quinta-feira, 7 de novembro de 2013

TEIA AMBIENTAL - ANTES DE RECICLAR, VAMOS REDUZIR?




Meus ecológicos leitores:
Quando o assunto é lixo, o chique é falar em reciclar. Nas embalagens de alguns produtos aparece a afirmação “reciclável”. Alguns produtos se promovem por sua condição de “reciclado”. Mas, o que ninguém se dá conta, pois poucos falam disso, é que reciclar consome energia, e, às vezes, muita energia.
A solução para a redução do lixo nunca foi reciclagem, e sim a redução. A sociedade continua consumindo de forma exagerada, mesmo depois de muito se falar do risco de não se ter onde botar tanto lixo. Mas, reduzir o lixo quer dizer consumir menos, comprando menos supérfluos.
As fábricas, na ânsia de vender cada vez mais, lançam marcas e produtos diferentes todo mês. E o que existia antes logo fica fora de moda. E o povo consumista não aceita usar produtos fora de moda. A cada lançamento, nova remessa de produtos antigos vai para o lixo.
Se eu estivesse falando somente de produtos de beleza, vestuário e alimentícios dava-se um jeito, afinal são de pequeno porte. Mas, eu estou falando de computadores, televisores, geladeiras, fogões, linha branca, linha cinza e linha negra. Lixo, tudo para o lixo, abrindo espaço para o moderno.
As margens dos rios que cortam as cidades ganham móveis velhos, poltronas e televisores. E nem se fala nas chuvas que inundam áreas urbanas, e carregam, na correnteza, eletrodomésticos e mobílias. Que excelente desculpa para um novo crediário, e toma um computador de última geração, a geladeira com desconto, o televisor sem desconto e o ar refrigerado, que no inverno é mais barato.
O carnê ficou pesado, será que dá para pagar? Se não der, deixa-se de pagar, e depois se recupera o crédito. Se tudo correr bem, aproveita-se o décimo terceiro e troca-se o que ainda restou do velho, para deixar tudo novinho. E para onde vai o mobiliário rejeitado? Vai tudo para o lixo que é o destino do que é velho.
E o vovô e a vovó são tão velhinhos, o que fazer com eles? Não, não dá para jogar no lixo, apesar de estarem em condições bem piores do que a maioria dos eletrodomésticos descartados. Dá-se um jeitinho, e empurra os dois para o fundo do quarto, senão a nova TV de tela plana e de tamanho descomunal não tem espaço para fazer a festa da família.
A geladeira nova não pode ficar vazia, tem de comprar iogurte, sorvete, cremes e pudins, pacotinhos disto e potinhos daquilo. Agora sim, abre-se a porta e aquele colorido de potinhos e tacinhas é uma festa. Amanhã, uma sacola de embalagens plásticas vai para o lixo. Afinal de contas, lixo é para ir para o lixo, ou não é?
Onde fica o lixo da sua cidade? Ora, o lixo fica onde o caminhão despeja o que não presta. O que é feito com esse lixo? Isto não é problema meu. Eu pago imposto para poder produzir lixo, e deixar que a prefeitura se encarregue de eliminar o que eu não quero mais.
Alguém deixou um carro velho e caindo aos pedaços num canto da rua, o que fazer com ele? Deixa lá, não está na garagem da gente, é velho demais para ser usado e ninguém dá muito por ele. Se alguém estiver incomodado que mande atirar o carro velho no lixo.
Eu era da classe D e agora subi para a C. Meu vizinho era da B e agora passou para a A. O patrão dele era da A e agora está vivendo em Miami, onde assumiu a classe B norte-americana. Um dia, eu chego lá! Em Miami? Não, calma lá, na classe A do Brasil.
E a redução do consumo, a diminuição do lixo? Está louco, agora que eu estou podendo comprar! Que os antigos ricos reduzam as compras e o lixo. Eu quero tudo novo, e exijo um lixão para atirar o velho que não quero mais.
Dizem que as cidades não terão mais espaço para receber o lixo. Isso é problema dos prefeitos. Os ministros estimulam a produção, as fábricas produzem e eu compro, é assim que se faz o progresso de uma nação.
E as doenças provocadas pelos lixões? E os ratos, moscas e baratas entrando pelos quintais e janelas, isto não incomoda. Para que serve o inseticida lançado no mercado, com embalagem gigante, que mata tudo com dois esguichos. E o mal que o tóxico causa à sua família? Eu tenho dinheiro para pagar plano de saúde para poder conviver com os venenos sem correr riscos.
Eu queria recomendar a diminuição do lixo, com a redução do consumo. E acabo o texto mais ameaçado ainda do que antes, pelo aumento do consumo e pela saturação do nosso lixão.
Será que serei ouvido se recomendar a reutilização? Claro que não! Como aproveitar coisa velha, se eu posso comprar uma nova, sem ficar quebrando o galho. Lixo é problema dos lixeiros, e quem tem de saber onde atirar esse lixo é o prefeito. O meu caso é com os gerentes de lojas e com as promoções do mês. E com o patrão para que não me mande embora. Mas, se isto acontecer, para que serve o salário desemprego?
Meu fiel leitor, que dureza essa tal de consciência ecológica! Eu vou ao quintal enterrar o meu lixo orgânico, e depois deixo no ferro-velho o reciclável. Vou forrar o sofá e levar o computador para formatar. Ele está velhinho, mas funciona tão bem!
REDUZIR – REAPROVEITAR E RECICLAR. Eu faço as três, mas eu sou tão pouco. O lixo cresce, o lixão transborda, as promoções são sedutoras e os caminhões entregam encomendas sem parar.
Ainda bem que moramos num país rico, que permite essa produção alucinante de lixo, pois o que é velho tem mesmo de ser trocado. E o que se troca, atira-se no LIXO.Não é isto em que todos acreditam? Será que eu é que estou errado!!!






  



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

TEIA AMBIENTAL - A BOA E A MÁ NOTÍCIA



         A BOA E A MÁ NOTÍCIA
Meus caros leitores, o nosso assunto continua sendo o efeito estufa.
As geleiras estão derretendo acima das previsões.
O Tratado de Kyoto foi distratado, pois ninguém deu bola pra ele.
Rio 92, Rio +20 e Agenda 21 são meros enfeites no colar ambiental. Muitos discursos e nada prático.
 
A razão do fracasso dessas conferências não é nenhum segredo. Adotar qualquer atitude para reduzir a emissão de gases corresponde a conter os avanços industriais ou aumentar os custos de produção com a instalação de sofisticados filtros. Nem uma coisa e nem outra.
Essa é a má notícia. As nações não se entendem para estabelecer um plano ambiental que polua menos e dê mais esperança de um futuro melhor.
A boa notícia é que diversos países estão tomando medidas internas, para a redução da emissão de gases. Assistindo o programa Cidades e Soluções, tomei conhecimento que dois dos maiores poluidores, Estados Unidos e China, passaram a adotar novas medidas para reduzir os efeitos dos gases na natureza.
Se pensarmos bem, o problema mais preocupante não são os gases, mas os homens. São eles que não se conformam em desacelerar o desumano progresso, que para fazer crescer a economia acaba por matar florestas, mares e gente.
A água dos oceanos está subindo, e até 2100 deve estar invadindo ruas no centro de inúmeras cidades litorâneas. Mas, quem se preocupa com 2100? Até lá eu já morri, diz a maioria. E se já tiver reencarnado para poder ver a besteira que fez? Os efeitos kármicos são imprevisíveis, e o que fazemos hoje pode repercutir contra nós na próxima encarnação.
Espécies de animais desaparecem, e o homem pensa ser o único animal que não sofrerá com a extinção dessas espécies. Os índios sempre souberam que o que acontece aos animais, um dia também acontecerá aos homens.
Vamos sentar e esperar? Eu faço a minha parte, não comendo carne, reduzindo e separando o lixo e só comprando produtos de empresas que adotam o desenvolvimento sustentável. E tu meu indignado leitor, já tomaste alguma atitude?
Vou ficando por aqui, pois este tema é repetitivo. Muito já foi escrito e muito mais ainda o será, só não sei o quanto será feito ou não será, para evitar o temido desastre ambiental.
Despeço-me até o próximo dia 7, quando a Teia voltará a tecer sua trama em defesa da natureza. Enquanto isso, que tal descruzar os braços e fazer alguma coisa? Eu estou contando com a sua mobilização.
Deixe de pensar só em si. Ir pra rua, quebrar tudo e só pedir benefícios em proveito próprio já está ficando sem graça. É hora de reivindicar pela natureza e pelos interesses coletivos. Vamos tentar? Faz uma forcinha, tá bom!



sábado, 7 de setembro de 2013

TEIA AMBIENTAL - NÓS QUEM CARA-PÁLIDA?




Meus queridos leitores ambientalistas:
Estamos diante de uma nova ameaça de investida dos norte-americanos contra uma nação árabe, desta vez o alvo é a Síria. A razão, que é de causar espanto, trata-se da suspeita do uso de armas químicas para conter a rebelião que tomou conta das ruas de Damasco e outras cidades sírias.
Confesso-vos que seria muito louvável essa preocupação dos norte-americanos, se não fossem as alegações semelhantes que os levaram a invadir outras nações. A suspeita de um arsenal de armas de destruição em massa, mais tarde não comprovada, provocou a invasão do Iraque. Outras invasões dos Estados Unidos em territórios localizados naquela parte do mundo veem acontecendo ao longo dos tempos, com desculpas esfarrapadas, para justificar o domínio de posições estratégicas para o controle das reservas petrolíferas da região.
O que me deixa indignado não é o fato de que o governo sírio possa ter usado armas químicas contra o seu próprio povo, mas de quem, mais uma vez, parte uma reação bélica com a intenção de punir os responsáveis por essa eventual violência.
Quem lançou duas bombas atômicas sobre populações inocentes no Japão, quase ao final da segunda guerra? Quem usou de tamanha covardia, matando milhares de civis e contaminando uma vasta região tem o direito de acusar uma nação como fazem os norte-americanos?
A mesma nação norte-americana invadiu o Vietnã e o Camboja, e despejou sobre aldeias pobres, bombas de napalm e todo tipo de armamentos químicos, deixando uma onda de devastação e de aldeões mortos. As terras eram campos de arroz, alimento que sustenta os povos orientais, que ficaram destruídos ou contaminados.
O que dá a essa nação hipócrita o direito de falar em nome de outras nações, ameaçando os governos de nações livres, que bem ou mal têm que resolver seus problemas internos. E, se houver algum ato genocida, caberia a ONU, e não a um país isolado, alguma ação punitiva.
Se formos relembrando os fatos das últimas décadas, encontraremos sucessivas intervenções violentas da nação norte-americana despejando bombas e arrasando regiões imensas, espalhando a radiação gerada por seus mísseis e artefatos de grande poder destrutivo.
Eu me pergunto quem pune esse gigante fomentador de guerras e de invasões, que desfecha violentos ataques a nações livres, com a pretensão de punir infratores, quando ele é o maior de todos agressores? Cada bomba que explode deixa rastros de radiação de todo tipo, afinal os artefatos bélicos são fabricados com explosivos de alta periculosidade.
O planeta está contaminado pelas guerras e por outras formas de violência, todas elas de alto poder de destruição. Destrói-se a natureza para extrair minérios que serão usados em armamentos e foguetes. Derrubam-se florestas para implantar agroindústrias à custa de violência contra as populações nativas, que tentam resistir a essas invasões criminosas. Quem patrocina essas invasões e guerras ambientais para favorecer as elites do poder internacional? E quem mais sofre com tudo isto? As respostas são óbvias, pois são sempre as mesmas: as nações ricas capitaneadas pelos Estados Unidos exploram e as nações pobres são exploradas, com suas terras contaminadas por agrotóxicos, produzidos pelas grandes indústrias de adubos e venenos, cujo controle pertence aos países ricos.
Quem vai reagir a essa contaminação química? Quem vai punir os fomentadores das guerras e da poluição mundial? O maior culpado, o criminoso destruidor e responsável pela poluição ambiental do planeta, é ele o juiz e o carrasco que aplica o castigo?
E quando nações pacíficas protestam contra essas ações violentas e covardes, o pretenso guardião da democracia, se apresenta como protetor dessas nações, alegando que somos parceiros e aliados. De lá vêm mensagens de amizade e promessas de ajuda, pois somos todos irmãos e lutamos pelo mesmo ideal de justiça.
A preocupação com a segurança das nações amigas é tamanha que os Estados Unidos passaram a espionar seus aliados, como forma de garantir que ninguém lhes faça mal. Que absurdo! Isto é uma verdadeira desfaçatez! Que contaminação horrível essa de termos de conviver com criaturas com essa índole criminosa e pretensiosa!
Com amigos desse tipo não precisamos de inimigos. Com nações que resolvem seus problemas espionando seus aliados e invadindo as nações que detêm uma posição estratégica no mundo estamos todos contaminados, e sofrendo de uma doença incurável.
Meditemos sobre os riscos que representam para nós esse convívio com os nossos aliados. É melhor lidar com os inimigos, afinal deles nada se pode esperar, e temos de viver atentos. Afinal, inimigo não trai, só o amigo trai.
Se a Síria usou armas químicas contra seu povo ainda não se tem certeza, pois a CIA, a inteligência americana, é capaz de tudo, de atirar foguetes nos seus aliados, de despejar armas químicas para forjar um flagrante e até de matar seu próprio presidente. Pobre de nós. Que Deus nos proteja, não das armas químicas dos sírios, mas do fogo amigo dos americanos.
O governo norte-americano declara para o mundo inteiro que “nós temos de punir essas nações que atacam seus povos com armamentos nucleares ou artefatos químicos”, e que eles são os justiceiros da humanidade. Nós não pedimos a eles que façam isto. Eles não são nossos porta-vozes. Eles não estão autorizados a nos tratar de “Nós”. Nós quem, cara-pálida?










quarta-feira, 7 de agosto de 2013

TEIA AMBIENTAL - FOGO AMIGO OU BOMBA ATÔMICA?




Meus caros ecologistas e fiéis seguidores da Teia Ambiental, retorno ao tema nuclear, que está sendo lembrado pelos 68 anos da bomba atômica lançada sobre Hiroshima. A guerra estava quase no fim, quando os Estados Unidos perderam a paciência com o Japão, e decidiram intimidar os inimigos exterminando civis e ameaçando o futuro da nação japonesa.
Era o dia 6 de agosto de 1945, quando a aviação norte-americana sobrevoou a cidade de Hiroshima e descarregou seu arsenal atômico sobre a cabeça de civis inocentes. Morreram 140 mil pessoas, e ficou para trás um rastro de radiação nuclear que nos anos seguintes continuariam matando inocentes civis. Os senhores da guerra estavam distantes, em seus quartéis generais, protegidos dos perigos da radiação.
Três dias depois, na cidade de Nagasaki, a aviação norte-americana lançou outra carga de suas mortais bombas atômicas, eliminando mais dezenas de milhares de civis japoneses. E o pior é que muitos analistas acreditam que tudo não passou de um teste para comprovar a eficiência do uso da energia nuclear, como forma de dominar o mundo. E isto deu resultado, e até hoje arsenais guardados em depósitos subterrâneos, servem como ameaças a quem se insurge contra o poder norte-americano e de seus aliados.
O momento de relembrar essa desgraça não poderia ser mais oportuno. O Japão se encontra dividido sobre a reativação de suas usinas nucleares, que foram desligadas desde que ocorreu a desgraça com a usina de Fukushima, atingida por um violento tsunami, em 2011.
O primeiro-ministro japonês é favorável à reabertura das usinas nucleares de acordo com novas regulamentações, mas muitos japoneses se opõem. Existem ainda vivas cerca de 200 mil vítimas das bombas atômicas, todas em torno de 80 anos de idade, muitas das quais se reuniram em Hiroshima, nesse último dia 6, para orar e protestar contra o uso da energia nuclear.
O mais ridículo na insistência quanto ao uso da energia nuclear da parte de políticos como o primeiro-ministro japonês é que eles sempre prometem novas regras, novas medidas de segurança ou novas regulamentações, que se mostrarão tão inoperantes como as que estavam em vigor, quando ocorreram os desastres. Fukushima foi apenas um dos muitos e intermináveis desastres nucleares ocorridos no mundo inteiro, como na Rússia, nos Estados Unidos e no próprio Japão.
O pavor do uso de bombas atômicas, que se faz presente no povo japonês, parece não ser compartilhado pelos seus governantes, que colocam os interesses políticos e econômicos na frente da segurança e do bem estar da nação. Eles querem retornar ao seu plano energético do uso da energia nuclear, com a reabertura de usinas com um poder de destruição semelhante a uma bomba de ação retardada.
O vazamento de radioatividade de Fukushima tem permanecido sem controle, nos últimos dois anos. A empresa que administrava a usina não sabe mais o que fazer para conter esse vazamento, que despeja, diariamente, cerca de 300 toneladas de água radioativa no Oceano Pacífico.
As autoridades reconhecem que a situação é muito pior do que se pensava, e só agora decidiram tomar medidas mais drásticas para combater o desastre. Mas, ainda assim, mesmo diante da impotência de controlar essa contaminação, o primeiro-ministro tem a petulância de falar em novas regulamentações, para justificar a reabertura de outras usinas.
Há dois anos, o vazamento vem ocorrendo, mas somente no mês de julho, a empresa responsável pela usina admitiu o escapamento da água radioativa para o mar. Os peixes estão contaminados, e sendo consumidos pela população. Doenças estão sendo tratadas na região da usina, e já ocorreram mortes, inclusive a mais dramática delas, a do chefe da usina, que decidiu se arriscar para tentar impedir um desastre ainda maior.
Masao Yoshida foi o herói que, diante da ordem de deixar o local, dada à maioria dos funcionários da usina danificada, se negou a abandonar o local. Dois anos depois do seu ato heroico, ele morreu aos 58 anos, vítima de câncer do esôfago.
No momento, em que o povo japonês relembra a morte de vítimas da energia nuclear provocada por ataques inimigos, corre o risco de novas e sucessivas mortes, pelo ataque do chamado “fogo amigo”, quando se mata os aliados na intenção de atingir o inimigo.  
As usinas nucleares representam não somente para o povo japonês, mas para a população do mundo inteiro, aquele imprudente e desastrado “fogo amigo”, que mata, sem querer, os próprios aliados.   
Até quando o dinheiro continuará sendo o motivo prioritário para promover o progresso da humanidade? Como é possível criar um artefato nuclear de alto risco, em suas próprias terras, e expor o seu povo a explosões e contaminações? Quem é responsabilizado pelas mortes provocadas pela usina de Fukushima, no Japão, Three Miles Island, nos Estados Unidos, e a famosa Chernobyl, na Rússia?
Fatalidade, imprevisibilidade e inevitabilidade? Ou ganância, prepotência e autoritarismo? O progresso não pode ser confundido com guerras e riqueza a qualquer preço. Há de se cobrar bom senso e respeito à criatura humana mais humilde, que é submetida a decisões egoístas e vaidosas de seus governantes.
E a ONU para que serve, além de pressionar as pequenas nações a se submeter à vontade do poder internacional? E o FMI ajuda a quem, além de servir aos interesses dos mais ricos para controlar os mais pobres? É este o mundo que queremos para os nossos filhos e netos?
Que voltem os Deuses, para retomar a governança da Terra, e restabelecer ordem na casa! As crianças terrestres estão fazendo muitas artes, com aquela conhecida imaturidade infantil que, a todo instante, as expõe a riscos.
Todos nós estamos sob o risco de morrer sob a mira do “fogo amigo”. E a nossa Angra, quando desligar? O que estamos a esperar? Os Deuses chegar? Enquanto isso, nunca é demais rezar. Deuses e Mestres são sensíveis a orações.   


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