Nostradamus profetizou o fim da Igreja, após a eleição de um Papa Negro. São Malaquias, um monge vidente irlandês, do século VI, foi mais além, e detalhou os perfis dos últimos Papas. E, bem ou mal, forçando um pouco, até que o santo não andou muito longe da realidade.
Com a morte de João Paulo II, estava na hora da Igreja escolher como seu sucessor um Papa negro. Todos apostavam no Cardeal Arinze, um nigeriano de 69 anos, que parecia enquadrar-se no perfil descrito por São Malaquias. Mas, a Igreja, talvez com medo do vaticínio do final dos seus tempos, que ocorreria após um Papa negro, escolheu um cardeal bem bran
co, um alemão que era a negação absoluta de todas as profecias.Quem já leu a minha postagem Mistérios das Profecias, do dia 8 de março de 2008, entenderá muito bem que, tudo isso ficou para trás, no momento em que a linha da vida do planeta Terra se alterou com a vinda dos Mestres para o nosso mundo.
A partir daquele momento, decidido em 1978, e concretizado em 1983, tudo mudou. Os antigos vaticínios não se confirmaram mais, e as visões dos grandes profetas teriam de ser melhor reinterpretadas, pois passar
am a se relacionar bem mais com o mundo material, do que com o espiritual.Os anti-Cristos se tornaram figuras menores, ligadas ao poder temporal, como Sadam, Bush e outros menos influentes que exercem seus poderes em recantos limitados do planeta. Os fatos previstos não mais se confirmaram com a grandeza e a extensão com que surgiam nas visões dos profetas e videntes, passando também a ocorrer, de forma localizada, em determinadas regiões, jamais em dimensões planetárias.
Os homens, porém, com suas visões míopes e desfocadas da realidade, continuaram alimentando suas antigas crenças, insistindo em interpretar os fatos por uma ótica ultrapassada.
A grande maioria não se deu conta que a Igreja do presente não é mais a católica romana, e que o deus dos homens, há muito que não está mais nos céus, ou dentro de cada um, mas na Casa Branca, em Washington, e dentro dos Bancos Centrais e das Bolsas de Valores.
Há algum tempo, o amor, a paz e o perdão foram substituídos por fama, riqueza e poder, e apesar de não se terem dado conta disso, quase ninguém sabe o que é amar a Deus acima de todas as coisas.
As religiões vêm servindo de consolo para muitos falidos e fracassados, que oram insistentemente, e fazem promessas, em busca de realizarem seus a
mbiciosos sonhos de se tornarem ricos e poderosos.Os poucos abastados financeiramente alimentam essas ilusões nas massas de que, se estudarem, trabalharem e contarem com a sorte, um dia, serão tão ricos quanto eles.
As Bolsas de Valores mexem com a ganância dos mais bem resolvidos financeiramente, e se tornam os templos da fé no poder do dinheiro e do amor ao acúmulo de riquezas.
A Natureza, expressão mais concreta da criação divina, vai sendo consumida e dizimada, numa busca desenfreada do bicho-homem por riquezas e poderes. Com isso, morrem as florestas, poluem-se as águas e faz-se da biosfera a lixeira das vaidades humanas.
A Igreja Romana já não manda mais no mundo, ainda que alguns pensem o contrário. As demais religiões não são nem sombra do que já foram, e seus poderes diminuem a cada dia, mesmo que muitos julguem o contrário. A grande maioria não está nem aí para o Papa, para o Pastor, para o Rabino e para os seus líderes religiosos. A exceção fica por conta dos fundamentalistas e radicais, que em nome de Deus, ainda praticam o princípio do olho por olho, dente por dente.
E quem orquestra tudo isso, dando as ordens, estabelecendo regras e punindo a quem não respeita suas encíclicas ? O Papa da Igreja de Roma ? Claro que não ! Este já nem consegue mais convencer seus seguidores a evitar o sexo fora do casamento e a não usar camisinha.
Quem dá as ordens no mundo é o atual dono das indulgências papais, aquele que condena ou perdoa os pecados do mundo, de acordo com a contribuição financeira de cada um para a sustentação do papado econômico de Washington. Esse é o Papa de verdade, o Senhor da religião moderna, a que cultua fama, riqueza e poder.
Esse Papa não mora no Vaticano, mas na Casa Branca. O deus dele é o dinheiro, e a força do seu poder se estende pelo mundo afora, através dos seus sacerdotes guerreiros, que com fuzis na mão e bombas de alto poder de convencimento, vão catequizando os povos, fazendo-os rezar pela cartilha do Grande Chefe de Washington.
O mais cruel de todos esses Papas, nos últimos tempos, acaba de perder o poder, pela força do voto. Ele foi execrado pela nação, não pelo número de seres humanos que mandou matar, em suas incursões de guerra pelo Oriente e pelas Américas, não pela miséria que tem provocado em nações inteiras, mas porque não soube manter a riqueza ostensiva e egoísta do seu povo.
A Igreja ganhou um novo Papa, o anunciado pelos profetas, aquele que dará fim a um reinado de glória da Igreja, glória esta que, só perdurou mesmo, enquanto o verdadeiro Governo deste Mundo assim o permitiu. Enfim, foi eleito o primeiro Papa negro da Igreja. Mais alguns anos, e a decadência dessa Igreja levará à ruína todos os que depositam sua fé no dinheiro e no poder imposto pela força das armas.
A verdade pode demorar a ser percebida, mas como numerólogo, estudioso da sabedoria e da filosofia do Mestre Pitágoras, não tenho dúvidas que, dentro em breve, alguns se darão conta de que já foi eleito um Papa negro , e que não há mais porque esperar por outro.
O grande mistério está decifrado, a Igreja já elegeu o seu Papa negro.


































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