Os karmas, para quem não tem um convívio muito íntimo com os seus significados, costumam ser intrincados enigmas, de difícil compreensão e aceitação. Imaginem só, quando eles surgem em dupla, em trio ou num quarteto, que confusão nas mentes e quanta revolta no coração!
Os mistérios das origens kármicas provocam muita curiosidade e especulações, mas bem poucos têm a noção exata dos segredos que trazem e de como decifrá-los. Os karmas são vistos como fantasmas espirituais, quase demônios, de quem todos querem distância. Ninguém gosta de reconhecer suas origens kármicas, e quase todos se recusam a se identificar com eles.
A realidade, a que poucos se dão conta, é que, os karmas, por serem meros efeitos de ações cometidas noutras vidas, são inevitáveis, como se fossem o trovão após um relâmpago. A grande maioria, daqueles que me consultam, fica logo assustada, quando menciono a presença de números kármicos em seus mapas. Quem já fez regressão ou consultou videntes, esperava ser informado que, em vidas passadas, já fora rei, santo ou herói. E fica decepcionado, arrasado mesmo, quando toma consciência dos karmas que carrega nas costas. As pessoas, de um modo geral, têm dificuldades em reconhecer suas fraquezas, e quase ninguém conseguem enxergar o seu lado mau, às vezes cruel e perverso. A impressão que se tem é que somos poços de virtude, forçados a lidar com o lixo e a poluição produzida pelos outros. Daí porque, é comum encontrar-se justificativa para todos os nossos erros, transferindo-se culpas e não as reconhecendo em nós.
A realidade, porém, é que a humanidade sofre de 4 espécies diferentes de males kármicos, diagnosticados na numerologia sagrada pelos números 13, 14, 16 e 19. Se possível fosse definir cada um deles, por uma única atitude reprovável, poderíamos resumir esses "pecados de outrora" em medo, egoísmo, ganância e dominação. Cada uma dessas malignas heranças se desdobra, porém, em diversas pequenas partículas maldosas, que compõem o conteúdo malévolo de todos os karmas.
O karma 13 é o medo do desconhecido, a omissão diante do que se esconde por trás dos remorsos de más ações de outras vidas. Os traumas resultantes dos atos maldosos, que foram praticados em vidas passadas, inibem e acovardam. O karma 14 é o efeito dos apegos à matéria e aos prazeres físicos, que foram as sementes do egoísmo que levaram ao rompimento com as pessoas amadas. O karma 16 é o sinal da vaidade, do egoísmo, da traição e do que de pior se pode esperar da criatura humana. O karma 19 é a imagem do dominador, usurpador, o que explora o trabalho alheio e toma para si o que retira dos outros.
Se sozinhos, os karmas já trazem desgraças, tragédias, destruições e mortes, quando surgem em parcerias, aí mesmo é que podem tomar proporções catastróficas. A presença desses números kármicos revela, é verdade, diversas más ações do passado, mas não condena ninguém "ao fogo eterno", nem as expulsa em definitivo do Paraíso. As saídas existem, para cada caso, como bulas de remédio, que indicam as dosagens corretas e os efeitos colaterais possíveis. Por isso mesmo, é preciso saber ler a bula e estar preparado para conviver com os tais efeitos colaterais. A tradição popular costuma dizer que "o que arde, cura, o que aperta, segura". Não se pode pretender vencer a dor e as doenças do corpo, sem uma dose de sacrifício. E o mesmo acontece com as doenças da alma.
Se alguém sofre com um nº 13 junto a um 19, terá de saber que irá precisar trabalhar dura e intensamente, para que possa compensar o pouco que fez noutras vidas. E não adianta lamentar as perdas, pois elas serão indispensáveis para pagar as dívidas contraídas e jamais quitadas no passado. A esses pobres revoltados, lembro que, quando exploraram os outros, pondo-os a trabalhar para a sua opulência, se sentiram como donos do mundo, insensíveis às carências alheias. Agora, está na hora de devolver o que retiraram para si, sem merecimento, sem qualquer esforço.
Se o 13 aparece associado ao 16, será preciso entender o motivo do medo por tudo que se relaciona aos fenômenos espirituais. Essas apavoradas criaturas, quase sempre, muito apegadas às crenças e religiões, muito ortodoxas e conservadoras, foram praticantes de magia negra e se aproveitaram dos seus conhecimentos e poderes para realizar rituais secretos com a intenção de dominar as mentes e os corações daqueles sobre quem lançavam seus feitiços. Agora, terão de aprender a empregar seus dons de magia e vidência para o bem, para aconselhar e curar os que buscam sua ajuda. Se um 14 se une a um 19, houve rompimentos de relacionamentos amorosos, abandonos de filhos e ações de dilapidação dos bens da família. Se o encontro é do 16 com o 19, tirania e despotismo foram os estigmas de crueldade, dos atos praticados noutras vidas. Se é o 14 que surge junto ao 16, então, haja egoísmo e ambição para resgatar.
De uma coisa é preciso não esquecer, dos karmas não se pode escapar. Não há milagres que os anulem, nem orações que os perdoem. Nem adianta pedir a algum santo milagroso, e muito menos fazer promessas. Mas, nunca se deve deixar de orar e pedir perdão. A oração é o diálogo silencioso com o nosso"ego divino". O perdão é o sentimento do nobre arrependimento, que não anula o erro, mas consola e redime a alma. Mas, nenhum dos dois exime das punições kármicas, às quais deveremos submeter-nos, com humildade e aceitação. Há de ser a forma como nos portarmos, diante dos karmas, que determinará o tempo e o espaço dos sofrimentos e das frustrações em nossas vidas. A felicidade e o bem estar de cada um de nós independe da quantidade e da qualidade dos karmas trazidos de outras vidas, mas estão diretamente relacionados com o modo com que viermos a encará-los e a conviver com eles. A não ser assim, será uma luta inglória contra odestino. E, nunca é bom esquecer que o destino é o braço direito de Deus.
Calma lá, amigo leitor, eu não me enganei no dia ! Mas, que o dia dedicado ao meio-ambiente deveria ser 7, disso não tenho dúvida ! E que o mês mais indicado seria julho, disto também não arredo pé. O nº 7 é aquele que melhor simboliza a preocupação com a preservação ambiental. Nenhum outro número está mais identificado com os ideais preservacionistas do que o naturalista, científico e místico nº 7. A interpretação numerológica do nº 7 é o maior testemunho do quanto estão relacionadas a ciência com a espiritualidade, e essas com a natureza. As pessoas nascidas num dia 7 ou naqueles cuja soma dá 7, como o 16 e o 25, devem viver junto à natureza, onde se sentirão tranqüilos e sadios. Quem tem o 7 na alma, na personalidade ou na missão se sentirá como um guardião da natureza, defendendo a integridade das florestas, a pureza do ar e a limpidez cristalina das águas dos rios. Como já escrevi numa outra postagem, essas pessoas que vivenciam o nº 7são consideradas, por muitos, esquisitas e insensatas, pois são capazes de chorar por uma árvore tombada ou por uma espécie animal em extinção, e não se sensibilizar com "sem-terras" ou carentes na fila das cestas básicas. A mente dos que vibram o nº 7 é muito chegada ao perfeccionismo, e não se deixa levar pelas emoções ou sentimentalismos, na hora de analisar o comportamento humano. Essas pessoas pensam como cientistas, têm a visão dos místicos e percebem à distância os aproveitadores e preguiçosos, que querem levar vantagem em tudo. A natureza não tenta enganar o homem. Os animais são puros e instintivos, não traem, não são mentirosos e respeitam os ambientes onde vivem. Por isso mesmo, os animais silvestres, os rios, oceanos e florestas são amados e reverenciados pelos que vivenciam o nº 7, enquanto a criatura humana é vista com a mais absoluta desconfiança. Agora, me respondam com sinceridade se não deveria ser num dia 7, a data escolhida para se comemorar o dia do meio-ambiente ! Mas, essas datas comemorativas não são obras de nenhum filósofo, cientista ou místico, mas, quase sempre, escolhas interesseiras e comerciais de autoria de algum espertinho que sabe como manipular a crendice e a ingenuidade alheia. Não se surpreendam se aquele que chora com a mão no peito, ouvindo o hino nacional, enquanto estudantes plantam uma árvore, seja um dono de serraria que corta árvores nobres em plena floresta amzônica. Por essas e outras razões, as criaturas que são regidas pelo nº 7 preferem a solidão do campo, o canto das aves e o coachar dos sapos num regato, do que o convívio com o cidadão de terno e gravata, bem falante e todo cheio de empáfia, quando se diz um ecologista. A humanidade está vivendo um momento de grandes transformações, quando antigos padrões estão sendo desmascarados e dando lugar a novas verdades. A realidade é que, na opinião de Peter Russell, autor de "O despertar da Terra", estamos no limiar de um salto evolucionário, que só ocorre uma vez a cada bilhão de anos. E isto parece estar diretamente relacionado com a Teoria Gaia, desenvolvida pelo biólogo James Lovelock, que afirma ser a Terra uma entidade viva com potencial para se autopreservar, e que no seu esforço para se defender pode levar a humanidade à extinção. Em seu livro, Peter Russell relembra suas primeiras divagações, quanto ao futuro do planeta, diante da forma abusiva como a humanidade vem explorando os seus recursos naturais. Ele relata que, jovem ainda, acreditava que as ações humanas provocariam sérias mudanças na vida da Terra, e que todas elas tinham contextos negativos, incluindo holocausto nuclear, colapso ecológico, fome universal, pestes ou alguma catástrofe imprevisível. À medida que os anos se passavam, ele começou a antever uma outra solução, menos dramática, em razão da mudança de atitudes da criatura humana, devido a um amadurecimento natural e a um aperfeiçoamento espontâneo da humanidade terrestre. O livro a que me refiro foi escrito em 1983, há cerca de 25 anos atrás, quando as experiências extremas que estamos vivendo, ainda não davam os primeiros sinais das crises que afligem a vida de todos nós. Havia uma guerra fria, é verdade, mas nada que se compare às atuais guerras quentes, que ameaçam o futuro imediato da humanidade. Irã e Coréia não estão muito dispostos a fazer uma guerra diplomática e com a frieza dos russos. A gripe suína apavora o mundo inteiro, da mesma forma como já aconteceu com a gripe das aves e com a vaca louca. O sistema financeiro despenca a cada dia, e nenhum remendo americano, europeu ou internacional consegue devolver a confiança perdida, num pretenso progresso eterno e ilimitado. Falta água em quase todos os continentes, matando populações inteiras em diversas regiões do planeta. Enquanto isso, empresas poderosas engarrafam a água retirada do subsolo, dos rios e lagos, sem a menor cerimônia, e oferecem-na a peso de ouro. Morre-se de fome, em todas as partes do mundo, mesmo nos países mais ricos, alegando-se escassez de alimentos. Enquanto isto, os mais ricos desperdiçam em suas mesas, fartas de produtos plantados e colhidos pelos mesmos povos miseráveis e famintos, que morrem à míngua sem ter o que comer. A solução existe, a humanidade tem salvação, como acredita o escritor, que declara no seu livro, que estamos vivendo um momento extraordinário de transformações, como nunca ocorrera antes, desde o surgimento da vida na Terra, há cerca de 3 bilhões e meio de anos atrás. Mas, segundo ele, e como também creio eu, tudo depende de atitudes. A raça humana tem de mudar seus conceitos, já é hora de cada um pensar mais no coletivo, e deixar de lado tanto egoísmo e ganância. Ou nos salvamos todos juntos, ou sucumbimos juntos, sem chances de milagres. Se a teoria de James Lovelock está correta, a Terra não corre perigo, a humanidade, sim. Na hora do aperto, o planeta saberá defender-se, e quem vai pagar o pato é o mais fraco, que nesse caso é a humanidade. A esperança está depositada naqueles que já despertaram para essa realidade, e que estão trabalhando pela preservação do planeta, o que corresponde à própria auto-preservação. A insistência nos padrões e paradigmas superados será um atestado de absoluta estupidez. A ciência vem confirmando tudo que os místicos vêm profetizando através dos tempos. A Teoria Gaia não foi inventada por nenhum místico, mas por um homem de ciências. A teoria do centésimo macaco também não é invencionice de uma meia dúzia de maluquinhos, que vive enxergando fantasmas à luz do dia. E tudo isso, que a nova física quântica vem revelando, o que fazer com esses ensinamentos ? Comprá-los por meia duzia de moedas, e calá-los para sempre ? E com as crianças índigo e cristal, que estão nascendo e trazendo conhecimentos que contrariam todos os conceitos e preconceitos da ciência materialista, o que fazer com elas ? O mesmo que Herodes, matá-las para não ameaçar o poder das elites ? O meio-ambiente depende de atitudes de todos, em relação não somente à arvore que vai ser derrubada, mas a tudo que ameaça a vida da humanidade e o futuro do planeta. De nada adiantam as homenagens, não tem nenhum valor os discursos com suas palavras de efeito.
A natureza é a vida no planeta, e sem ela o planeta é uma entidade solitária, girando sem sentido e meio que sem rumo, na imensidão do Universo. Pensemos nisso, como algo mais importante do que as indústrias que estão fechando. O dinheiro que se desvaloriza, o produto interno bruto que cai vertiginosamente, as bolsas que despencam mais ainda, não têm nenhum significado para a humanidade, que se assemelhe aos riscos que se corre com a destruição permanente dos recursos naturais, das florestas, dos mares e de todos os mananciais que alimentam e sustentam o ciclo de vida no planeta Terra. A benção, Mãe-Terra ! A benção, Mãe-Natureza !
Administrador comercial aposentado, um autodidata em numerologia, desde 1990, com metodologia própria denominada Numerologia da Alma, baseada na interpretação kármica dos princípios pitagóricos.
Curso de Parapsicologia no Instituto Joseph Murphy. Iniciação esotérica na Doutrina Secreta, em Ordem Iniciática Teosófica, com aprofundamento no esoterismo cristão-cristíco. Inspirado na vida espiritual, pela sabedoria do Senhor do Sétimo Raio, Mestre Saint Germain. Ecologista, escritor, cronista, poeta e instrutor de numerologia. Cursos ministrados no Rio de Janeiro,palestras realizadas no Rio e em São Paulo, com destaque para a proferida no Ministério da Fazenda no Rio, em 2005, sob o tema Numerologia e Auto-conhecimento. Palestrante do Circuito SEBRAE-2004, em diversas cidades do interior paulista, com o tema Auto-conhecimento e Espiritualidade.
Analista de mapas numerológicos e promotor de cursos, no sítio onde moro, desde 1992, em São Lourenço-MG.
A Rede de Conspiradores Preservacionistas prosseguirá tecendo a cada dia 7 a trama de conscientização que se constituirá, ao final do ano, na TEIA AMBIENTAL 2011.
Desta vez, os temas serão livres, com cada um tecendo a sua trama, a partir de fios retirados das notícias do mês que anteceder a postagem.
A participação é livre, bastando postar, cada qual no seu blog, um texto com tema à sua livre escolha. Se for a primeira vez, avise-nos para que possamos incluir o seu blog na Relação de Conspiradores.
Membros da Rede:
Alma Mater
Flora da SerraEssência Estelar MayaDicas GreenPitacos da MorgyeOrvalho do CéuEspiritual-idadeTudo que me faz bemZina's FlowersAnabela JardimPublicar para Partilhar
TEIA AMBIENTAL 2010
A Teia Ambiental é uma rede de conspiradores preservacionistas que trabalham pela adoção de novos paradigmas ecológicos de proteção ambiental.Aqueles que desejarem integrar-se à rede, basta passar a publicar no seu blog, em todo dia 7 de cada mês, uma postagem sobre qualquer tema ambiental.Temas "apenas" sugeridos pela AGENDA AMBIENTAL :7 de junho - Preservação da Água Potável.7 de julho - Exploração de Minérios7 de agosto - Consumismo e Efeitos Ambientais7 de setembro - Fontes de Energia 7 de outubro - Desenvolvimento Sustentável7 de novembro - Agroindústrias e Transgênicos7 de dezembro - Incêndios FlorestaisMembros da Rede :Alma Mater Flora da SerraCasa Claridade Espiritual-idadeZinasFlowersTudo que Me Faz BemPublicar para PartilharDicasGreenPitacos da Morgye