Grécia, sendo filho de Mnesarco, um rico negociante de jóias, e de Pártenis, que passou a se chamar Pítais, em honra a Pítia, oráculo do Templo de Apolo, em Delfos, que profetizara que ela daria à luz uma criança com dons maravilhosos.
O nascimento de Pitágoras, como o de tantos outros avataras, está associado a uma história mística, na qual ele seria filho do deus Apolo, que teria fecundado sua mãe.
Há diversos relatos miraculosos acerca de Pitágoras, semelhantes aos relacionados à vida de Jesus. Essa coincidência se justificaria a partir da crença nos arquétipos avatáricos, que tratam de ocorrências repetitivas, relacionadas às origens desses seres que encarnam de tempos em tempos, com o intuito de ajudar a humanidade a dar um grande salto evolutivo. Dentre esses seres estariam incluídos, além de Jesus e Pitágoras, as figuras de Moisés, Platão, Krishna, Sidarta, Hermes e outros.
A Escola Iniciática de Pitágoras foi construída na cidade de Crotona, onde ele ensinava a seus discípulos os Grandes Mistérios, mediante o uso da ciência dos números, razão pela qual eram chamados de matemáticos. O noviciado durava de dois a cinco anos, quando os noviços eram submetidos à regra do silêncio absoluto, não podendo dirigir a palavra ao mestre, mas apenas ouvir e meditar.
Os discípulos aprendiam que o número não é uma entidade abstrata e meramente quantitativa, mas um atributo qualitativo e ativo da Divindade. Dessa forma, ele ensinava como agiam as forças vivas da faculdade divina, em ação permanente nos diversos mundos, no macro e no microcosmo.
Pitágoras afirmava que, a interpretação dos números, sob o aspecto qualitativo, desperta a criatura humana para se conhecer a si mesma, reconhecendo-se como parte do grande Universo e do Todo, que é a própria Divindade.
De acordo com a teoria pitagórica, cada número tem alma própria e, de acordo com a posição que vier a ocupar no Mapa de cada pessoa, expressará tendências, vocações, ideais, poderes e fraquezas.
A metodologia por mim desenvolvida, a partir dos princípios pitagóricos, denominada Numerologia da Alma, reúne todos esses ensinamentos e propõe que se descubra a Trama da Alma, que é uma trama mística, em torno dos ideais da alma, e que traça o caminho a ser seguido pela personalidade, para o cumprimento da missão.
A Numerologia da Alma entende que a magia dos números deve ser usada para proporcionar a cada criatura, o auto-conhecimento necessário a atender os reclamos da alma, e jamais para criar fórmulas que satisfaçam os anseios da personalidade, em torno de valores que não estão sendo exigidos pela alma.
A Numerologia da Alma acredita que nada é mais importante do que o fiel cumprimento da missão, e que somente aqueles que estão no caminho certo gozarão de saúde perfeita, que só é alcançada quando alma e personalidade atuam em perfeita harmonia, a fim de que se cumpra o Plano da Alma.
Com esses esclarecimentos, espero ter despertado na consciência dos que me lêem, o quanto se tem profanado uma ciência sagrada e divina, como é a numerologia, e quanto a humanidade se afastou dos conhecimentos místicos, professados pelos antigos gregos, como lhes era ensinado por seus sábios e consagrados mestres.
Essa prática está muito distante do que se vê hoje em dia, através de publicações e dos meios de comunicação, quando os modernos numerólogos orientam os ingênuos e ambiciosos, a mudar de nome ou a acrescentar um número a mais na sua casa ou escritório, com o intuito de ganhar dinheiro e obter sucesso.
A sociedade, materialista e gananciosa, não consegue perceber que a numerologia não é um instrumento de conquistas ou trapaças, mas uma ciência que deve ser usada para que cada qual se conheça melhor e tome consciência do que está fazendo no mundo. O nome e a data do nascimento são registros de identidade espiritual, que identificam nossas almas, que indicam o nível de evolução em que cada um se encontra e o que é preciso fazer para prosseguir nesse processo de evolução.
Aqueles que crêem que basta mudar o nome ou acrescentar um número na placa de entrada de casa, e tudo se resolverá como num passe de mágica, que continuem se enganando, imaginando que ficarão mais ricos e conseguirão tudo que desejar, sem sair do lugar.
Pitágoras nunca ensinou isto aos seus discípulos, jamais pretendeu manipular os fatos mediante a introdução de números, para alcançar benefícios materiais. Os números eram vistos como sinais ocultos de um diagnóstico sagrado, que expunha aos olhos humanos a radiografia da alma.
Conhecendo os karmas, tomando ciência de seus talentos, dons e vocações, a criatura humana poderá concentrar seus esforços nos pontos mais frágeis em que se encontra sua alma, e caminhar com consciência plena em direção à sua missão.
Assim falou Pitágoras, assim ensina a Numerologia da Alma.
Gilberto Gonçalves.
Hoje, vou falar de Pitágoras, o filósofo, o matemático e o místico. Do filósofo e do matemático, todos já ouviram falar, e até nas escolas, estuda-se suas teorias filosóficas e seus teoremas. Mas, do místico e do numerólogo, pouco se fala, a não ser aqueles que são iniciados nos mistérios sagrados dos números.
Pitágoras nasceu em torno de 560 a.C., na ilha de Samos, na Grécia, sendo filho de Mnesarco, um rico negociante de jóias, e de Pártenis, que passou a se chamar Pítais, em honra a Pítia, oráculo do Templo de Apolo, em Delfos, que profetizara que ela daria à luz uma criança com dons maravilhosos.
O nascimento de Pitágoras, como o de tantos outros avataras, está associado a uma história mística, na qual ele seria filho do deus Apolo, que teria fecundado sua mãe.
Há diversos relatos miraculosos acerca de Pitágoras, semelhantes aos relacionados à vida de Jesus. Essa coincidência se justificaria a partir da crença nos arquétipos avatáricos, que tratam de ocorrências repetitivas, relacionadas às origens desses seres que encarnam de tempos em tempos, com o intuito de ajudar a humanidade a dar um grande salto evolutivo. Dentre esses seres estariam incluídos, além de Jesus e Pitágoras, as figuras de Moisés, Platão, Krishna, Sidarta, Hermes e outros.
A Escola Iniciática de Pitágoras foi construída na cidade de Crotona, onde ele ensinava a seus discípulos os Grandes Mistérios, mediante o uso da ciência dos números, razão pela qual eram chamados de matemáticos. O noviciado durava de dois a cinco anos, quando os noviços eram submetidos à regra do silêncio absoluto, não podendo dirigir a palavra ao mestre, mas apenas ouvir e meditar.
Os discípulos aprendiam que o número não é uma entidade abstrata e meramente quantitativa, mas um atributo qualitativo e ativo da Divindade. Dessa forma, ele ensinava como agiam as forças vivas da faculdade divina, em ação permanente nos diversos mundos, no macro e no microcosmo.
Pitágoras afirmava que, a interpretação dos números, sob o aspecto qualitativo, desperta a criatura humana para se conhecer a si mesma, reconhecendo-se como parte do grande Universo e do Todo, que é a própria Divindade.
De acordo com a teoria pitagórica, cada número tem alma própria e, de acordo com a posição que vier a ocupar no Mapa de cada pessoa, expressará tendências, vocações, ideais, poderes e fraquezas.
A metodologia por mim desenvolvida, a partir dos princípios pitagóricos, denominada Numerologia da Alma, reúne todos esses ensinamentos e propõe que se descubra a Trama da Alma, que é uma trama mística, em torno dos ideais da alma, e que traça o caminho a ser seguido pela personalidade, para o cumprimento da missão.
A Numerologia da Alma entende que a magia dos números deve ser usada para proporcionar a cada criatura, o auto-conhecimento necessário a atender os reclamos da alma, e jamais para criar fórmulas que satisfaçam os anseios da personalidade, em torno de valores que não estão sendo exigidos pela alma.
A Numerologia da Alma acredita que nada é mais importante do que o fiel cumprimento da missão, e que somente aqueles que estão no caminho certo gozarão de saúde perfeita, que só é alcançada quando alma e personalidade atuam em perfeita harmonia, a fim de que se cumpra o Plano da Alma.
Com esses esclarecimentos, espero ter despertado na consciência dos que me lêem, o quanto se tem profanado uma ciência sagrada e divina, como é a numerologia, e quanto a humanidade se afastou dos conhecimentos místicos, professados pelos antigos gregos, como lhes era ensinado por seus sábios e consagrados mestres.
Essa prática está muito distante do que se vê hoje em dia, através de publicações e dos meios de comunicação, quando os modernos numerólogos orientam os ingênuos e ambiciosos, a mudar de nome ou a acrescentar um número a mais na sua casa ou escritório, com o intuito de ganhar dinheiro e obter sucesso.
A sociedade, materialista e gananciosa, não consegue perceber que a numerologia não é um instrumento de conquistas ou trapaças, mas uma ciência que deve ser usada para que cada qual se conheça melhor e tome consciência do que está fazendo no mundo. O nome e a data do nascimento são registros de identidade espiritual, que identificam nossas almas, que indicam o nível de evolução em que cada um se encontra e o que é preciso fazer para prosseguir nesse processo de evolução.
Aqueles que crêem que basta mudar o nome ou acrescentar um número na placa de entrada de casa, e tudo se resolverá como num passe de mágica, que continuem se enganando, imaginando que ficarão mais ricos e conseguirão tudo que desejar, sem sair do lugar.
Pitágoras nunca ensinou isto aos seus discípulos, jamais pretendeu manipular os fatos mediante a introdução de números, para alcançar benefícios materiais. Os números eram vistos como sinais ocultos de um diagnóstico sagrado, que expunha aos olhos humanos a radiografia da alma.
Conhecendo os karmas, tomando ciência de seus talentos, dons e vocações, a criatura humana poderá concentrar seus esforços nos pontos mais frágeis em que se encontra sua alma, e caminhar com consciência plena em direção à sua missão.
Assim falou Pitágoras, assim ensina a Numerologia da Alma.
Gilberto Gonçalves.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Numerologia : espiritualidade, ciência ou mistificação ?
Numerologia : espiritualidade, ciência ou mistificação ?
A base de toda verdade se apóia sempre na condição de que se possa comprovar cada afirmação, seja ela resultante de uma afirmativa isolada ou de parte de um conjunto de regras e conceitos, a que costumamos denominar ciência.
Antigamente, ciência e religião andavam de braços dados, compartilhando as mesmas verdades e se abastecendo da mesma fonte. Naqueles tempos, a religião não era definida como uma crença sectária e separatista, mas por uma busca idealista de religar o homem a Deus. A origem da palavra religião vem da palavra latina religare, que quer dizer religar, no sentido literal do termo, de ligar novamente o homem à Divindade, da qual ele, um dia, se separou.
A numerologia surgiu há milênios, talvez em torno de 5.000 a.C., ou quem sabe, muito antes ainda, no período da civilização atlante, quando teve início o processo de iniciação da humanidade. Naquela época, a hierarquia responsável pela evolução planetária decidiu acelerar a expansão da consciência humana, através de uma transferência de energias de seres cósmicos mais evoluídos para a humanidade terrestre. Essa decisão foi um estágio mais avançado do processo introduzido na era lemuriana, com a vinda, para o planeta Terra, de iniciados venusianos, os kumaras, trazendo a semente do mental, para estimular o crescimento psico-espiritual da nossa civilização, que se encontrava aprisionada no seu estágio emocional.
A história oficial, lamentavelmente, insiste em desconhecer as verdades reveladas pelas pesquisas a respeito da civilização atlante, preferindo dar créditos a versões tão inconsistentes quanto absurdas, de se acreditar que uma civilização egípcia, por exemplo, seria capaz de surgir do nada, sem estar inserida num processo evolutivo anterior. Mas, tudo isso tem de ser desculpado, quando nos reconhecemos numa época em que a visão materialista prevalece, sempre que se tenta justificar um fato ou uma verdade oculta. E, de repente, nos damos conta que o medo instaurado, desde a época da Santa Inquisição, parece ainda estar bem vivo, nas mentes dos cientistas e dos religiosos contemporâneos.
A numerologia surge, de forma concreta, juntamente com outras ciências espirituais, como a astrologia e o tarô, no Antigo Egito, com o Mestre dos Mestres, Hermes Trismegisto, chamado de mensageiro dos Deuses. Todos os preceitos básicos, contidos nos ensinamentos esotéricos de cada raça, foram formulados por Hermes, mesmo os mais antigos que remontam às tradições religiosas da China, do Egito e dos povos que se seguiram a essas civilizações.
Os princípios herméticos, contidos nas chamadas ciências divinatórias, contêm bases científicas, e são formulados a partir de conceitos perfeitamente comprováveis, ainda que distantes dos padrões materialistas da ciência inquisitorial moderna. A Santa Inquisição deixou marcas profundas nos modelos científicos, levando a humanidade a conceituar como ciência apenas o que o homem consegue enxergar, negando verdades, ocultas aos nossos olhos físicos, que só permanecem ocultas porque não somos capazes de enxergá-las.
A numerologia tem a sua base científica no estudo das energias que são identificadas através da avaliação qualitativa dos números. É de Pitágoras que nos chegam as interpretações mais sensíveis, sobre as análises psicológicas dos efeitos dessas vibrações, como meio de criar o perfil ideal de cada criatura humana. Pitágoras criou uma análise perfeita que explica a vinculação de cada um de nós, aos nossos nomes e datas de nascimento.
Aqueles que acusam a numerologia e outras ciências divinatórias de mistificação, ignoram a seriedade com que o grande matemático, geômetra e cientista se dedicava ao estudo das energias ocultas dos números, com o intuito de explicar o Universo e os Deuses, como pregavam as escolas de sabedoria, na Antiga Grécia. Assim, não teria sentido, desqualificar o espírito científico da numerologia, sem atingir a imagem desse gênio que foi Pitágoras, cujos teoremas e princípios filosóficos são respeitados até os dias de hoje. Mas, infelizmente, a ciência materialista, calcada nos tradicionais princípios newtonianos e cartesianos, insiste em manter vivos seus velhos e ultrapassados conceitos, desconhecendo as transformadoras revelações da moderna física quântica.
Estamos, porém, abençoados pelas graças da Nova Era, que favorecem as mudanças e as reformulações de antigas verdades, permitindo-nos saborear antigos valores místicos, que se encontravam trancados no baú da história. Com isso, renascem as antigas verdades, que foram preservadas nos velhos ditados da vovó e nos ingênuos mitos dos contos de fada. É o novo tempo desmistificando o falso sábio, que insiste em comprovar o que todos já sabem, mas se mostra incapaz de admitir o que não pode ver, e que só não vê porque não crê no que está encoberto pelos véus da sabedoria oculta.
A numerologia é uma ciência divina, e como tal se manifesta de forma espiritual e misteriosa, pelo menos para a grande massa que permanece distante das verdades ocultas. A numerologia é uma ciência, como qualquer outra, com suas técnicas lógicas e suas conclusões perfeitamente comprováveis. A mistificação fica por conta daqueles que a usam sem respeitar sua conotação sagrada. Em todas as áreas, existem pessoas despreparadas para realizar suas tarefas, e que atribuem a si, poderes e conhecimentos que não possuem, fazendo de suas ações eternas mistificações.
A Numerologia da Alma é uma visão psico-espiritual dos ensinamentos de Pitágoras, que atribui ao cumprimento da missão, o único objetivo por que vale a pena trabalhar e aceitar toda sorte de dificuldades, por que somos forçados a passar, ao longo da vida. Esta metodologia parte do princípio, que convencionei chamar de "trama da alma", à qual se chega após uma análise lógica de combinações de números e posições, que revelam a verdadeira história de cada alma e o aprendizado que vem buscar, para a sua evolução no ciclo planetário.
A Numerologia da alma não profetiza fatos, nem promete conquistas ou sucessos, não joga com os números e nem os emprega para alterar planos e valores, predeterminados para cada encarnação. Ela prega que a missão deve ser perseguida e cumprida a todo custo, ainda que, para a personalidade encarnada, ela possa parecer triste, sofrida e incomprensível.
As promessas de felicidade fácil, amores eternos e riquezas ilimitadas não fazem parte da metodologia da Numerologia da Alma, por serem conquistas que em nada contribuem para o processo evolutivo da alma, atendendo apenas a satisfação imediata e temporária do ego encarnado.
Algumas vezes, essas buscas ambiciosas e materialistas, no entanto, podem fazer parte do processo de evolução da alma, ajudando uma alma omissa a assumir o seu caminho espiritual, a partir de um desejo enorme de ser rica, até cair em si, e perceber que não será o dinheiro que a deixará feliz. Outras vezes, uma fantasia amorosa estimula a prática da generosidade. E, até mesmo, a crença numa felicidade fácil põe muita gente em ação, e sem que perceba, ela se põe em busca da missão.
A Numerologia da Alma está a serviço do Espírito, num auxílio direto à alma, para que, através da personalidade encarnada, possa cumprir a sua missão e, assim, dar mais um passo no seu processo de evolução. A Numerologia da Alma lembra que, de acordo com o princípio pitagórico, a alma é a essência espiritual da personalidade e, a cada vida, ela encarna, trazendo sinais característicos de suas andanças por vidas passadas.
As vogais, presentes no nome de origem, traçam o perfil com que a alma chega ao mundo, que não deve ser confundido com o que ela terá de aprender, e que se refere à mensagem contida na missão.
As consoantes formam a personalidade, que é o instrumento da alma para realizar a missão. Os talentos natos, extraídos do dia do nascimento, são vocações e cuidados, que serão incorporados à personalidade, como uma espécie de bagagem espiritual, que deverá nortear a personalidade, em direção à missão. O caminho de origem, que é a soma da data de nascimento, funciona como um manual de instrução, sempre orientando a personalidade a atingir a missão.
A missão é, por conseguinte, a razão verdadeira que justifica a presença da criatura humana no mundo, e por isso mesmo, cumprí-la é dever de todos nós.
O fracasso da missão provoca o atraso no processo de evolução, não somente de quem fracassou, mas afeta o plano evolucional do próprio planeta.
A Numerologia da Alma, mediante a análise da trama da alma, revela qual seja a missão de cada um, e aponta os talentos e as fraquezas, que irão interferir em nossas vidas, ajudando ou atrapalhando o bom êxito da missão. O bom senso recomenda a fiel obediência às recomendações contidas na análise da trama da alma, pois só assim seremos felizes e sadios.
Gilberto Gonçalves.
A base de toda verdade se apóia sempre na condição de que se possa comprovar cada afirmação, seja ela resultante de uma afirmativa isolada ou de parte de um conjunto de regras e conceitos, a que costumamos denominar ciência.
Antigamente, ciência e religião andavam de braços dados, compartilhando as mesmas verdades e se abastecendo da mesma fonte. Naqueles tempos, a religião não era definida como uma crença sectária e separatista, mas por uma busca idealista de religar o homem a Deus. A origem da palavra religião vem da palavra latina religare, que quer dizer religar, no sentido literal do termo, de ligar novamente o homem à Divindade, da qual ele, um dia, se separou.
A numerologia surgiu há milênios, talvez em torno de 5.000 a.C., ou quem sabe, muito antes ainda, no período da civilização atlante, quando teve início o processo de iniciação da humanidade. Naquela época, a hierarquia responsável pela evolução planetária decidiu acelerar a expansão da consciência humana, através de uma transferência de energias de seres cósmicos mais evoluídos para a humanidade terrestre. Essa decisão foi um estágio mais avançado do processo introduzido na era lemuriana, com a vinda, para o planeta Terra, de iniciados venusianos, os kumaras, trazendo a semente do mental, para estimular o crescimento psico-espiritual da nossa civilização, que se encontrava aprisionada no seu estágio emocional.
A história oficial, lamentavelmente, insiste em desconhecer as verdades reveladas pelas pesquisas a respeito da civilização atlante, preferindo dar créditos a versões tão inconsistentes quanto absurdas, de se acreditar que uma civilização egípcia, por exemplo, seria capaz de surgir do nada, sem estar inserida num processo evolutivo anterior. Mas, tudo isso tem de ser desculpado, quando nos reconhecemos numa época em que a visão materialista prevalece, sempre que se tenta justificar um fato ou uma verdade oculta. E, de repente, nos damos conta que o medo instaurado, desde a época da Santa Inquisição, parece ainda estar bem vivo, nas mentes dos cientistas e dos religiosos contemporâneos.
A numerologia surge, de forma concreta, juntamente com outras ciências espirituais, como a astrologia e o tarô, no Antigo Egito, com o Mestre dos Mestres, Hermes Trismegisto, chamado de mensageiro dos Deuses. Todos os preceitos básicos, contidos nos ensinamentos esotéricos de cada raça, foram formulados por Hermes, mesmo os mais antigos que remontam às tradições religiosas da China, do Egito e dos povos que se seguiram a essas civilizações.
Os princípios herméticos, contidos nas chamadas ciências divinatórias, contêm bases científicas, e são formulados a partir de conceitos perfeitamente comprováveis, ainda que distantes dos padrões materialistas da ciência inquisitorial moderna. A Santa Inquisição deixou marcas profundas nos modelos científicos, levando a humanidade a conceituar como ciência apenas o que o homem consegue enxergar, negando verdades, ocultas aos nossos olhos físicos, que só permanecem ocultas porque não somos capazes de enxergá-las.
A numerologia tem a sua base científica no estudo das energias que são identificadas através da avaliação qualitativa dos números. É de Pitágoras que nos chegam as interpretações mais sensíveis, sobre as análises psicológicas dos efeitos dessas vibrações, como meio de criar o perfil ideal de cada criatura humana. Pitágoras criou uma análise perfeita que explica a vinculação de cada um de nós, aos nossos nomes e datas de nascimento.
Aqueles que acusam a numerologia e outras ciências divinatórias de mistificação, ignoram a seriedade com que o grande matemático, geômetra e cientista se dedicava ao estudo das energias ocultas dos números, com o intuito de explicar o Universo e os Deuses, como pregavam as escolas de sabedoria, na Antiga Grécia. Assim, não teria sentido, desqualificar o espírito científico da numerologia, sem atingir a imagem desse gênio que foi Pitágoras, cujos teoremas e princípios filosóficos são respeitados até os dias de hoje. Mas, infelizmente, a ciência materialista, calcada nos tradicionais princípios newtonianos e cartesianos, insiste em manter vivos seus velhos e ultrapassados conceitos, desconhecendo as transformadoras revelações da moderna física quântica.
Estamos, porém, abençoados pelas graças da Nova Era, que favorecem as mudanças e as reformulações de antigas verdades, permitindo-nos saborear antigos valores místicos, que se encontravam trancados no baú da história. Com isso, renascem as antigas verdades, que foram preservadas nos velhos ditados da vovó e nos ingênuos mitos dos contos de fada. É o novo tempo desmistificando o falso sábio, que insiste em comprovar o que todos já sabem, mas se mostra incapaz de admitir o que não pode ver, e que só não vê porque não crê no que está encoberto pelos véus da sabedoria oculta.
A numerologia é uma ciência divina, e como tal se manifesta de forma espiritual e misteriosa, pelo menos para a grande massa que permanece distante das verdades ocultas. A numerologia é uma ciência, como qualquer outra, com suas técnicas lógicas e suas conclusões perfeitamente comprováveis. A mistificação fica por conta daqueles que a usam sem respeitar sua conotação sagrada. Em todas as áreas, existem pessoas despreparadas para realizar suas tarefas, e que atribuem a si, poderes e conhecimentos que não possuem, fazendo de suas ações eternas mistificações.
A Numerologia da Alma é uma visão psico-espiritual dos ensinamentos de Pitágoras, que atribui ao cumprimento da missão, o único objetivo por que vale a pena trabalhar e aceitar toda sorte de dificuldades, por que somos forçados a passar, ao longo da vida. Esta metodologia parte do princípio, que convencionei chamar de "trama da alma", à qual se chega após uma análise lógica de combinações de números e posições, que revelam a verdadeira história de cada alma e o aprendizado que vem buscar, para a sua evolução no ciclo planetário.
A Numerologia da alma não profetiza fatos, nem promete conquistas ou sucessos, não joga com os números e nem os emprega para alterar planos e valores, predeterminados para cada encarnação. Ela prega que a missão deve ser perseguida e cumprida a todo custo, ainda que, para a personalidade encarnada, ela possa parecer triste, sofrida e incomprensível.
As promessas de felicidade fácil, amores eternos e riquezas ilimitadas não fazem parte da metodologia da Numerologia da Alma, por serem conquistas que em nada contribuem para o processo evolutivo da alma, atendendo apenas a satisfação imediata e temporária do ego encarnado.
Algumas vezes, essas buscas ambiciosas e materialistas, no entanto, podem fazer parte do processo de evolução da alma, ajudando uma alma omissa a assumir o seu caminho espiritual, a partir de um desejo enorme de ser rica, até cair em si, e perceber que não será o dinheiro que a deixará feliz. Outras vezes, uma fantasia amorosa estimula a prática da generosidade. E, até mesmo, a crença numa felicidade fácil põe muita gente em ação, e sem que perceba, ela se põe em busca da missão.
A Numerologia da Alma está a serviço do Espírito, num auxílio direto à alma, para que, através da personalidade encarnada, possa cumprir a sua missão e, assim, dar mais um passo no seu processo de evolução. A Numerologia da Alma lembra que, de acordo com o princípio pitagórico, a alma é a essência espiritual da personalidade e, a cada vida, ela encarna, trazendo sinais característicos de suas andanças por vidas passadas.
As vogais, presentes no nome de origem, traçam o perfil com que a alma chega ao mundo, que não deve ser confundido com o que ela terá de aprender, e que se refere à mensagem contida na missão.
As consoantes formam a personalidade, que é o instrumento da alma para realizar a missão. Os talentos natos, extraídos do dia do nascimento, são vocações e cuidados, que serão incorporados à personalidade, como uma espécie de bagagem espiritual, que deverá nortear a personalidade, em direção à missão. O caminho de origem, que é a soma da data de nascimento, funciona como um manual de instrução, sempre orientando a personalidade a atingir a missão.
A missão é, por conseguinte, a razão verdadeira que justifica a presença da criatura humana no mundo, e por isso mesmo, cumprí-la é dever de todos nós.
O fracasso da missão provoca o atraso no processo de evolução, não somente de quem fracassou, mas afeta o plano evolucional do próprio planeta.
A Numerologia da Alma, mediante a análise da trama da alma, revela qual seja a missão de cada um, e aponta os talentos e as fraquezas, que irão interferir em nossas vidas, ajudando ou atrapalhando o bom êxito da missão. O bom senso recomenda a fiel obediência às recomendações contidas na análise da trama da alma, pois só assim seremos felizes e sadios.
Gilberto Gonçalves.
sábado, 28 de julho de 2007
Uma reflexão numerológica
Muitos se dizem numerólogos, por saberem lidar com os números e por conhecerem os perfis numerológicos. Mas, a numerologia é bem mais do que uma simples visão tecnicista de ler e interpretar números.
O verdadeiro numerólogo tem de ter uma profunda sensibilidade espiritual para desenvolver uma análise com base nos princípios espirituais, contidos na filosofia de Pitágoras.
Antes de conhecer o verdadeiro sentido da Trama da Alma, não se deve emitir qualquer opinião, em relação à Missão do analisado.
Cada pessoa tem uma busca pessoal, e imaginar que exista um padrão de satisfação igual para todos é, no mínimo, uma falta de percepção espiritual, quanto à Lei do Karma.
A Numerologia da Alma é a metodologia mais apropriada para se conseguir chegar aos ideais do Mestre Pitágoras, de proporcionar auto-conhecimento, permitindo que se conheça os Deuses e o Universo, mediante a aquisição desse nível de consciência, a partir do ato de se conhecer a si mesmo.
O verdadeiro numerólogo tem de ter uma profunda sensibilidade espiritual para desenvolver uma análise com base nos princípios espirituais, contidos na filosofia de Pitágoras.
Antes de conhecer o verdadeiro sentido da Trama da Alma, não se deve emitir qualquer opinião, em relação à Missão do analisado.
Cada pessoa tem uma busca pessoal, e imaginar que exista um padrão de satisfação igual para todos é, no mínimo, uma falta de percepção espiritual, quanto à Lei do Karma.
A Numerologia da Alma é a metodologia mais apropriada para se conseguir chegar aos ideais do Mestre Pitágoras, de proporcionar auto-conhecimento, permitindo que se conheça os Deuses e o Universo, mediante a aquisição desse nível de consciência, a partir do ato de se conhecer a si mesmo.
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