Meus queridos leitores:
Eu sonhei com um mundo melhor. E no meu sonho, eu vi pessoas mais responsáveis com a natureza e umas com as outras.
Eu percebi que era o ano novo que trazia novas esperanças. Afinal, 2014 é um ano 7.
O numero 7 na numerologia está relacionado à natureza e aos cuidados com o desenvolvimento sustentável.
No meu sonho, as pessoas separavam o lixo e o destinavam corretamente para reciclagem ou compostagem. As ruas eram limpas, ninguém jogava papel no chão.
A fiação elétrica e telefônica era inteiramente subterrânea, e com isso as árvores podiam crescer frondosas e ofertar generosas sombras em dias ensolarados.
As usinas nucleares tinham sido proibidas por lei, e as hidro elétricas passaram a ser menores e causando reduzidos impactos ambientais. As energias alternativas haviam se tornado obrigatórias, e se espalhavam por todo o país, com hélices girando ao vento e as placas solares substituindo as telhas.
Os carros elétricos eram fabricados em série e se tornavam os mais procurados.
As plataformas de petróleo estavam sendo desmontadas, depois que se concluiu que elas eram uma grave ameaça ao futuro do planeta, por agredirem a flora e a fauna marinhas.
As queimadas se tornaram fantasmas do passado, os agrotóxicos e pesticidas tinham deixado de ser fabricados.
A bancada ruralista havia sido erradicada do Congresso com todos os seus representantes derrotados nas últimas eleições.
A Amazônia, o Pantanal e a Mata Atlântica estavam sendo revitalizados, com reflorestamentos e cuidados que o
s fariam recuperar, em poucas décadas, a maior parte das áreas degradadas.
As doenças passaram a ser tratadas com terapias naturais e os remédios alopáticos passaram a ser usados somente em casos extremos, até que o corpo físico pudesse ser tratado de modo menos agressivo.
Os médicos tinham se tornado agentes de saúde, e não mais curadores de doenças.
As penitenciárias tinham se transformado em colônias agrícolas e o índice de criminalidade estava próximo de zero.
Em determinado momento do sonho, muito admirado, eu me dirigi a uma pessoa que parecia até de outro planeta e perguntei-lhe como foi possível aquela incrível transformação. Ela me olhou muito admirada e respondeu:
- Nada mudou, tudo continuou como sempre foi, só as pessoas mudaram.E quando as pessoas mudam, tudo é possível.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
MENSAGEM PRA VOCÊ
A mensagem é pra você. É pra você mesmo, que está aí parado, meio
zangado e todo calado. E pra você também, alma feminina, emotiva e sensível,
que se julga mais frágil do que é.
Caminhamos juntos por todo o ano, e muitos de nós nem percebemos a
presença um do outro.
Reclamamos de tantas coisas, que nem tivemos tempo para exaltar as boas
conquistas.
Criticamos e condenamos os outros, tantas e tantas vezes, que não fomos
capazes de reconhecer os nossos próprios erros.
O mundo nos pareceu tão errado, que achamos melhor não nos envolver e
deixar as coisas como estão.
Falamos muito e agimos pouco. Percebemos muitos dos erros antes que
acontecessem, mas fomos omissos para tomar atitudes.
Vamos combinar de não repetir os mesmos erros no ano que vem? Vamos dar
o melhor de cada um de nós, para ajudar a humanidade a dar um passinho à
frente?
Vamos amar mais do que qualquer outra coisa? Vamos perdoar e relevar
ofensas, e procurar entender aqueles que mais destroem do que ajudam a
construir? Vamos pensar mais no bem estar alheio do que em nosso mundinho
particular? Vamos fazer um esforço franciscano, para dar mais do que receber?
Eu não tenho muito mais a dar do que me comprometer em fazer tudo isto
que estou pedindo. Talvez até tenha, mas precisamos saber por onde começar. E
estas coisinhas miúdas são fáceis de serem abraçadas, e postas em prática desde
o primeiro dia de 2014.
Da minha parte, eu assumo, desde já, este compromisso. E espero encontrá-los
ao longo do caminho.
Desejo a todos, neste Natal, o renascer do Cristo que existe em cada um
de nós.
Faço votos para que o ano de 2014 encontre todos prontos a trilhar o
caminho do peregrino.
Juntos, descobriremos que “o eu” não existe, e que somente seremos
felizes quando nos reconhecermos como uma minúscula parte do Todo.
Felicidades, meus amigos!
São Lourenço, dezembro de 2013.
Gilberto Gonçalves.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
A LINGUAGEM DOS SINAIS
Meus caros leitores, poucos dias nos separam do término de mais um ano.
Parece que foi ontem que a humanidade aguardava com apreensão, alguns,
e com pavor, a maioria, a chegada de 2000.
O tempo passa, mas, as mazelas humanas continuam as mesmas. A
preocupação com os ganhos materiais e com as paixões frustradas continua
liderando as estatísticas.
O karma 19 assusta os que com ele se confrontam. Perdas materiais,
decepções profissionais e frustrações amorosas costumam identificar este karma
na vida dos reclamantes. A dor de perder dinheiro, cargos influentes na
administração de empresas e de sentir o vazio com um divórcio inesperado ou
impensado são devastadores na vida dos que me procuram em busca de explicação.
A causa das perdas nesta vida está relacionada a ações noutras vidas.
Se retirarmos antes da hora benefícios pessoais que não merecíamos ou que não
nos pertenciam, algum dia, em alguma vida, nós teremos de devolver tudo de que
nos apossamos.
Eu costumo explicar que não se tratam de perdas, mas de pagamentos de
antigos débitos, contraídos em vidas passadas. Quem, porém, está disposto a aceitar
a dívida de uma vida da qual nem lembra?
As pessoas não têm noção do que fazem nesta vida! Não vou mensurar
quantas se enquadram neste grupo, mas posso afirmar que o número é assustador.
Não estou falando somente de ateus ou materialistas, mas de crentes de todas as
religiões, estudiosos de todas as ciências e de doutores com suas
especializações.
O medo é da carência financeira, da falta ou da perda de dinheiro. A
pior de todas as misérias, a espiritual, poucos, muito poucos, com ela se
preocupam. A angústia dos que me procuram para sanar seus sofrimentos ou
temores, está quase sempre relacionada às questões econômicas.
Se eu fosse projetar o número dos que já me consultaram aflitos,
assustados com seu déficit espiritual, eu afirmaria que, em cada 1000
consultas, seriam menos de cinco, os que demonstraram preocupação com a sua
vida espiritual.
E assim caminha a humanidade, atolada até o pescoço em dívidas, perdas
e desperdícios. Quando são agraciadas com ganhos materiais, as pessoas não se
preocupam em entender as razões, e nem se satisfazem com o que têm, querem
sempre mais. Quando o dinheiro falta, ou ameaça faltar, bate o desespero, e
entram em pânico.
A falta de fé ou a descrença num Poder Superior, não lhes causam
qualquer receio, e nem se dão conta de que estão carentes de valores
determinantes para a sua felicidade. A saúde não se apoia senão na harmonia
perfeita entre o físico e o espiritual. A própria riqueza financeira, quando
prevalece por toda a vida, tem a sua origem nos méritos kármicos de outras
vidas, jamais em causas meramente físicas ou racionais, como trabalho, economia
ou investimento.
Não há riqueza material sem a correspondente riqueza espiritual. Quando
ocorre o contrário, os ganhos financeiros são passageiros e logo provocam
experiências de perdas e fracassos nos negócios.
Eu costumo recomendar aos que se lastimam por falta de dinheiro, para
que reflitam sobre a falta que fazem as práticas espirituais. A reação mais
comum é dedicar mais tempo ao trabalho e tentar a sorte em jogos ou
investimentos financeiros. Quanto mais se ocupam do trabalho e se mortificam
com a possibilidade de novas perdas, mais essas pessoas se afastam da vida
espiritual.
Enganam-se, os leitores que pensam que, ao mencionar a espiritualidade,
estou falando de religião, seitas ou rituais. Ser uma pessoa espiritualizada é
dar mais do que receber, amar bem mais do que ser amada e servir a todos com
amor e generosidade. Quem faz isto, porém, costuma ser taxado de tolo, ingênuo
ou perdulário.
Perder dinheiro é o maior dos pecados, aplicar em negócios lucrativos é
a bênção divina mais cultuada. Dedicar-se a um trabalho rentável só é considerado
quando se emprega o tempo em ganhos pessoais, sem se importar se outros irão
perder com suas atitudes. Tudo é competição, o mais esperto ganha do mais
honesto, e suas práticas egoístas são consideradas técnicas louvadas e
ensinadas nos cursos profissionalizantes.
Quem tem tempo para pensar na sua alma? Quem acredita na existência da
alma? Quem se vê como parte da obra divina, auxiliar dos Mestres no plano
físico? Quem já se conectou com o seu Mestre, ou tem noção da Sua existência?
Quando trato da presença dos Mestres na vida da Terra, a maioria
arregala os olhos e não sabe do que estou falando. Quando ensino que os Mestres
se comunicam conosco, que somos seus discípulos encarnados, poucos têm a
consciência desses contatos a nível mental e espiritual.
Os Mestres enviam mensagens para todos nós que estamos conectados com
os Planos Superiores. Essas mensagens são transmitidas em forma de sinais, de
acontecimentos que não têm explicação lógica ou de situações fora de controle.
Essa maneira estranha de ser ouvido ou percebido é chamada de linguagem dos
sinais.
A quase totalidade de seres na Terra desconhece essa linguagem, a
surdez espiritual impede que recebam a mensagem, mesmo quando têm noção de que
fatos surpreendentes estão acontecendo em suas vidas. É mais simples atribuir
tudo ao acaso, e prosseguir na sua vidinha medíocre e destituída de sentido.
Nascer, crescer, trabalhar, ganhar, acumular e morrer. Que tristeza!
Quem não despertar desse pesadelo, que é viver sem razão, logo se dará
conta que a morte não é uma punição, mas uma bênção para que não sigam sofrendo
por este mundo afora. Cada criatura tem uma missão a cumprir, e se não a cumpre
afeta o Plano Divino para toda a humanidade. Se não fazemos a nossa parte, não
prejudicamos somente a nós mesmos, mas a todos os habitantes do planeta.
Pensem bem, meus caros leitores, na missão de cada um. Se tudo corre
bem na sua vida, boa saúde, recursos suficientes e harmonia familiar, há grande
chance de estar cumprindo a sua missão. Se, pelo contrário, sucedem-se as
perdas, a saúde está de mal a pior, perdeu o emprego, amigos se afastem e a
família foi dissolvida, então, está na hora de rever seus conceitos.
Não ponham toda a culpa nos karmas, muito do que têm feito nesta vida está
afetando a sua existência. Abram os seus olhos espirituais, e avaliem suas
condutas. A culpa nunca é dos outros, mas toda sua.
Os Mestres estão falando conosco, diretamente ou através dos Adeptos,
não nos façamos de surdos. Não alimentem seu analfabetismo espiritual, aprendam
a entender a linguagem dos sinais. Ou aprendem o que seus Mestres esperam de
cada um dos seus discípulos, ou vão continuar reclamando contra tudo e contra
todos, num lamento eterno até o último suspiro.
sábado, 7 de dezembro de 2013
TEIA AMBIENTAL - VÍTIMAS OU VILÕES?
Meus caros leitores:
A questão ambiental já se tornou caso de polícia. A dificuldade é
descobrir as vítimas e os vilões. Todos reclamam das temperaturas extremas, mas
o que está sendo feito para evitar o agravamento da situação climática? De quem
é a culpa?
O calor está um horror, é preciso tomar alguma providência. A melhor
solução seria criar bolsões verdes ou cinturões verdes, como prefere a maioria,
a fim de tornar a temperatura mais amena. O governo não protege as matas, e
deixa as agroindústrias devastar áreas de floresta. A população pede às
prefeituras para derrubar árvores, por medo que caiam na cabeça de alguém ou
para erguer uma casa ou, apenas, para desimpedir a entrada da garagem.
A reclamação da sujeira das ruas é uma unanimidade em quase todas as
nossas cidades, com toda a população reclamando da omissão do serviço público.
Se o povo não atirasse nas ruas o lixo que sobra de tudo que consome as ruas
estariam limpas, e pouco haveria a se recolher.
O ar está poluído, e a culpa é da fumaça dos carros, que precisavam ser
punidos pelo DETRAN. Se os motoristas cuidassem dos motores dos seus carros, a
poluição seria insignificante.
Quanto mosquito! O que as autoridades estão fazendo para acabar com
essa onda de mosquitos? O que a população vem fazendo com o seu lixo, quando
perde a hora do lixeiro? Os terrenos baldios recebem os despejos dos lixos, e
os que despejam seu lixo são os mesmos que reclamam da sujeira e dos mosquitos.
Os rios estão imundos, porque as margens tornam-se lixões para quem não
tem tempo ou paciência de colocar seu lixo à espera do caminhão de coleta. As
ruas ficam inundadas a cada chuvarada, e os bueiros entupidos pelo lixo atirado
na sarjeta.
As grandes criações de bovinos são consideradas as grandes responsáveis
pela devastação de imensas áreas verdes. O povo não passa sem o seu filezinho,
e não quer nem saber dos estragos causados, na origem, pela carne que consome.
No plebiscito a população votou contra a proibição da venda de armas de
fogo. Mata-se com todos os calibres disponíveis no mercado, e a culpa é da
polícia.
Sabem de uma coisa? Não há vítimas ou vilões, pois a irresponsabilidade
humana assume ambas as posições. O governo é a expressão fiel do povo. Governo
predador administra cidades e nações habitadas por predadores.
Meus ecológicos leitores, ou cada qual começa a mudar sua postura, ou
vamos passar a vida cobrando ações públicas que os governantes não estão nem aí
para atender.
Muitas das causas de destruição ambiental são responsáveis por altos
faturamentos em impostos ou lucros de empresas governamentais. Quem vai mudar a
legislação para proteger a natureza?
A ignorância humana não vincula o desenvolvimento a qualquer preço com
doenças e desgraças que afetam a humanidade. A saúde econômica é mais valiosa
do que a saúde da criatura humana.
Meu amigo leitor precisa deixar de reclamar, e fazer a sua parte. Não
assuma a condição de vítima, admita ser um dos vilões que estão destruindo a
natureza.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
TEIA AMBIENTAL - ANTES DE RECICLAR, VAMOS REDUZIR?
Meus ecológicos leitores:
Quando o assunto é lixo, o chique é falar em reciclar. Nas embalagens
de alguns produtos aparece a afirmação “reciclável”. Alguns produtos se
promovem por sua condição de “reciclado”. Mas, o que ninguém se dá conta, pois
poucos falam disso, é que reciclar consome energia, e, às vezes, muita energia.
A solução para a redução do lixo nunca foi reciclagem, e sim a redução.
A sociedade continua consumindo de forma exagerada, mesmo depois de muito se
falar do risco de não se ter onde botar tanto lixo. Mas, reduzir o lixo quer
dizer consumir menos, comprando menos supérfluos.
As fábricas, na ânsia de vender cada vez mais, lançam marcas e produtos
diferentes todo mês. E o que existia antes logo fica fora de moda. E o povo
consumista não aceita usar produtos fora de moda. A cada lançamento, nova
remessa de produtos antigos vai para o lixo.
Se eu estivesse falando somente de produtos de beleza, vestuário e
alimentícios dava-se um jeito, afinal são de pequeno porte. Mas, eu estou
falando de computadores, televisores, geladeiras, fogões, linha branca, linha
cinza e linha negra. Lixo, tudo para o lixo, abrindo espaço para o moderno.
As margens dos rios que cortam as cidades ganham móveis velhos,
poltronas e televisores. E nem se fala nas chuvas que inundam áreas urbanas, e
carregam, na correnteza, eletrodomésticos e mobílias. Que excelente desculpa
para um novo crediário, e toma um computador de última geração, a geladeira com
desconto, o televisor sem desconto e o ar refrigerado, que no inverno é mais
barato.
O carnê ficou pesado, será que dá para pagar? Se não der, deixa-se de
pagar, e depois se recupera o crédito. Se tudo correr bem, aproveita-se o
décimo terceiro e troca-se o que ainda restou do velho, para deixar tudo novinho. E para
onde vai o mobiliário rejeitado? Vai tudo para o lixo que é o destino do que é
velho.
E o vovô e a vovó são tão velhinhos, o que fazer com eles? Não, não dá
para jogar no lixo, apesar de estarem em condições bem piores do que a maioria
dos eletrodomésticos descartados. Dá-se um jeitinho, e empurra os dois para o
fundo do quarto, senão a nova TV de tela plana e de tamanho descomunal não tem
espaço para fazer a festa da família.
A geladeira nova não pode ficar vazia, tem de comprar iogurte, sorvete,
cremes e pudins, pacotinhos disto e potinhos daquilo. Agora sim, abre-se a
porta e aquele colorido de potinhos e tacinhas é uma festa. Amanhã, uma sacola
de embalagens plásticas vai para o lixo. Afinal de contas, lixo é para ir para
o lixo, ou não é?
Onde fica o lixo da sua cidade? Ora, o lixo fica onde o caminhão
despeja o que não presta. O que é feito com esse lixo? Isto não é problema meu.
Eu pago imposto para poder produzir lixo, e deixar que a prefeitura se
encarregue de eliminar o que eu não quero mais.
Alguém deixou um carro velho e caindo aos pedaços num canto da rua, o
que fazer com ele? Deixa lá, não está na garagem da gente, é velho demais para
ser usado e ninguém dá muito por ele. Se alguém estiver incomodado que mande
atirar o carro velho no lixo.
Eu era da classe D e agora subi para a C. Meu vizinho era da B e agora
passou para a A. O patrão dele era da A e agora está vivendo em Miami, onde
assumiu a classe B norte-americana. Um dia, eu chego lá! Em Miami? Não, calma
lá, na classe A do Brasil.
E a redução do consumo, a diminuição do lixo? Está louco, agora que eu
estou podendo comprar! Que os antigos ricos reduzam as compras e o lixo. Eu
quero tudo novo, e exijo um lixão para atirar o velho que não quero mais.
Dizem que as cidades não terão mais espaço para receber o lixo. Isso é
problema dos prefeitos. Os ministros estimulam a produção, as fábricas produzem
e eu compro, é assim que se faz o progresso de uma nação.
E as doenças provocadas pelos lixões? E os ratos, moscas e baratas
entrando pelos quintais e janelas, isto não incomoda. Para que serve o
inseticida lançado no mercado, com embalagem gigante, que mata tudo com dois
esguichos. E o mal que o tóxico causa à sua família? Eu tenho dinheiro para
pagar plano de saúde para poder conviver com os venenos sem correr riscos.
Eu queria recomendar a diminuição do lixo, com a redução do consumo. E
acabo o texto mais ameaçado ainda do que antes, pelo aumento do consumo e pela
saturação do nosso lixão.
Será que serei ouvido se recomendar a reutilização? Claro que não! Como
aproveitar coisa velha, se eu posso comprar uma nova, sem ficar quebrando o
galho. Lixo é problema dos lixeiros, e quem tem de saber onde atirar esse lixo
é o prefeito. O meu caso é com os gerentes de lojas e com as promoções do mês.
E com o patrão para que não me mande embora. Mas, se isto acontecer, para que
serve o salário desemprego?
Meu fiel leitor, que dureza essa tal de consciência ecológica! Eu vou
ao quintal enterrar o meu lixo orgânico, e depois deixo no ferro-velho o
reciclável. Vou forrar o sofá e levar o computador para formatar. Ele está
velhinho, mas funciona tão bem!
REDUZIR – REAPROVEITAR E RECICLAR. Eu faço as três, mas eu sou tão
pouco. O lixo cresce, o lixão transborda, as promoções são sedutoras e os
caminhões entregam encomendas sem parar.
Ainda bem que moramos num país rico, que permite essa produção
alucinante de lixo, pois o que é velho tem mesmo de ser trocado. E o que se
troca, atira-se no LIXO.Não é isto em que todos acreditam? Será que eu é que estou errado!!!
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