quinta-feira, 10 de julho de 2014

AS ESQUISITICES DE QUEM NASCE NUM DIA 7

Meus queridos leitores, o acesso a esta postagem já superou todas as expectativas, por isto, estou reprisando-a pela segunda vez. Originalmente, ela foi postada em setembro de 2008. Em 19 de janeiro de 2010, eu fiz a reprise da postagem. Portanto, quem ainda não leu, leia e não deixe de comentar. Quem já leu, releia, e tente lembrar-se de alguém que conheça e que nasceu num dia 7, para fazer as devidas comparações. Então, vamos lá.

As esquisitices de quem nasce num dia 7

Esta é uma paisagem que cativa e penetra na alma dos que cultivam os talentos do nº 7.
A neblina induz ao mistério e a floresta convida para uma incursão ao desconhecido.
Introspectivo e silencioso, ele é o caminhante peregrino, que segue sozinho, lentamente, sem se dar c
onta de onde veio e para onde vai.
A beleza para ele não está na forma com que se defronta, mas com a essência que se mantém fora da sua visão física, e nem por isso distante do campo visual da sua alma.
Ele julga a todos por um padrão rígido e muito elevado, do qual poucos escapam ilesos, condenados pelos mais simples e ingênuos deslizes. E, quase sempre, é ele mesmo o primeiro a sofrer co
m esse rigor, não se perdoando por suas falhas e desvios, que não são desculpáveis, segundo suas auto-críticas.Calada e pensativa, a moça que nasce num dia 7 fica meditando e projetando seus pensamentos no céu, imaginando o que existe além do horizonte.
Ela e todos que comemoram o aniversário nesse dia precisam encontrar respostas para seus questionamentos e não aceitam verdades sem antes pesquisarem todas as possibilidades. Essas criaturas introspectivas e pensadoras vivem em busca das imagens perfeitas que se desenham em suas mentes, as quais insistem em definir e materializar.
Elas parecem tristes e desligadas do mundo ao seu redor, mas enganam-se aqueles que pensam que essas pessoas não ligam para nada e só se preocupam com assuntos esquisitos, coisas que ninguém entende bem para que servem e que importância têm.

Os nascidos num dia 7 possuem talentos extraordinários no campo mental e espiritual, e são capazes de pô-los em prática de uma forma tão estranha que serão considerados por muitos como visionários, loucos ou feiticeiros. E, talvez, até sejam mesmo um pouco de cada, quando se mostram distantes e alheios a tudo que o mundo moderno tanto valoriza. Bem aventurados loucos, que valorizam o que os outros desprezam, e fazem pouco caso das riquezas perseguidas e ambicionadas pelos lúcidos gananciosos.
Nascer num dia 7 é dispor de poderes psíquicos e mediúnicos, é advinhar as coisas que estão por vir, é perseguir a solução perfeita para todas as causas imperfeitas, é negar o óbvio e crer no insólito, no inexplicável e no improvável.

Com o olhar fixo num mundo que ninguém vê, ele consulta a sua bola de cristal, que é a projeção na matéria da sua mente que tudo vê e que para tudo tem resposta e explicação.
Essas pessoas não aceitam os erros, nem os remendos, para elas tudo deve ser correto e perfeito, nem mais, nem menos. Elas acreditam em coisas que não podem ser comprovadas fisicamente, e que para muitos são loucuras e esquisitices. Mas, quem foi que disse que esses talentosos setenários se preocupam com o que os outros pensam ou deixam de pensar.
Eles se põem a caminho da verdade, como peregrinos crédulos e visionários, à procura das suas origens e dos seus destinos sagrados.
O convívio com esses talentosos e poderosos magos não é uma tarefa simples, já que eles não enxergam o mundo com a ótica predominante, pois têm sempre uma versão profunda e instigante para cada fato, por mais simples e corriqueiro.
Eles não são, em sua maioria, religiosos e devotos, mas possuem uma forte crença no poder espiritual de suas mentes, que utilizam para realizar curas e materializ
ar desejos.
O casamento não é uma aptidão dos que chegaram ao mundo num dia 7, mas, muitos deles, se dão muito bem em suas vidas de casado, quando encontram parceiros que entendem e respeitam os seus momentos de contemplação e solidão. Nesses momentos, o que eles mais precisam é de silêncio e compreensão, enquanto mergulham dentro de si mesmos e se deleitam com o prazer de comungar com o seu aspecto divino, que com eles conversa e ouv
e suas confissões.
A natureza é uma eterna e amorosa amante desses que são influenciados pelo nº 7, e recebe como retribuição dos seus encantos, uma adoração absoluta e uma incontida e irrefreável defesa e proteção. Eles são reconhecidos por sua condição de ambientalistas e confirmam essa lenda agindo em defesa das florestas, rios e espécies animais, sendo capazes de ir a extremos para impedir a derrubada de uma árvore ou a caça a um animal silv
estre.
Estranhos, muito estranhos, esses filhos do dia 7. Pensam mais do que falam, e agem fora dos padrões, como se não fossem deste mundo. Entendê-los é um desafio, satisfazê-los, quase impossível, admirá-los, uma questão de bom senso.
Intelectuais, místicos, proféticos, perfeccionistas, solitários, sábios e espiritualizados, eles não nasceram para serem compreendidos e rotulados. O mundo deles está muito distante de tudo que rola à nossa volta, pois vivem ensimesmados, vendo o que ninguém vê, ouvindo vozes dentro da mente e falando um idioma estranho, muito estranho mesmo.

Ame-os ou deixe-os, mas nunca tente mudá-los, pois eles sabem muito bem o que querem.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

TEIA AMBIENTAL - A POLUIÇÃO ESTÁ NO AR E EM TODO LUGAR



            



Estava pensando no tema ambiental deste mês, e resolvi refletir no que mais me tem desagradado nos últimos tempos. Eu queria saber que sujeira estava poluindo mais o meu ambiente. Confesso-lhes que eram tantas as opções que resolvi optar pela menos previsível, a poluição mental.
Aproveitei uma notícia que até me surpreendeu, mas a vida nos reserva muitas surpresas. Pasmem meus leitores, mas a Alemanha enfrenta uma séria crise de analfabetismo. Apesar de passar a imagem de uma sociedade culta e literária, existem sete milhões e meio de alemães que não sabem ler e escrever.
Lá, um país de primeiro mundo, quem termina o primeiro ano escolar sem saber ler ou escrever corre o risco de ficar analfabeto para sempre. Segundo consta na reportagem, o governo alemão não dedica tempo para se ocupar com alunos considerados problemáticos.
E o que isso tem a ver com a poluição, pode perguntar o leitor mais questionador. Sabe o que me veio à cabeça, caro leitor? É que, talvez, seja melhor ser analfabeto do que aprender a ler e escrever, e ocupar o tempo na frente do Facebook dizendo bobagens, despejando um palavrório sujo, puro lixo que polui a rede ambiental.
O povo brasileiro assumiu uma baixa autoestima tamanha que tudo que é nosso é pior do que o estrangeiro. É comum a gente ouvir, “só podia ser coisa de brasileiro” ou, “neste país todo mundo é ladrão” ou “o Brasil não é um país sério”.
Quem repete isto, e são muitos, ainda não se deu conta que está prestando um desserviço à nação e fazendo o jogo das elites que adoram se aproveitar desse baixo astral do povo para aumentar as suas influências e ampliar o seu domínio sobre as mentes fragilizadas das massas.
Quem abrir distraidamente o Facebook pode ser sufocado por um monturo de lixo, que vai desde bobageiras de novelas até ofensas morais gravíssimas a pessoas que a maioria nem conhece. Como se pode usar um palavreado tão vulgar e lançar ofensas a esmo, sem refletir antes naquilo que se está falando!
Lixo, meus caros leitores, este é um lixo que não vai para os aterros sanitários e nem para lixões, mas para dentro de nossas casas! E o destino desse lixo é a nossa mente que ao ler retém a imundice despejada sobre nós, e acaba por despejá-lo no ambiente do lar.
Por favor, vamos ter mais zelo pela justiça e pela verdade. Nem tudo, ou quase nada, do que se lê nos meios de comunicação é digno de ser aceito como verdadeiro. Os meios de comunicação produzem o lixo e as massas ignorantes abraçam as mentiras e espalham-nas no ar, como se todos fossem corruptos e ninguém prestasse.
Toda vez que ligar a sua televisão para assistir um telejornal saiba que a poluição está no ar. Antes de aceitar uma notícia como verdadeira, reflita que ela pode não passar de mais um lixo que está sendo atirado para poluir a sua mente.
Aquele insulto dirigido a uma autoridade ou a uma figura pública pode ter interesses escusos que viram lixo nas telas da TV ou do computador. Nem todos são ladrões, nem todos merecem ser ofendidos ou ridicularizados com cinismo e deboche. Este lixo televisivo e internáutico estão poluindo o ar e o lar. O ambiente está sendo agredido por palavras e pensamentos indignos de circular nos meios sociais e familiares. A poluição no Facebook precisa ser recolhida e reciclada, para transformar esse lixo global em matéria orgânica digna de adubar a nossa cultura.
Outra questão que vem tomando a atenção de muitos e que vem sendo motivo de ataques aos governantes é a sucessão de protestos de rua. A sensação que se tem é que a nação brasileira está toda ela “do contra”. Não caiam nessa, meus ingênuos leitores!
O mundo está todo na rua, gritando e protestando contra tudo e contra todos, sem saber bem o que se quer da vida. Não, não caiam nessa que estão tentando enfiar por sua goela abaixo, que só os brasileiros estão sendo sufocados pelos problemas dos tempos modernos.
Acabo de ler outra notícia que nos dá conta de ser Paris a capital mundial dos protestos. Uma média de 10 protestos por dia levou às ruas, durante o ano de 2013, cerca de onze milhões de participantes. Em Paris, uma cidade sonhada pelos românticos e amantes sonhadores, protesta-se contra qualquer coisa que esteja incomodando os exigentes franceses.
Os homens pintam os rostos, as mulheres arrancam as blusas e expõem os seios, os jovens põem fogo nos carros e os velhotes desfilam suas bengalas ameaçadoras gritando palavras de ordem. Depois, tudo pode acabar num café na mesinha da calçada, comendo brioches e acusando o Sarkozy ou exaltando a beleza da Carla Bruni.
A moda é protestar, e quem não pinta a cara e berra na rua, passa um atestado de alienado político, um burguês conservador ou termos mais chulos que me nego a mencioná-los. Se quiserem um conselho de quem já atravessou muitas etapas desta e de outras vidas, parem de reclamar e, cada qual assuma suas responsabilidades.
O povo francês ainda está queimando os karmas da Revolução Francesa, e nós não devemos imitá-los. Os norte-americanos ainda estão acumulando os karmas que começaram em Hiroshima, e não é bom entrar na energia deles. Os alemães sofrem as agruras da herança nazista até os dias de hoje. E, nós não temos nada com isso.
O Brasil está no seu tempo de expansão e precisa que o seu povo pare de copiar os outros, deixe de se iludir com as falsas notícias desses pretensos meios de informação, que são muito mais meios de contaminação, introduzindo vírus mentirosos ou desagregadores para beneficiar seus parceiros internacionais.
O lixo está no ar, está nas telas, está nas mentes – O LIXO ESTÁ EM TODO LUGAR. Vamos reduzir esse lixo, vamos reciclá-lo. Não façam o papel de lixeiros que transportam o lixo para dentro de suas próprias casas. Pensem bem, antes de produzir o seu lixo. Não usem o seu Facebook como um caminhão de lixo. Não despejem o seu lixo na casa dos outros.




sábado, 7 de junho de 2014

TEIA AMBIENTAL - COMENDA AMBIENTAL PARA O BRASIL


Meus caros leitores:
A cada dia 7, costumo relatar alguma atitude condenável contra a saúde do planeta. Até parece que os ambientalistas sentem prazer em acusar e condenar a humanidade por tudo de mau que vem acontecendo com a natureza. Mas, infelizmente, as agressões têm sido graves.
Neste mês, em que se comemora a importância e a proteção do meio ambiente, eu vou mudar o rumo da prosa, e trarei para este meu espaço, palavras de elogio ao povo brasileiro.
Esta exaltação nacionalista vem mesmo a calhar, numa época em que, incentivada pelos meios de comunicação a serviço dos interesses internacionais, a nação brasileira vive criticando e denegrindo a sua própria imagem, como se cada cidadão sentisse prazer em se violentar e se subestimar perante outras nações. 
Numa época de tantas homenagens a quem não as merece, recomendo uma comenda ambiental ao povo brasileiro, por ter sido, a nação brasileira, considerada pela ONU, um exemplo de sucesso na redução do desmatamento e das emissões de gases de efeito estufa. 
O documento intitulado "Histórias de sucesso no âmbito do desmatamento : nações tropicais onde as políticas de proteção e reflorestamento deram resultado", dedicou um capítulo ao Brasil, que foi considerado o país que fez as maiores reduções  no desmatamento e nas emissões de gases em todo o mundo.
A matéria , publicada no JORNAL DO BRASIL, um dos poucos órgãos de imprensa em que se consegue encontrar opiniões isentas de partidarismos e interesses escusos, menciona que o governo brasileiro reduziu o desmatamento na Amazônia, por meio da criação de áreas de proteção ambiental a partir da segunda metade da década de 1990.
De acordo com o estudo científico, encomendado pela ONU, "as mudanças na Amazônia brasileira na década passada e a sua contribuição para retardar o processo de aquecimento global não têm precedentes em nenhuma outra nação no mundo inteiro. . 
O mais significativo de tudo isto foi a conclusão a que chegaram os analistas que, ao contrário do que argumentam as grandes nações e as indústrias exploradoras da natureza, o desenvolvimento econômico não é prejudicado pela redução do desmatamento. As indústrias de alimentos prosperaram apesar das ações de redução do desmatamento. 
O relatório avalia também que, a derrubada da floresta amazônica que era vista no século 20 como algo necessário para o desenvolvimento, passou a ser considerada como uma destruição de recursos, e como uma ação devastadora e exploradora do que se constitui um patrimônio de todos os brasileiros.
O estudo exalta a criação de reservas indígenas e as ações dos promotores públicos ambientais como um papel fundamental nos resultados alcançados. Um acordo celebrado pelo Brasil com a Noruega, que já repassou 670 milhões de dólares em compensação pelas reduções das emissões, destaca o apoio internacional que o Brasil vem recebendo com essas ações preservacionistas. 
Diante de tudo isso, o documento exalta o exemplo dado pela nação brasileira, como uma atitude de grande influência política sobre os demais países, ressalvando que não se trata de um simples projeto econômico, mas de uma iniciativa que visa a mudança de comportamento dos países mais industrializados.  
A conclusão final é que, a redução do desmatamento da Amazônia já trouxe uma grande contribuição no combate à mudança climática, mais do que qualquer outro país na Terra. E os que assinam esse documento são cientistas estrangeiros que atuam junto à Organização das Nações Unidas. 
Será que já não é hora de cada brasileiro passar a ter um pouco mais de respeito pela sua nação? Será que já não é hora de pararmos de nos desmerecer, ridicularizando e menosprezando a nossa condição de brasileiros? A quem estamos servindo, agindo desta forma, senão aos interesses dos países mais ricos que tentam fragilizar a nossa soberania, afetando a vontade do povo!
Vamos parar de reclamar e passar a tomar atitudes. Vamos deixar de repetir o que se ouve no Sistema Global, e não compartilhar dos interesses dos financistas internacionais, a quem servem esses meios de comunicação. Vamos parar de gastar tempo com fuxicos no Facebook, e divulgar notícias de interesse do povo brasileiro e de proteção às nossas reservas ambientais. 
Chega de repetir tolices, de alimentar consumismos tolos e de promover o besteirol que assola a telinha, com seus BBBs amorais e suas novelas imorais! Chega de apoiar declarações tolas de pessoas que não sabem o que dizem, e que tentam convencer que falam em nome da população brasileira. 
Por que este resultado obtido pelo Brasil não foi para a mídia global? Porque não há interesse dessa mídia de erguer a moral do povo brasileiro. Quanto mais pra baixo e menos consciente do seu valor, mais fácil é o povo de ser manipulado. 
Distribui-se tantas medalhas e comendas, exalta-se o Meio Ambiente e criam-se datas de celebrações para a árvore, para a água e para tantas coisas que parecem importantes, por que uma conquista dessa magnitude passa em branco na imprensa?
A TEIA AMBIENTAL não se curva diante desses interesses manipuladores, e publica a honraria dirigida ao Brasil e exalta o JORNAL DO BRASIL por ter divulgado a notícia. 
 Agora, meu caro leitor, passe a ler com mais critério esses noticiários que se espalham pela internet. Na sua quase absoluta maioria, eles só dão notícias que passam antes pela censura dos seus patrocinadores e anunciantes internacionais. 
Pensem bem que, a imprensa só será livre, no dia em que o leitor se libertar dela. 
Até lá, que cada um faça a sua censura pessoal sobre aquilo que lê.
 












quarta-feira, 7 de maio de 2014

TEIA AMBIENTAL - EU QUERIA SER CIVILIZADO COMO OS ANIMAIS



Será que ainda quer Roberto?
Eu já nem sei quem sou não é mesmo Roberto? Ah, o dinheiro muda hábitos, modifica opiniões e mexe com as nossas crenças!
Nada contra ganhar dinheiro promovendo o consumo da carne, mas que diferença há entre o boi e a baleia? Ou entre o outro e o atual Roberto Carlos? Seria o parceiro das músicas, que anda distante?
Eu fico ouvindo a música de Roberto e Erasmo, O Progresso, e me perguntando como é possível que o autor faça propaganda do consumo de carne. Eu até entenderia que ele não fosse vegetariano, como veio a afirmar, mas promover a comilança e a matança de animais, aí e demais.
“E as baleias desaparecendo por falta de escrúpulos comerciais”. Por que só a matança de baleias seria falta de escrúpulos comerciais, e não a matança de bois, e de todos os demais animais? Todas as matanças de animais têm o mesmo objetivo, os interesses comerciais.
O que será que houve, hein Roberto?
“Eu queria gritar que esse tal de ouro negro não passa de um negro veneno”. Agora, já está liberado para fazer propaganda da Petrobras, e defender os vazamentos de óleo que estão manchando os nossos oceanos. Como diziam meus filhos, “pai, agora liberou geral”!
Que tristeza! Ou, melhor, que vergonha!
Não pode matar as baleias para comer, mas a matança de bois é um ato comercial digno! É isto mesmo, Roberto? E a afirmação que queria ser civilizado como os animais, não quer mais? Será o boi um animal civilizado?



E você, meu carnívoro leitor, acredita que o boi é um animal civilizado, ou deve ser excluído da lista, deixando essa virtude somente para a baleia? E, a propósito, já adotou o carro a álcool? Que pergunta boba, não é mesmo? Se a matança está liberada, a poluição dos mares já não deve ser a sua preocupação.
Eu relevo a sua voracidade carnívora, afinal não é da sua autoria a afirmativa que matar animais é um ato de falta de escrúpulo comercial, não é mesmo?
Antigamente, os nossos ídolos morriam de overdose, agora, o risco é perder nossos ídolos pela mais absoluta decepção.
Enquanto o Paul McCartney promove o fim do consumo de carne, o nosso Roberto Carlos estimula a matança do boi. Afinal, ele alegou que era um homem do mar, e não podia ver o sangue das baleias tingindo os oceanos. Manchar a terra deve ser diferente.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

TEIA AMBIENTAL - JUSTIÇA PARA DAR À LUZ, JUSTIÇA PARA DAR A ÁGUA.



Ah, meus caros concidadãos, existem coisas que não dá para entender ou, melhor seria dizer para aceitar. Criamos um sistema autoritário para nos dar segurança e proteção, a que chamamos de democracia. Democracia vem do grego, em que demos é povo e cracia, poder. 
Quando constatei a origem da palavra, fiquei em dúvida se mantinha a tradução original de demos, ou se a interpretava como me parece mais coerente, oriunda de demônio. Se assim for, tem tudo a ver com a realidade do sistema que nos foi imposto, “poder do demônio”.

A democracia, ou poder do demônio, pode tudo, e até obriga o cidadão a fazer com os seus instrumentos de tortura, o que consideram direito do Estado sobre a vida de cada cidadão. Cuidando, mal e porcamente, da integridade física da população, esse poder demoníaco se intromete na livre decisão de cada um, em nome de uma pretensa e discutível justiça. Mas, na hora de decidir pela sobrevivência da humanidade, cadê a força desse poder de proteção?
O sistema se mete na vida do povo, obrigando a massa ingênua e robotizada a injetar no corpo vacinas que irão afetar seriamente o sistema imunológico, com a alegação de proteger contra supostos e, na maioria das vezes, ilusórios riscos de vida.   
Intrometendo-se ainda na educação dos filhos, esse sistema demoníaco obriga os pais a pôr seus filhos na escola a partir dos três anos de idade, idade inadequada para retirar as crianças do seio da família, por estarem expostas a toda sorte de influências. É o Estado querendo introduzir nas mentes receptivas das crianças os seus conceitos lesivos à coletividade e à independência do modo de pensar.
Vou parar por aqui, para não me estender por páginas e páginas, e acabar por criar uma sensação de angústia e depressão na mente do leitor mais sensível. Eu poderia mencionar o crime contra a humanidade de gerar guerras e enviar a juventude para a morte. Permitir o comércio de armas, estimular os agrotóxicos e os transgênicos e a derrubada de árvores. Tudo em nome de um falso progresso, destrutivo e criminoso. 

Recentemente, na cidade de Torres, no Rio Grande do Sul, a justiça obrigou uma grávida a fazer cesariana contra a sua vontade, alegando que mãe e filho corriam risco de vida. Será que este é um fórum da justiça, obrigar uma cidadã a ter o seu filho por um método que ela rejeita? Será que a alegação é convincente, se a mesma justiça é incapaz de evitar as mortes diárias de inocentes, que já saíram das barrigas das mães e estão entregues à violência das ruas?
A mesma justiça que obriga a dar à luz do jeito que o sistema julga seguro não é capaz de obrigar o Estado a zelar pela água que é a verdadeira fonte de vida. Onde estão os Promotores Públicos e os Juízes tão zelosos por preservar a vida? E o STF para que serve? Além de julgar escândalos politiqueiros, é claro!

Estamos diante de um fato preocupante em que as reservas de água potável na cidade de São Paulo estão se esgotando, atingindo algo em torno de 15% da sua capacidade máxima. E o que a imprensa faz é noticiar, diariamente, a medição para baixo, a caminho do zero. E o que os governantes fazem é olhar para o céu e rezar para chover. E o que a justiça faz é obrigar a população a obedecer aos interesses do sistema demoníaco, que apelidamos de democracia, com a esperança de estar criando um poder para o povo.
As florestas estão sendo derrubadas ou queimadas. Os interesses econômicos se sobrepõem à ordem evolutiva da Natureza. As chuvas são sempre as vilãs, ou porque não vêm quando são esperadas, ou porque vêm num volume exagerado e inundam os centros urbanos, que a nossa ridícula sabedoria progressista asfaltou e impermeabilizou.
Onde estão os governantes, diante da trágica possibilidade de vermos secar os reservatórios de água? Eles estão nas telinhas dando declarações ingênuas, pondo a culpa na falta de chuvas ou erguendo as mãos aos céus orando por um milagre.
E onde está a justiça e os Promotores Ambientais? Que decisão vai obrigar o governante a abortar seus programas de desenvolvimento predatório, os verdadeiros vilões das mudanças climáticas no planeta. As florestas são derrubadas, os rios desviados e represados, e a culpa é do El Niño, ou dos ventos difusos, ou da ausência de nuvens...
Este é o sistema que nós seres humanos inventamos para nos proteger de algum monstro da lagoa, que parece ser uma ameaça constante e eterna, e que distrai a nossa atenção dos riscos que estamos correndo, dia após dia. 

Alô, alô, justiceiros do sistema, façam alguma coisa, para obrigar os governantes a mudar de atitudes, e permitir que a água volte a repousar em nossos reservatórios de vida. É difícil é? Mais uma razão para agir com rapidez, antes que as crianças do amanhã tenham seus direitos de nascer preservados, num parto natural ou numa cesariana, e venham a morrer de sede.
Chega de fazer de conta. A mesma justiça que se faz durona e defensora dos fracos e oprimidos precisa ter a mesma dignidade para obrigar as autoridades a adotar políticas que preservem os mananciais e impeçam a derrubada de florestas. 

Não existe progresso sem cuidados ambientais. A Natureza está dando um pequeno susto na gente, mas, no fundo, ela fala sério. Ou o sistema muda ou a Natureza muda o sistema. A situação é grave, e precisa ser atacada. Vamos deixar a mãe decidir como quer dar à luz, quando pretende pôr seus filhos no colégio ou se acham que vacinas dão saúde mais do que enfraquecem o sistema imunológico dos seus filhos. Isto é fórum íntimo de cada um.  Abastecimento é direito da população e dever dos governantes.
Triste sina a nossa, tudo dia 7 alertar ao mundo o mal que estamos fazendo ao nosso planeta. E pior ainda, o pouco interesse das pessoas que serão vítimas diretas desses descasos do sistema democrático, em que impera o poder do demônio.
Como dizia o meu mestre, é preciso dar educação e cultura ao povo, e Iniciação Espiritual às lideranças. Enquanto isto não for feito, continuaremos a assistir cegos guiando cegos.
Que tristeza!
  



sexta-feira, 7 de março de 2014

TEIA AMBIENTAL - PARA QUE SERVEM USINAS NUCLEARES?




 

Meus queridos leitores, muitos devem julgar que sabem a resposta a esta simples pergunta. Não, não sabem. Pensam que sabem, mas estão completamente enganados. Os governantes tentam defender a utilidade das usinas nucleares, mas, quando o fazem, não tocam na verdadeira intenção por trás delas – ganhar dinheiro, só isto, dinheiro e mais nada.  
Quem ganha? Sempre os mesmos. Quem perde? O povo, o cidadão comum e a humanidade inteira. Mas, Eles não desistem, recuam, dão um tempo, mas não desistem. São abutres disfarçados de humanos. Demônios com asinhas de anjo.
Lembram-se da Usina de Fukushima? Aquela mesma, que deixou o mundo inteiro de sobreaviso, depois de um tsunami ter destruído o que os técnicos juravam ser de segurança máxima.
Quase três anos passados, o processo de descontaminação continua. A completa desativação da usina está prevista para daqui a mais de três décadas. A limpeza está sendo executada por contratados, entre os quais moradores de rua, sob a custódia do crime organizado, que se aproveitou do caos reinante na região.
Eu não estou falando do Brasil, estou me referindo ao Japão, este país tão elogiado por muitos que gostam de denegrir a imagem do nosso país.
Mais de três mil homens trabalham no interior da usina, sob os altos riscos de contaminação. Muitos são contratados nas cidades vizinhas, que viraram cidades fantasmas, após a tragédia. Alguns desses homens estão entre os que foram expulsos de suas casas, após a catástrofe de março de 2011. E muitos outros foram arrebanhados entre os moradores de rua, por se submeterem a todos os riscos sem terem noção em que estão se metendo.  
A situação desumana se agravou no instante em que o alto risco só conseguia atrair indigentes, endividados e aposentados. A situação dentro da usina, na tentativa de desaquecer os reatores corresponde a quase que uma sentença de morte.
Os contratados só ganham por dia trabalhado, sem seguro saúde ou sem qualquer proteção quando ficam doentes. E, quando recebem, ficam apenas com uma parcela, que muitas vezes é menor do que os descontos que vão para as agências recrutadoras e para a máfia japonesa, que exerce um forte controle sobre as contratações.
A controladora de energia nuclear no Japão não tem prazo definido para concluir os trabalhos de desativação da usina. Três, talvez quatro, cinco ou mais décadas. Tudo é possível, em meio ao caos que tomou conta dos trabalhos em Fukushima.
A pergunta que faz o povo japonês é a mesma que fazemos aos defensores das usinas nucleares em nosso país – e a segurança máxima? Aquela segurança absoluta prometida quando da contratação dos serviços, e antes da entrada em funcionamento, desaparece depois que os reatores entram em ação. Daí em diante será o que Deus quiser.
Como defender este tipo de produção de energia elétrica que se torna uma autêntica bomba de ação retardada quando começa a produzir energia? Que energia é essa que para acender luz na casa da gente mata quem ficar exposto à sua ação? Que arma letal é essa que para tornar o país mais rico torna as famílias mais sofridas, com viúvas e órfãos espalhados pelas redondezas?
Essa desgraça, e eu insisto, está acontecendo no Japão, um país de primeiro mundo, que é considerado um exemplo de progresso e desenvolvimento. Todos os mais modernos recursos de descontaminação estão sendo utilizados.
Há três anos que os trabalhos não param, e, diariamente, milhões de litros de água contaminada são despejados no oceano. Muitos já morreram, muitos estão morrendo e muitos mais continuarão morrendo afetados por essa contaminação que provoca câncer, e ataca e destrói o sistema imunológico da criatura humana.
E ainda se tem coragem ou desfaçatez de se falar em novas usinas nucleares no Brasil. As de Angra já estão pra lá da conta, e já devem ter deixado muita gente rica. Chega de brincar com a vida alheia. Leva-se cerca de 20 anos para se formar um trabalhador, e acaba-se com a vida dele em frações mínimas de tempo.
Energia do sol, do mar e do ar, nós temos de montão. Energia muito mais barata se for levada a sério. Que os defensores das usinas nucleares procurem ganhar dinheiro com menos risco para o nosso povo, não só os brasileiros, mas todos que habitam este belo planeta azul.
Que Fukushima sirva de exemplo! O desastre foi para o povo japonês, mas o sofrimento foi de todos nós. Vamos aprender a lição, sem ter de passar pela mesma tragédia.
E, pensando bem, para que servem mesmo as usinas nucleares?

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