sexta-feira, 27 de abril de 2012
PROGRESSO PELO EQUILÍBRIO PERFEITO
sábado, 7 de abril de 2012
TEIA AMBIENTAL - É ESTE O PROGRESSO QUE CONTA PARA O PIB?
Meus assíduos leitores da Teia Ambiental, mais uma vez, eu os coloco para refletir sobre o progresso, segundo a visão da economia moderna. O progresso de uma nação é medido pelo seu PIB (Produto Interno Bruto), que leva em consideração o conjunto de bens e serviços produzidos pelo país. 
O PIB não leva em consideração fatores ambientais ou sentimentais que fazem uma população sadia e feliz. Lucros a qualquer preço, riquezas materiais e contínua expansão do capital em investimentos industriais e poluidores são os carros-chefes das nações mais ricas do mundo.
Pensando nessas desgraças que essa política expansionista vem causando à natureza e às populações, principalmente as mais pobres, deparei-me com a reportagem sobre a cidade de Paulínia, onde a Shell e a Basf provocaram tamanha devastação ambiental que 59 pessoas já morreram por conta do envenenamento do ar e da água por agentes químicos.
A batalha judicial do Ministério Público contra essas duas empresas já se arrasta há mais de dez anos, num processo que envolve 59 mortes, duas das quais no mês passado, todas decorrentes de contaminação por substâncias cancerígenas nos locais de trabalho, na cidade de Paulínia, no interior do estado de São Paulo, onde funcionou a fábrica de agrotóxicos das duas empresas, entre 1977 e 2002.
O parecer técnico encomendado pela Promotoria de Justiça concluiu que houve negligência, imperícia e imprudência da Shell e das empresas que a sucederam, na contaminação da área da fábrica e dos terrenos vizinhos. 
Em sentença de agosto de 2010, a Justiça do Trabalho da cidade de Paulínia determinou que, a Shell e a Basf venham a custear totalmente as despesas médicas, laboratoriais e hospitalares dos ex-funcionários e de seus parentes, além de todos que direta ou indiretamente prestaram serviços à fábrica. As empresas também foram multadas por danos à coletividade e indenização a cada um dos cerca de 600 ex-trabalhadores e seus filhos.
Como é de praxe, as empresas recorreram e derrubaram as multas e agora estão recorrendo ao Tribunal Superior do Trabalho contra o pagamento das despesas médicas. Talvez, elas estejam tentando comprovar que os empregados foram os únicos culpados por se deixarem contaminar por inocentes venenos, por negligência ou fraqueza. Faça-me o favor!
E dizer que tudo foi feito em nome do progresso econômico do país, quando em 1977 a fábrica de pesticidas começou a funcionar com 191 empregados, apesar dos protestos contra a sua instalação naquele local. O local não foi escolhido com base em estudos e aprovação de licença ambiental, mas pela configuração do terreno, que visto de cima tem um desenho semelhante à concha que simboliza a Shell.
Em 1992, a Shell passou o abacaxi adiante, na certa como parte do processo de despistamento e provocação de conflitos de interesse, que sempre confundem a Justiça. A nova vilã passou a ser a Cyanamid que, em 2000, prosseguindo na mesma política de transferir responsabilidades repassou o
abacaxi para a Basf.
O lema da Shell enganou a ingênua população, que acreditou piamente na frase que era apresentada como um símbolo da seriedade da empresa “Shell, você conhece, você confia”.
Uma chaminé despejava fumaça poluente nas portas das casas da população simples que habitava a região, com seus membros trabalhando na fábrica, confiantes de que estariam protegidos.
Esta confiança logo mostrou o seu preço, com os primeiros casos de contaminação por Aldrin e outros agentes químicos produzidos pela Shell. Crianças nasciam com paralisia cerebral, outras adquiriam doenças que afetavam o baço, que é um dos sintomas da contaminação.
A situação se agravou a tal ponto que o local foi interditado em 2002, mas nem por isso deixou de representar ameaça para a população, pois ainda se registram altos índices de contaminação no local, que não possui qualquer aviso do perigo que representa circular na área.
Este é mais um exemplo de como o crescimento do PIB influi na vida da população de um país. O governo oferece áreas, isenta de impostos, oferece empregos, e daí a algum tempo, a população sofre com a poluição ambiental, e as mortes só servem para comprovar o sucesso do investimento da empresa, com sua produção em larga escala e a custos baixos pelos mínimos investimentos e a máxima insensibilidade no trato com a saúde e a vida dos empregados.
Quando se vai verificar o crescimento do PIB, encontra-se a produção de fábricas como essas e outras semelhantes que melhoram os índices de crescimento de uma nação, à custa da degradação ambiental e da morte de sua população trabalhadora. Poupem-me, senhores economistas!
O economista e prêmio Nobel de Economia, Joseph Stiglitz, defendeu recentemente, na sede da ONU, a imposição de sanções comerciais aos norte-americanos, pelo que ele considera a culpa por estar onerando o restante do mundo, com seu posicionamento contrário à aprovação de dispositivos de proteção do planeta contra a degradação ambiental.
Meus ingênuos leitores, falar de Estados Unidos da América do Norte, de Shell, Cyanamid e Basf é tudo farinha do mesmo saco, pois mesmo as empresas que não tenham sua sede naquele país seguem a cartilha dos grandes conglomerados industriais e financeiros que comandam a economia mundial.
O economista e prêmio Nobel participou de um “Encontro sobre bem-estar e felicidade”, promovido pelo governo do Butão, e que discutiu a busca de um padrão holístico para medir o desenvolvimento de um país.
A ONU aprovou em julho de 2011 uma resolução em que afirma que o PIB não é suficiente para medir o bem-estar de uma população. O Butão já havia se adiantado, e desde 1972 criara o índice FIB, que mede a Felicidade Interna Bruta.
Meu rigoroso leitor, tu podes estar pensando que isso é coisa de um país sem expressão, e só para impressionar. Mas, os resultados do Butão têm sido tão expressivos que chamam a atenção do mundo, e fez com que a ONU parasse para debater o assunto e aprovasse uma resolução recomendando que os países estudem um padrão, semelhante ao do Butão.
Será que os destruidores da natureza e assassinos de crianças e de populações miseráveis e ignorantes vão permitir a avaliação do progresso de uma nação por outros métodos que não os deles? Será que os Estados Unidos da América vão aderir ao FIB, que contempla não apenas os norte-americanos como tem ocorrido até agora, mas os povos do mundo inteiro?
E as empresas que degradam a natureza e dizimam com seus agentes químicos povos pobres e ingênuos irão mudar suas políticas sem resistência? De uma coisa nós sabemos, e agora a ONU também já sabe, esse tal de PIB pode indicar o que for menos o progresso de uma nação.
E, quando voltamos os nossos olhos para o que está acontecendo no planeta, e bem mais próximo, ali na cidade de Paulínia, chegamos a uma conclusão ainda mais drástica. O PIB não só é um falso indicador do progresso, mas, pior do que tudo, ele mata.
sábado, 24 de março de 2012
SOMOS TODOS IGUAIS?
A pergunta, eu a dirijo a ti, meu assíduo leitor. E o que me dizes?
Na tua resposta, tu deves repetir aquele tradicional lenga-lenga, que nos faz crer que todos nós somos iguais, por favorecer o discurso do “cada um
por si”.
É claro que, por uma questão de princípios, todos nós somos iguais. Mas, este princípio não tem outra finalidade senão beneficiar aqueles que são mais iguais que os outros. Essa é uma forma jocosa de acusar os favorecimentos de alguns em detrimento dos direitos dos outros. Não custa repetir a famosa frase: “Todos nós somos iguais, só que uns são mais iguais do que outros”.
Não há como negar que possuímos valores e aspectos essenciais que nos tornam semelhantes entre si. Entretanto, ao mesmo tempo, cada qual possui a sua condição individual que o diferencia dos demais.
Quando comparamos os fios de cabelo ou uma amostra de sangue, através do exame de DNA, percebemos as características individuais que tornam cada criatura um ser único.
Da mesma forma que nós somos diferentes no corpo físico, possuímos estruturas psicológicas distintas. E, quando analisamos essas diferenças com mais profundidade, podemos perceber que cada indivíduo possui ideias, conceitos e valores próprios. Quase todos, é verdade, colhidos no mundo à sua volta, mas o ser humano é assim mesmo, ele copia muito mais do que cria. Poucos criam, a maioria copia.
Num determinado momento da vida, alguns começam a se desvencilhar das amarras do sistema, e passam a perceber que possuem os seus próprios valores, a sua própria maneira de pensar e um caráter individual, que são padrões d
a nossa natureza humana.
Os mais sábios começam a se dar conta que é tolice tentar ser como todos os homens de sucesso, pois cada um tem a sua missão. Tentar alcançar o mesmo sucesso de uma figura famosa por nós admirada pode ser um ato louvável, por nos fazer perseguir certos ideais, mas, certamente, nos causará, mais tarde, uma imensa frustração.
A situação se agravou com o desenvolvimento dos meios de comunicação, que aproximou os povos antes distantes, fazendo com que as mensagens da mídia provocassem o sonho da conquista das mesmas fortunas, poder e fama das grandes celebridades internacionais.
Diante disso, a maioria das criaturas sofre por tentar ser o que não é, e se esquecendo de desenvolver os seus autênticos valores. Os arquétipos são universais e se fazem presentes no inconsciente de todos nós, o que até justifica esse modo de agir. No entanto, esses arquétipos se combinam em variações infinitas para criar a psique humana individual.
Aos poucos, e individualmente, cada qual é levado a se conhecer a si mesmo. E, quando, por fim, isto acontece, percebe-se que não é preciso imitar ninguém, pois o que cada um já tem é riqueza suficiente, e bem mais do que se sonhava ter.
Meu atento leitor, se já conheces a base da numerologia, que tanto insisto em mencionar por aqui, saberás que cada um tem a sua missão, e que os estágios de evolução variam de um para outro.
Se a minha missão for regida pelo número 4, o meu dever para com a alma é trabalhar e fazer o melhor em minhas atividades físicas, deixando de lado os ambiciosos sonhos de chefias e comandos. De nada adianta tentar tomar o controle e o comando dos negócios, pois a posição de liderança não estará reservada para ser entregue em minhas mãos. E se o for, ainda que saiba o que fazer com ela, não me sentirei realizado.
Isto, na certa, vai custar-me censuras e reprovações, por não ambicionar promoções e ficar satisfeito com a minha função de operário
da obra, e não lutar para me tornar o arquiteto construtor.
Parece um erro, não é mesmo? Não lutar para ser o líder, tem um sabor de frustração para quem está de fora, mas não para quem sente na alma que a sua pretensão nesta vida não é comandar, mas executar as tarefas que lhe são delegadas.
O sistema nos provoca e nos instiga à luta, pois para os donos do poder, quanto mais se lutar para crescer e tentar alcançar o inatingível, mais eles lucram com os nossos esforços. Eles criticam os que se contentam com muito pouco para ser felizes, acusando-os de acomodados. Eles patrocinam os atos ambiciosos que, muitas vezes, tornam um pobre coitado, competente operário, num frustrado e sofrido comandante fracassado.
A humanidade não se dá conta que está sendo levada a fazer o que alguns poucos estabeleceram como padrão ideal de comportamento. As propagandas enganosas e que se alimentam de palavras de estímulo aos egos vaidosos desviam muitos seres bondosos e humildes, porém ingênuos e vaidosos, do caminho da missão.
Tu, surpreso leitor, que sempre ouviste dizer que todos nós somos iguais, trata de reconsiderar as tuas crenças, pois a igualdade que se aplica às leis dos homens, e assim mesmo com muitas ressalvas, não têm ressonância no mundo espiritual.
Um dia, fomos todos iguais, mas, com os ciclos de encarnação, já não somos mais. Uns evoluíram mais do que outros, e as diferenças foram surgindo e se ampliando. O melhor é tratar de se conhecer melhor, e procurar saber qual é a tua missão, pois só assim podes pretender compensar o tempo perdido.
E, uma recomendação de amigo, desliga a TV quando políticos e governantes vierem com essa história de que todos os cidadãos são iguais perante as leis. É verdade que isto é o que está escrito, mas para os políticos não vale o que está escrito. E para os Mestres, não há nada que os convença que uma alma kármica possa ser considerada igual a uma alma de mestre.
terça-feira, 20 de março de 2012
AUXILIARES INVISÍVEIS
Meus queridos leitores, por acaso já ouvistes falar dos auxiliares invisíveis que trabalham pela evolução da humanidade? Dentre todos, os mais conhecidos são, sem dúvida, os anjos de guarda. Outros existem como guardiães, guias e adeptos, que têm como missões proteger e ajudar os que estão despertos para as suas tarefas espirituais.
Não estranheis o termo “tarefas espirituais”, mas antes procurai incorporá-lo ao vosso vocabulário, porque nestes novos tempos, muito será cobrado a respeito do que ele significa em nossas vidas. Cada qual tem a sua tarefa espiritual, que vem passando despercebida para a grande maioria da humanidade. Tarefas profissionais, domésticas e sociais são bem conhecidas e valorizadas, mas as tarefas espirituais, de um modo geral, são colocadas meio que de lado ou, simplesmente, desconhecidas.
Os auxiliares invisíveis são os protetores e parceiros daqueles que se dedicam a cumprir suas tarefas espirituais. Enquanto, de um modo geral, as demais tarefas são ações que visam os interesses pessoais, as tarefas espirituais são programadas para beneficiar o bem estar coletivo.
No seu livro Auxiliares Invisíveis, o autor C. W. Leadbeater, um dos grandes clarividentes da sua época, afirma que esses auxiliares atuam no plano astral, e podem ser os anjos, os devas, os espíritos da natureza, os espíritos daqueles a quem chamamos de mortos ou criaturas vivas capazes de atuar conscientemente no plano astral, especialmente os adeptos e seus discípulos. 
O trabalho dos adeptos, porém, pertence a regiões superiores, de onde podem exercer uma efetiva influência sobre a alma humana. Essas ações produzem resultados mais intensos e duradouros do que quaisquer outros que sejam realizados em nosso âmbito planetário.
O mesmo ocorre com os devas, que pertencem a um reino da natureza muito superior ao nosso, e só eventualmente atendem a um apelo partindo do plano físico.
Houve, sem dúvida, um período no passado, na época da infância da raça humana, que ela recebeu muito mais auxílio de fora do que recebe agora. Mas, à medida que a humanidade progride, ela se torna capaz de agir como auxiliar de si mesma, primeiro no plano físico e depois nos planos superio
res.
Diante dessa afirmativa, encontrada no mencionado livro, o auxílio a que estamos nos referindo pode muito bem ser prestado por humanos que se encontrem num estágio avançado de evolução. Nem pelos adeptos, que atuam num estágio muito superior, e nem pelas criaturas ainda presas à matéria, que são a grande maioria que compõe a humanidade.
De repente, percebemos que as tarefas de auxiliar, no plano astral e no mental superior, estão nas mãos dos discípulos dos Mestres. Esses discípulos, se bem que ainda estejam longe de atingir o grau de adeptos, têm evoluído bastante para poder agir com consciência, ao assumir essas tarefas.
Talvez, tu estejas a perguntar, mas como um de nós poderia tornar-se um auxiliar invisível? Que magia seria essa? Acalma-te que logo te direi o que nos revelam os interlocutores dos Mestres, dentre os quais Leadbeater foi um dos mais competentes.
No livro que estou utilizando para consulta, Auxiliares Invisíveis, o autor explica que, à noite, enquanto o nosso corpo físico descansa, o corpo astral viaja em busca de satisfazer os seus programas mentais. Muitas dessas programações não dizem respeito a sonhos e desejos, mas a medos, recordações e acontecimentos de outras vidas, que precisam ser resolvidos, esquecidos e superados.
No entanto, quando se está num estágio espiritual mais desperto ou evoluído, essas viagens astrais pela madrugada podem ter como destino Centros Espirituais de Treinamento, visando obter-se uma expansão da consciência ou a lugares distantes do planeta, visando prestar ajuda a quem necessita de socorro, quando atuamos, então, como auxiliares invisíveis através dos nossos corpos astrais.
Certas pessoas, por não ter perfeita compreensão da Lei do Karma, não sabem se é correto auxiliar alguém que se encontra aflito ou em dificuldade, por estar intervindo no destino e interferindo no seu karma. É muita pretensão imaginar-se que um mísero mortal seja capaz de alterar a lei cósmica e evitar que o karma se concretize.
O nosso auxílio, quando prestado a quem não pode receber o auxílio, será completamente infrutífero, mas nós receberemos as graças por nossas ações. O nosso dever é sempre prestar auxílio, sem discutir se a pessoa pode ou não ser ajudada. Este auxílio a que me refiro é uma ajuda prestada por nosso corpo astral que viaja enquanto nosso corpo físico descansa.
De acordo com Leadbeater, muitos dos mortos que desejam auxiliar alguém se sentem incapazes, pois, agir desde um plano sobre quem está num outro plano exige uma grande sensibilidade ou certa dose de conhecimento por parte dessa entidade. Por isso, conclui o famoso vidente, ainda que não sejam raros os casos de aparições pouco depois da morte, é difícil encontrar um caso em que essa aparição tenha sido realmente útil.
Segundo ele, o auxílio que os mortos prestam ou podem prestar seria, de fato, muito pequeno, já que eles estariam bem mais necessitados de ajuda do que em condições de prestá-las. E por mais estranho que possa parecer, ele afirma que a maior parte do trabalho que tem de ser feito nesta direção, fica a cargo daquelas pessoas que estão vivas e que são capazes de agir conscientemente sobre o plano astral.
Essa afirmativa pode parecer fantasiosa para os racionais e materialistas que só enxergam o mundo por seus aspectos físicos e tangíveis. Imaginar que temos um corpo astral e que podemos deslocar-nos com ele para locais distantes do corpo físico, a fim de realizar tarefas e prestar ajuda, há de pa
recer uma fantasia sem conta ou mera brincadeira.
A realidade, porém, ainda na versão da teosofia, é que, a maioria das pessoas não tem consciência das coisas que lhes acontecem quando estão fora do corpo físico, mas, conscientes ou não, isso sempre acontece todas as vezes que adormecem.
À medida que se desenvolve o corpo astral, ele se torna um instrumento mais preparado para realizar essas viagens e prestar ajuda à humanidade. No entanto, a maioria está tão preocupada com seus pensamentos, que são uma extensão de suas preocupações quando estão acordadas, que não dão conta do que se passa ao seu redor, quando transitam pelo plano astral. Em tais casos, é melhor que seja assim, pois há muitas coisas no astral que pode assustar a quem não está preparado para ver.
A falta de memória do que se passa no plano astral, enquanto dormimos não nos impede de forma alguma o trabalho fora do corpo. E mesmo não lembrando os serviços prestados, o que importa mesmo é que a obra seja realizada, e não que mantenhamos na memória ao despertar, o que de bom fizermos a favor da humanidade.
Meus caros leitores será do vosso livre arbítrio decidir no que acreditar – atribuir aos mortos a interferência nos acontecimentos no plano físico ou passar essa responsabilidade aos vivos, para viajar no astral enquanto dormem e se tornarem os agentes que influem nesses acontecimentos. Ou, nem numa coisa nem outra.
Antes de decidir, que tal uma boa preparação antes de dormir, fazendo uma oração ao Mestre, e pedindo com consciência que, se realmente for possível, desejais, durante o sono, ir com o vosso corpo astral até onde alguém pode receber a vossa ajuda? Não há de custar senão uma oração antes e um agradecimento depois. Dormi bem, bom sono e bom trabalho.




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