Rede de Conspiradores Preservacionistas
EM EDIÇAO EXTRAORDINÁRIA
Meus leitores ambientalistas, não estranhem a Teia num dia 16, mas, como diz a minha parceira ambientalista, Rute, todo dia que soma 7 é um dia 7. E o tema de hoje, em EDIÇÃO EXTRAORDINÁRIA, tem muito mais a ver com o kármico 16 do que com o ambientalista e naturalista número 7.
Meus atentos leitores, começo a Teia de hoje afirmando que pelo jeito, pra variar estamos em gu
erra. No final da 2ª guerra, os Estados Unidos bombardearam as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, com os primeiros artefatos atômicos utilizados para matar gente e vencer guerras.
As fotos do povo japonês, correndo desatinado tentando fugir daquela onda nuclear que varreu as duas cidades, ainda mexem com o emocional de toda a humanidade.
Aviões sobrevoavam os céus do Japão, de repente uma explosão, um cogumelo sobe em direção às nuvens, e depois só o silêncio.
As duas cidades, até os dias de hoje, choram os seus mortos. O mundo bradou - bomba atômica nunca mais! As guerras de lá para cá aboliram o uso da energia nuclear nas batalhas em céu, terra e mar.
Mas, qual o quê! O homem não se emenda! Se a gente pode correr riscos, porque viver em segurança?
As usinas nucleares surgiram e se espalharam pelo mundo, nos anos que se seguiram ao fim da Segunda Grande Guerra. Eram bombas, mas com fins pacíficos. Tudo sob absoluto controle, sem que nenhum risco pudesse haver para a população.
O povo japonês deverá entrar na justiça para reclamar o defeito de fabricação de suas usinas? A justiça decretará como a única culpada a Natureza? Nós já vimos este filme!
Os japoneses não tiveram juízo! A experiência com a contaminação nuclear com as bombas atômicas não foi suficiente.
Afinal de contas, como fomentar o progresso sem energia elétrica! Como ficar rico, sem correr riscos! Como não morrer, se esses riscos são mortais?
A Agência que cuida das usinas nucleares no Japão fez questão de tranqüilizar o povo japonês e as populações vizinhas, com um comunicado de que tudo estava sob controle. Mas, quem conhece o jogo de palavras que prevalece nessas ocasiões sabia que a situação estava feia e só tendia a piorar. Eis a verdade nua e crua.
Afirma o maior especialista russo em energia nuclear, o cientista Kiriyenko:
- Por desgraça, a situação está se desenvolvendo para o pior dos cená
rios.
Vai ver que os russos estão exagerando, deve ser coisa de ex-comunista, de uma nação que já não manda mais no mundo e quer assustar os aliados dos norte-americanos.
Espera lá, agora a afirmação é do Chefe de Energia da União Européia, Guenther Oettinger!
- Nas próximas horas podem ocorrer mais eventos catastróficos, que podem representar uma ameaça à vida das pessoas na ilha. Os sistemas de refrigeração não funcionaram, e estamos em algum lugar entre um desastre e um desastre gigantesco.
Será que o sistema de refrigeração ainda está na garantia? E a usina tem conserto? E que garantia poderá ter o povo da ilha, no caso de um evento catastrófico? O povo da ilha é bom que se esclareça é o povo japonês, que habita a ilha, onde se localiza o Japão.
Quer dizer que depois de ser contaminado por duas bombinhas atômicas, o povo japonês, ainda assim, resolveu espalhar bombas gigantes por todo o seu território! Que loucura! Quanta ambição! Que imensa irresponsabilidade! Mas, os técnicos garantiram que as usinas eram seguras.
Vá a gente acreditar em técnicos! A verdade dos técnicos é diretamente proporcional aos interesses da empresa para a qual trabalham. A humanidade está sendo envenenada por produtos aprovados por laboratórios e agências de Governos.
Ah, meu crédulo leitor, não te deixes enganar por esses pesquisadores vendidos a indústrias e laboratórios. Eles não sabem o que falam. Ou melhor, sabem mas não confessam a verdade.
E agora, a quem o povo japonês, o tal povo da ilha, deve recorrer? À ONU, ao Tribunal de Haia, à Agência Internacional de Energia Nuclear? Ou a Deus, quando lá chegar?
Estamos diante de um crime contra a humanidade. Nada de desculpas, transferindo culpas para terremotos e tsunamis! Nada de desculpas esfarrapadas, que não dá para prever desastres naturais!
Nós estamos tratando de responsabilidades humanas, daqueles que impuseram ao povo usinas criminosas, que desprendem partículas e energias letais à vida humana. Impuseram é a palavra correta, pois os governantes, de um modo ou de outro, enganam seus cidadãos e com promessas de prosperidade e abundância implantam bombas de ação retardada que um dia vão explodir, vão vazar e contaminar a atmosfera.
As primeiras vítimas serão japonesas, porém o mundo inteiro está sob a ameaça de contaminação. Mas, as usinas eram seguras, foram aprovadas pelas autoridades competentes! E a segurança das usinas está matand
o, imaginem se fossem inseguras!
A pergunta que não pode calar é – e agora?
Vamos continuar instalando mais usinas seguras, para o progresso da humanidade? Ou será que a nossa usina será mais segura do que aquelas ultrapassadas e perigosas usinas japonesas? Basta tirar aquelas usinas de fabricação e desenvolver novos modelos, mais modernos e bem mais seguros. Quem cai nessa?
Qual será a primeira nação, depois desse desastre nuclear, a ter a desfaçatez de construir a sua nova usina?
Não se fiem, acreditando que as explosões nucleares só acontecem no Japão! Os fatos só comprovam que o raio cai, sim, no mesmo lugar mais de uma vez. Na vez seguinte, não há como prever.






























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