segunda-feira, 11 de junho de 2012

REFLEXÕES DE UM IRMÃO KUMARA AO FINAL DO SÉCULO XX

Meus caros leitores, eu já vos disse quem são os kumaras, mas, por acreditar que esquecestes o meu relato, recordo-vos, resumidamente, quem são esses seres misteriosos. Os kumaras vieram de Vênus para ajudar os habitantes da Terra a acelerar seu processo de evolução mental.

Vênus, por ser um planeta mais evoluído do que a Terra, foi escolhido pelas Hierarquias Cósmicas a prestar essa ajuda, enviando para cá um grupo de seus habitantes –os kumaras- com a missão de fecundar as mulheres daqui, de modo a gerar uma raça mentalmente mais desenvolvida.

Esses seres desembarcaram por aqui há milhões de anos, sob o comando de Sanat Kumara, que veio a ser conhecido como Melquisedec, o Ancião dos Dias, e cumprida a sua missão, muitos ainda por aqui permanecem por se terem apegado ao nosso planeta. E, suas missões tomaram diversos rumos, mas todas voltadas para a evolução espiritual da criatura humana e do próprio globo terrestre.

Um desses kumaras, no último dia do milênio passado, decidiu fazer um inventário dos últimos cem anos do milênio que estava chegando ao fim. E, como um observador que foi desse longo período, através de diversas vidas, mantendo na memória todas as suas encarnações, ele chegou a inúmeras reflexões que relato aos meus assíduos leitores.

Irmãos da Terra:

Após décadas de constantes ameaças de guerras, epidemias e medo de invasores vindos do espaço, o século XX chegou ao fim. Desde o início do século, quando a dezena 19 surgiu como os dois primeiros números das datas, o mundo iniciou o seu processo apocalíptico.

Ano após ano, década após década, sucederam-se eventos kármicos de ajuste de contas, como sinaliza a presença do karma 19, em qualquer situação. A presença do karma 19 se apresenta sempre como uma cobrança de dívidas kármicas, de pendências deixadas para trás a serem quitadas quando o destino apresentar a conta. E, no século XX o destinou apresentou a dívida kármica contraída pela humanidade noutros séculos, e exigiu o pagamento.

Deu-se, então, o olho por olho, dente por dente, com cobranças a quem devia, reparando-se as injustiças cometidas em outras eras. Os homens passaram a se matar, a roubar uns dos outros, cometendo toda sorte de violências contra seus semelhantes, e tudo sem ter a mínima consciência de que assim agiam em nome da Lei do Karma.

Enquanto a humanidade preocupava-se com o acúmulo de riquezas, os desastres financeiros se sucediam, aniquilando do dia para a noite, com grandes fortunas. Enquanto a humanidade cobiçava o poder, desejando explorar o trabalho do seu semelhante, tornando-o escravo, eclodiam as guerras, que puniam com a morte os mesmos títeres de outras eras, que estando reencarnados eram justiçados com armas semelhantes às que usaram para matar inocentes. Enquanto a humanidade sonhava com a fama, os desastres e as violências nas grandes cidades acabavam com a vida de ídolos e com os sonhos dos seus fãs, punindo seus crimes e traições de outras vidas.

A grande decadência da década de 20 trouxe a miséria e a depressão a uma sociedade materialista que investia sua vida no poder do dinheiro. Os Grandes Mestres fazem cumprir a Lei do Karma, provocando situações em que as criaturas agem inconscientes, enquanto a Lei do Karma vai sendo cumprida através dos seus atos, muitos deles considerados cruéis e desumanos, mas que não passam de efeitos kármicos justos, por causas ocorridas num passado distante, em que as atuais vítimas foram responsáveis por bárbaros crimes e atitudes perversas.

A grande depressão foi uma punição kármica muito simples, mas que transtornou a vida de muita gente neste mundo. Tudo que foi necessário não passou de mera desvalorização de papéis, que por si nunca valeram nada. Suicídios, roubos, agressões e traições, eram os homens pagando seus karmas, antigos reis pedindo ajuda aos que foram seus súditos, antigos nobres esmolando e seus servos consolando-os.

As guerras vieram exterminar as elites violentas, que julgavam poder dominar o mundo pela violência e a imposição do medo. As duas guerras mundiais resgataram milhares de karmas, e não só elas, mas as inúmeras outras guerras localizadas tiveram idêntico objetivo. Era a Lei do Karma cobrando dívidas e fazendo justiça.

Enquanto a ciência materialista progredia com suas pesquisas no campo da tecnologia, as doenças proliferavam com índices assustadores em todos os cantos do planeta. Existem doenças para cada tipo de pessoa e para cada tipo de sociedade, e elas não poupam nem ricos e nem pobres.

A humanidade esquecida do seu poder de tratamento espiritual, com rezas e rituais de cura, entregou-se nas mãos da medicina materialista, que por desconhecer a presença divina no homem, passou a tratá-lo como máquina, em que as peças são analisadas separadamente e seu funcionamento corrigido de forma mecânica.

As consequências foram terríveis, com as doenças sendo combatidas pelos seus efeitos e não pelas causas. Assim, as doenças não eram curadas, mas encobertas e controladas, muitas vezes mudando de um órgão para outro, até que não houvesse mais para onde mudar. As epidemias se alastraram no mundo, por conta dos karmas de nações e cidadãos, com a fragilização dos sistemas imunológicos, por conta do medo que se abatia sobre os que temiam o contágio. E, assim, mais mortes, mais resgates kármicos e mais almas retiradas do planeta.

A humanidade afastada da Divindade e sem sintonia com seus Mestres, viu-se abandonada e sem forças para combater o seu triste destino, no final do milênio. No entanto, os Mestres jamais abandonam os discípulos, e muito menos a Divindade poderia ficar ausente da Alma do Mundo, por ser a essência criadora da humanidade, presença permanente e eterna, enquanto perdurar a vida no planeta.

Desta forma, apesar das aparências, o sagrado trabalho estava sendo realizado, e sem que a humanidade disso percebesse. E, pior ainda, ela não tomava consciência dos males que estava causando à evolução cósmica, ao agredir a natureza e transgredir os sagrados princípios que regem a vida no universo.

Simultaneamente, agressora e agredida, assustada com os possíveis efeitos de seus atos destrutivos, numa irrefreável ganância materialista de tomar, cada qual só para si, a máxima riqueza possível, a humanidade não hesitou em roubar, corromper e matar.

A decadência foi tomando conta da vida na Terra, com todos acreditando que tratar o próximo como rival e inimigo era sadio e construtivo, e fazia parte do processo de evolução. Agora, ao chegar ao final do século, em que o justiceiro karma 19 deu por terminado o julgamento, assiste-se o desespero e o medo do que poderá vir a acontecer no próximo milênio.

Quando muitos esperavam um fim, estamos prestes a assistir um começo. Quando muitos vaticinavam guerras e destruições, começa uma era de paz e reconstrução. Sem que percebesse, a humanidade já vinha pagando, nos últimos cem anos, as suas dívidas kármicas.

Guerras, epidemias, doenças degenerativas, colapsos econômicos, quedas de governos tiranos, revoluções, perseguições religiosas, fracassos de regimes sociais e capitalistas, desastres individuais e coletivos, políticas discriminatórias raciais, sociais e religiosas, e uma série de outros acontecimentos exterminadores foram, lenta e inexoravelmente, fazendo cumprir os rigores da Lei do karma e os vaticínios apocalípticos.

A humanidade esperava ser atingida fatalisticamente por um raio de justiça num dia com hora marcada, e, por isso, deixou de perceber os julgamentos e condenações que se arrastaram ao longo do século.

Quem vier a pisar o chão da Terra, no novo século, deverá estar pronto para enfrentar uma forma diferente de vida, em que paz e justiça terão de prevalecer, sob o risco de uma condenação sumária de todos que desrespeitarem a Lei Divina.

Conseguimos trazer a humanidade até este ponto de entroncamento entre passado e futuro. Trabalhamos as ordens dos nossos Mestres, sintonizados com suas vontades superiores, e as irradiamos para toda a humanidade. Fizemos uma corrente de fé que invadiu mentes e corações, transformando medo e negativismo em coragem e esperança.

Parte da humanidade absorveu as energias sagradas derramadas sobre o planeta. Vencemos as barreiras do medo, devolvendo a essa parcela consciente a confiança na divindade pessoal, que habita cada criatura humana. Impedimos que boatos e ameaças fantasiosas atingissem a mente da humanidade, e a desviassem dos retos caminhos da Lei. Sementes douradas foram lançadas em solo fértil, e germinaram trazendo a esperança de bons frutos, para o terceiro milênio.

A nossa missão, que fora planejada desde o nosso planeta de origem, a nossa amada Vênus, vai, finalmente, alcançar pleno êxito após constantes riscos, através dos milênios. Quando aqui chegamos, tínhamos plena consciência das dificuldades a ser enfrentadas, mas, mesmo assim, sucumbimos em nossas primeiras batalhas com a energia densa que prevalecia no planeta Terra.

A missão dos kumaras era sagrada, e tinha um ideal divino e avatárico, em que o sacrifício estava previsto, assim como dores e sofrimentos. Nossos irmãos da Terra tornaram-se nossos filhos, e nós nos tornamos seus Pais.

A falta de consciência do povo da Terra era dolorosa, mas, guiados por Sanat Kumara, o grande Senhor de Vênus, enfrentamos a missão dispostos a dar nossas vidas, pela libertação daquelas criaturas, aprisionadas na ignorância e ancoradas na matéria.

Hoje, podemos celebrar um grande feito, a humanidade está salva, e a consciência divina está prestes a despertar, de forma definitiva, nas mentes e corações de cada criatura que tiver atingido um estágio superior de evolução. Pouco a pouco, o medo será erradicado do seio da humana criatura, e cada qual tomará plena consciência do quanto é iluminada sua alma.

Quem sabe, um dia, voltaremos ao nosso lar, a nossa amada Vênus! Ou, quem sabe outro jovem planeta nos aguarde! Ou, quem sabe adotemos a Terra, como nossa morada, por vontade e graça dos Mestres!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O MUNDO SEM ABELHAS


TEIA AMBIENTAL
A trama em defesa da Natureza

Meus queridos e assíduos leitores da nossa Teia Ambiental, as abelhas estão desaparecendo do planeta, e o homem não consegue saber o motivo. Um ambientalista mais radical diria que elas são abelhas e não burras. Ficar aqui para que? Quantos cuidam da natureza, com a intenção de criar jardins e embelezar o mundo?

As abelhas só têm reconhecido o seu valor pela polinização da agricultura, que não sobrevive sem elas. A preocupação com o desaparecimento das abelhas não é por outro motivo senão o econômico. Sem abelhas, não há polinização. E, sem polinização, não há produção.

Em 2007, as abelhas estavam desaparecendo dos Estados Unidos e da Europa, sem motivos aparentes. Enxames inteiros começaram a desaparecer de repente, e não se soube para onde. Após o dia de trabalho, elas não voltavam para suas colmeias, e nem eram encontradas mortas pelo caminho.

Nos Estados Unidos, o sumiço ocorreu pela primeira vez em novembro de 2006, na Flórida, e depois se espalhou por outros 24 estados americanos, chegando ao Canadá. Enquanto isso, França, Inglaterra, Espanha e Suíça enfrentavam situação semelhante, registrando-se, em alguns casos, a perda de 90% das abelhas de colmeias situadas nesses países europeus. O fenômeno foi batizado de “desordem de colapso de colônias”, sem que as causas, no entanto, fossem identificadas.

Como não poderia deixar de ser, diversas suposições apontam para as interferências danosas que o homem provoca na natureza com o uso de pesticidas e a cultura transgênica. O aquecimento global é outro possível vilão, mas, qualquer que seja a origem, o único responsável é, sem dúvida, o ser humano.


No Brasil, o fenômeno ainda não vem sendo observado, pois, ao contrário dos
Estados Unidos que só possuem, praticamente, uma espécie de abelhas, nós temos por aqui cerca de 2.000 espécies. As abelhas, nos Estados Unidos, são exploradas com o único interesse comercial, na produção agrícola. Mas, se isso se estender para o mundo inteiro, corre-se o risco de um grave desastre ambiental, com o desaparecimento do mel e um lamentável colapso n
a proliferação de plantas e flores.

Os agricultores norte-americanos recorreram à importação de abelhas da Austrália, na tentativa de manter a produção, pois sem elas não há polinização, e sem polinização não há a fecundação das plantas.

Enquanto pesquisam as causas do que vem acontecendo com as abelhas, os países onde o fenômeno tem sido registrado buscam noutros países as abelhas que faltam para manter seus programas agrícolas. Como sempre acontece, enquanto houver abelhas no mundo, nada muda, mesmo com a sinalização de que as causas possam estar nos pesticidas e nas lavouras transgênicas.

O que pouca gente sabe é que a abelha é um dos insetos mais sensíveis da natureza, sendo o que primeiro percebe qualquer alteração no meio ambiente. Durante o acidente nuclear em Chernobyl, em 1986, milhares de abelhas começaram a morrer nos países vizinhos da antiga União Soviética. Com isso, o mundo inteiro soube da gravidade do acidente que os russos tentaram encobrir.

Muitos especulam que as abelhas tenham previsto um cataclismo climático e desaparecido. Mas, se foi assim, a pergunta é para onde elas foram se não estão sendo encontradas mortas. E, por que não atribuir aos pesticidas e aos transgênicos, e sim a um possível vírus, como revelou uma pesquisa em 2009?

Um vírus deveria exterminar as abelhas, mas não fazê-las desaparecer. Estranho, muito estranho! Se formos investigar, vai ver que foi uma indústria química ou uma produtora de sementes que financiou a pesquisa.

A Inglaterra acabou de informar que resolveu o seu problema, pelo menos momentaneamente, com a importação de abelhas suecas. Há 24 anos, a população de abelhas britânicas desaparecera, e agora, os ingleses pretendem recuperar os seus enxames com as abelhas suecas.

A pergunta que se faz é que, se trazendo abelhas de fora, elas não enfrentarão, daqui a algum tempo, o mesmo colapso das suas colegas nativas, que sumiram não se sabe o motivo e nem para onde foram. Será que as abelhas suecas já chegam vacinadas contra o suposto vírus ou viciadas em pesticidas?

No Reino Unido, 97% das abelhas sumiram, enquanto na Suécia a população está aumentando. Será que a diferença não é o local do seu habitat? Ao transportá-las para o Reino Unido, será que manterão a mesma saúde e o mesmo comportamento que tinham no seu local de origem, a Suécia?

A conclusão, meu ecológico leitor, é que quando desaparecer a úlima abelha, a Terra já não mais será um planeta habitável. E tu o que pensas disso? Eu nem dou a minha opinião, senão os ruralistas e as indústrias de agronegócios dirão que é implicância minha. Mas, que eu sou implicante com eles, sou mesmo. Eles são o verdadeiro vírus que vem exterminando os enxames de abelhas do mundo.

terça-feira, 29 de maio de 2012

QUAIS SÃO OS SINAIS?



Meus queridos leitores, os novos tempos já chegaram. E, os fatos contrariam os eternos apocalípticos, que preconizavam o fim do mundo. A Terra não será destruída. A humanidade, porém, ainda corre risco.

O futuro da humanidade depende do presente, e do que alguns estão fazendo em benefício de todos. Seres visíveis e invisíveis, terrestres e extraterrestres, estão trabalhando irmanados, para que a humanidade penetre nos novos tempos, dentro do que os Grandes Mestres da Hierarquia Planetária haviam planejado para o ciclo de evolução planetária.

Quem vaticinou guerras e destruições falhou em seus prognósticos, pois a linha da vida do planeta Terra possuía outros caminhos, desconhecidos para os homens. Não haverá guerras. Mas quem precisa de mais delas do que as que já existem? Os cataclismos não ocorrerão. Mas, o que vem acontecendo em diversas regiões do planeta, até naquelas que pareciam imunes a terremotos e furacões?

A realidade, meus leitores pessimistas, que somente conseguem enxergar o lado negativo das coisas, é que, jamais antes, a humanidade tomou tamanha consciência do seu papel de proteger e preservar o futuro da vida na Terra.

Aos poucos, as pessoas veem despertando para suas responsabilidades de manter vivo o planeta, preservando a vida dos seus habitantes. A vida do planeta é a vida da humanidade, De que adianta considerar vivo, o planeta vazio, sem habitantes? Ele só tem o sentido de vida enquanto existam seres vivendo nele.

Acontece, no entanto que, para manter a vida na Terra, a humanidade está começando a perceber que terá de abrir mão de certas conquistas, que representam conforto e comodidade, para não comprometer a qualidade de vida e a própria existência da vida na Terra.

As pessoas vêm consumindo, cada vez mais, tudo que se possa imaginar e que tem servido para tornar o planeta um lixão cósmico. Enquanto poluía a terra, o ar e o mar, a humanidade brincava e debochava das profecias que alertavam para os riscos de epidemias e contaminação, que ameaçavam o futuro da humanidade.

Na última década, porém, um grande número de pessoas vem despertando para uma nova realidade, de que é o homem o responsável por salvar ou condenar o planeta em que vive. De repente, chegou-se à conclusão de que não há como culpar quem quer que seja, além da criatura humana, por tudo que vem afetando a qualidade de vida na maioria das regiões do planeta. Não há povo e nem nação mais ou menos culpado. Ou todos assumem a culpa, ou o dia seguinte será inevitável.

Os mestres têm revelado todas as informações necessárias por livros, canalizações e até pela mídia, através de notícias subliminares destinadas aos seus discípulos mais despertos, que são capazes de reconhecer as mensagens e divulgá-las como um alerta geral.

O medo tem sido combatido pelos Adeptos e Guardiões, mas ainda é produzido em larga escala. Aqueles que já despertaram suas consciências para enfrentar e vencer o medo devem combater a divulgação de notícias alarmistas e filmes sensacionalistas que só tratam de incutir o medo nas populações, alimentando os propósitos dos que só buscam prosseguir espalhando o caos nos quatro cantos do mundo.

Existem muitos seres ligados aos Mestres encarnados entre nós e trabalhando duramente para reverter o processo de intimidação, que tem surtido efeito através das últimas décadas, sobre a humanidade materialista e descrente do seu poder divino.

Se não houver compreensão, tolerância e paciência, não há como reverter o medo espalhado pelo mundo, que se manifesta na prática com atos de agressão, destruição e violência, como efeitos da perda dos verdadeiros atributos amorosos.

É a guerra, a violência e a confrontação que instigam e estimulam o medo, fazendo com que o ameaçado, muitas vezes, reaja agredindo, antes mesmo de ser agredido. Se o ameaçado ou agredido soubesse resistir à agressão sem represálias, sem vinganças ou retaliações, o medo não seria estimulado. Mas, a cada ato de violência corresponde uma reação com mais violência, num ciclo interminável de confrontações e destruições. E a consequência não poderia ser outra senão MEDO, MEDO, MUITO MEDO!

Os Mestres Cósmicos estão liberando vibrações com um padrão mais elevado, desde o centro da Galáxia, na tentativa de mudar o perfil vibratório da humanidade, ainda muito baixo e bastante inferior ao que era esperado pelas Hierarquias Planetária e Solar. Com o novo padrão vibratório, os corpos densos se sutilizam e as energias espirituais se sobrepõem à matéria.

Existe, porém, o grande risco do corpo físico da maior parte dos habitantes da Terra não suportar o aumento de vibração, e ocorrerem mortes súbitas, aparentemente sem uma causa orgânica. Isto já vem acontecendo, ainda que de forma isolada, com aqueles que exigem do seu corpo que chegue ao limite, e não suportam as pressões do novo padrão, que modificou os antigos limites.

As novas ondas têm como objetivo acelerar os ritmos e as pulsações de toda a vida no planeta. A aceleração pode levar o corpo físico a ultrapassar seus limites, que são mais curtos do que eram antes. A única forma de evitar que isto aconteça é purificando o corpo e a mente, para que não haja resistência, e a tensão não cresça além do que a nossa rede interna possa suportar.

Pessoas estão tendo colapsos de energia por curto-circuito, quando seus corpos não suportam o aumento da tensão a que são submetidos. Os Mestres apenas afirmam que as criaturas humanas terão de se sutilizar, e quem não suportar não sobreviverá.

Meus sensíveis leitores, eu sei que isso pode parecer cruel, mas as Hierarquias possuem planos sagrados que precisam ser acionados, e quem não se integrar a eles, já não tem mais nada a fazer no planeta. Tudo é uma questão de evolução, e quem não evolui ou prejudica a evolução tem de ser retirado do processo.

Muitos procuram os sinais das mudanças. Muitos olham para os céus, em busca de transformações. Aumenta a ansiedade, quando tudo parece não ter mudado. Mas, ocorrências localizadas e situações fora de controle sinalizam que as mudanças já vêm ocorrendo, e são inevitáveis.

A humanidade terá de mudar, pois assim está escrito. Quem resistir às mudanças não sobreviverá. Quem não purificar corpo e mente sucumbirá por doenças psíquicas e somáticas. Quem insistir em promover a guerra, a corrupção ética e moral, a violência contra a natureza e a exploração dos fracos e ingênuos não suportará o novo padrão vibratório.

As mortes se sucederão, caindo um a um, como acontece com as pedras de dominó enfileiradas, quando a primeira deles é derrubada e cai por cima da seguinte, que cai e derruba a próxima, e assim por diante.


A ciência não terá explicação e a medicina assistirá sem saber as causas e nem como combater os efeitos. A solução está na minha mão e na tua mão, meu nobre leitor. Temos de aceitar as mudanças sem resistir. Temos de abrir mão de conquistas que pareciam definitivas, mas que irão mostrar-se passageiras.

As religiões não salvarão, pois já vinham anunciando os riscos que a humanidade vem correndo. A ciência nada poderá fazer para reverter o quadro, pois tudo que vem acontecendo é uma questão física de causa e efeito.

A única salvação está em ti e contigo, meu atento leitor. Tu terás de abandonar teus antigos maus hábitos, teus atos maldosos e teus pensamentos repletos de malignidade. Tu terás de enfrentar isso de frente, pois já não poderás mais somente fazer de conta.

A Terra está em regime de mudanças, e cada um de nós é parte integrante do corpo planetário, sujeitos, portanto, às mesmas mudanças. Não há porque acreditar em desgraças e destruições basta assumir, cada qual, a sua responsabilidade e não resistir às mudanças.

Chega de trotes! Chega de datas apocalípticas! Chega de se omitir! Chega de bobagens!

Que cada qual assuma a sua parte, purificando a mente e fazendo uma faxina no porão da alma. Que cada corpo passe a ser alimentado por alimentos puros, que não contaminam o templo sagrado que abriga a vida. Que cada um leve a sua missão a sério, e pare de brincar com valores sagrados que desconhece.

O que tu estás esperando, meu amigo leitor? As mudanças já chegaram. E não há mais nada a esperar. Esperas por mais sinais? Os sinais estão piscando diante dos teus olhos, e já faz tempo.

Quais são os sinais? Se ainda não sabes, não serei eu que te convencerei quais sejam.

sábado, 12 de maio de 2012

NOVES FORA, NADA

Meus queridos leitores:

Muito se fala dos Novos Tempos ou de uma nova era. Discute-se se ela já começou ou se somente começará após 21 de dezembro próximo. Preocupações à parte, pouco se tem dado atenção ao principal, que é a postura a predominar nesses Novos Tempos.

As pessoas amedrontadas, diante da proximidade do desconhecido, rezam, fazem promessas e se apegam a milagres ou resgates alienígenas, como se interferências milagrosas ou fugas em noves espaciais resolvessem os problemas da humanidade – ambições e egoísmos.

Acontecimentos semelhantes ocorreram no final do milênio, quando muitos vaticinavam o fim do mundo. Aqueles que imaginaram eventos mágicos e transformações visíveis se decepcionaram. Entrou-se num novo milênio com a mesma cara com que se saiu do velho.

Uns imaginavam um final de milênio com guerras e rebeliões urbanas, mas nada disso aconteceu, além do que já vinha ocorrendo, e que sempre ocorreu. Outros pessimistas e que só imaginavam um futuro pior do que o presente, esses também se decepcionaram, quando nada do que imaginavam veio a acontecer.

O mundo caminha, a vida segue adiante e as datas fatídicas, fabricadas pela mente humana, se sucedem. Tragédias e desgraças são profetizadas, e como sempre nada demais acontece. Nem apocalipse, nem invasão de extraterrestres, e muito menos resgates por discos voadores.

Quem imaginar, porém, que não houve mudanças, engana-se. Se, fisicamente, nada ocorreu de diferente, sob o aspecto espiritual as transformações vêm acontecendo. Elas são imperceptíveis para a sensibilidade do homem comum, mas, para quem enxerga um pouco além da matéria, muita coisa está mudando, e muito mais irá mudar.

Na numerologia, o que se cobra da humanidade é que adote as posturas do número 9, em que prevalecem o sentimento coletivo e as ações humanitárias. Pensar só em si, não vai dar certo. É preciso ter uma mentalidade inteiramente voltada para as conquistas de grupo, compartilhando direitos e deveres, criando-se parcerias e celebrando-se acordos.

A maioria acredita que a humanidade está perdida, mas, isto não é verdade, ainda que muitos já se tenham perdido e não estejam preocupados em encontrar o caminho de volta. Quem pensa que tudo já esteja perdido desconhece que o que vem acontecendo é parte de um grande plano de evolução, idealizado pela Hierarquia Planetária. Cada um terá de aprender a assumir as consequências dos seus atos, sofrendo com seus erros, até nunca mais repeti-los.

O processo de evolução é lento, e nem todos estão preparados para seguir adiante, muitos ficarão pelo meio do caminho. Os fracassos parecem ser maiores do que os sucessos, mas é uma distorção de interpretação que nos leva a essa errônea conclusão. As personalidades ainda se debatem para manter vivos seus privilégios materiais, mas, as almas, nossos verdadeiros egos, estão em intensiva expansão de consciência, buscando impor a vitória da espiritualidade.

As nossas almas têm evoluído intensamente, à custa de muitos sofrimentos de suas personalidades. O sofrimento é parte da evolução, por representar um rompimento brusco nos maus hábitos e nos vícios predominantes na sociedade consumista em que se transformou o mundo moderno.

O mundo tem jeito, sim! As personalidades influenciadas pela consciência do número 9 e as missões que apontam para as ações governadas por esse número humanitário farão a diferença num tempo bem próximo, bem mais próximo do que se possa imaginar.

Pensar como um nove, e sentir e agir como o nove, eis a receita da paz universal. Aquele que souber mudar o seu padrão vibratório, do egoísmo para a partilha e do individualismo para a comunhão de interesses, esse será o primeiro dentre os que adentrarão a nova era.

A nova era não é propriamente um tempo, mas uma consciência. Não se chega nela com dia marcado, mas com a consciência alterada.

Em 21 de dezembro, mais uma vez, para a decepção da maioria, nada acontecerá de visível no plano físico, mas, no plano espiritual, uma nova energia irá iluminar o caminho dos que buscam a expansão de suas consciências.

A vida só vale a pena se ocorrer evolução, seja do planeta em sua expansão cósmica, seja da criatura humana em sua expansão espiritual. O Universo vive em permanente processo de evolução, e nós, componentes do processo de evolução do planeta Terra, estamos submetidos aos mesmos padrões que regem o Universo.

Acontece, porém, que para que se dê a evolução humana, nossos níveis de consciência terão de expandir, e com isto vaidades, egoísmos e apegos materialistas terão de dar lugar a despojamentos, ações altruístas e atos humanitários. Deste modo, as energias do número 9 irão prevalecer sobre todas as demais.

As ações individualistas deverão ceder espaços para os movimentos comunitários e solidários. As lutas por poder e riqueza deverão ser substituídas por esforços compartilhados pela paz mundial e a união de todos os povos. Estas são ações do número 9, que sintetiza as energias em defesa da liberdade, dos direitos humanos e dos ideais humanitários.

Os que sofrem a influência do número nove não pensam em si, antes de sentir que todos estão bem assistidos e seguros. Os que vibram as energias do número nove dão mais do que recebem e fazem mais questão de doar o amor do que serem amados. Sacrificam-se pelo bem estar geral e não descansam enquanto não sentem que deram tudo de si a favor da coletividade.

Essas energias novenas estarão aos poucos penetrando nas mentes e nos corações de todas as criaturas. Quem se harmonizar com elas receberá um imenso fluxo de energia divina e se sentirá mais forte mental e espiritualmente. Quem se conflitar com elas, padecerá de um processo degenerativo muito intenso, adquirindo doenças gravíssimas e desencarnando de modo abrupto e inesperado.

Isto tudo já vem acontecendo, sem que a medicina saiba explicar a origem de certos colapsos repentinos que afetam os corpos físicos de um dia para outro, ou, simplesmente, tiram a vida de quem parecia tão saudável.

O padrão vibratório de que tanto se fala não é somente quantitativo, mas, também, qualitativo. O padrão da Terra não somente está vibrando alguns ciclos mais fortes, mas, também, exigindo corpos mais puros que possam assimilar as novas energias, sem resistir a elas.

Meus atentos leitores, ou vibramos no diapasão do número 9, ou não sobreviveremos à expansão da vida na Terra. Insistir nos erros do passado é abdicar da vida. E não adianta perguntar quando isto começará a ocorrer, pois não houve dia para começar, nem haverá para terminar.

É tempo das energias do amor caridoso e humanitário do número nove. Ou elas, ou não há futuro. Com elas tudo, noves fora, nada.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

TEIA AMBIENTAL - ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

Meus queridos leitores, estamos no limiar de uma nova era, de um admirável mundo novo, um mundo sem energia nuclear. Os mais progressistas não me tomem por avesso ao progresso, nem por um saudosista ainda preso a velas e lampiões.

Acontece que, enquanto o homem não for capaz de dominar a técnica e empregar a energia nuclear com segurança, o melhor é ficar dedicado a pesquisar energias limpas, do tipo da eólia e da solar, e, eventualmente, da hidráulica, desde que em usinas de pequeno porte, sem devastar grandes áreas de florestas.

Voltemos, porém, para a notícia alvissareira que me contagiou a ponto de projetar um mundo novo, sem o risco nuclear. O Japão fechou a sua última usina nuclear, por medida de segurança, após o desastre de Fukushima.

Este é um marco histórico, pois, há quase 50 anos, o Japão utilizava esse tipo de energia, e parecia que seu progresso econômico não poderia sobreviver sem a criação de novas usinas nucleares, espalhadas em seu território.

Esta decisão do governo japonês foi motivada pela reação indignada do povo, após um tsunami haver provocado a maior ameaça à nação japonesa, o que levou milhares de cidadãos às ruas, exigindo o fim do uso da energia nuclear.

A realidade é que o governo central japonês bem que tentou adiar o quanto foi possível essa decisão, mas não conseguiu convencer a população e os administradores das províncias onde as usinas estão instaladas. A população japonesa não mais confia nas agências reguladoras que controlam a segurança dessas usinas.

Antes do acidente de Fukushima, o Japão operava 54 reatores comerciais, que respondiam por 1/3 das necessidades de energia do país. Em 2011, 17 deles foram danificados pelo terremoto ou foram fechados por medida de segurança. Outros 36 reatores foram desligados, após ser inspecionados, e não foram religados.

A discussão é que o Japão poderá ser afetado economicamente pelo desligamento das usinas nucleares, pois a indústria necessita delas ou de fontes alternativas, ainda não existentes, para operar a produção japonesa. Sem a opção nuclear, o governo japonês terá de importar combustíveis fósseis para oferecer uma alternativa imediata à indústria. E, isto está levando a indústria a pressionar os órgãos ligados à produção industrial e energia elétrica, no sentido de religar algumas das indústrias que foram retiradas de operação.

Acontece que o governo não está conseguindo convencer a população da conveniência de religar as usinas, mesmo diante das graves consequências econômicas que isto possa acarretar à nação japonesa. Os japoneses não acreditam nos padrões de segurança alegados pelos operadores das usinas e pelos órgãos fiscalizadores, e que lhes garantam que desastres semelhantes ao de Fukushima não se repetiriam.

A economia japonesa sofrerá, é o que afirmam os especialistas econômicos. Mas, a população japonesa se mantém inflexível, e, por lá, parece que a voz do povo é, realmente, a voz de Deus.

Os países de todo o mundo mudaram suas mentalidades, após o desastre de Fukushima, em março de 2011, e a Alemanha foi um desses países, com compromissos assumidos de desligar seus reatores nucleares nos próximos anos. Mas, o Japão, que sentiu na própria pele os efeitos do desastre, saiu na frente.

A Alemanha é o país no mundo que mais e melhor utiliza a energia solar. A produção desse tipo de energia na Alemanha representa 55% da produção global, o que é uma marca digna de registro, por representar mais da metade da produção de todo o mundo.

Portugal é outro país europeu que vem investindo maciçamente em energias renováveis. Segundo previsão do governo português até 2020, o país poderá atingir a meta de 60% de energias renováveis.

O programa português inclui a entrada em plena operação da maior usina de energia solar do mundo, o que também é pretensão da Espanha, na cidade de Sevilha. Esses dois países estão investindo também em energia eólia, e diversas outras formas de energia alternativa, inclusive, a que existe na costa norte de Portugal, que produz eletricidade a partir das ondas do mar.

A União Europeia assumiu diversos compromissos de redução do uso de energia nuclear, e do crescimento permanente da utilização de energias limpas, como a solar e a eólia. Estes exemplos nos chegam do Velho Continente, e contrastam com os projetos do Novo Continente, cujos países continuam a destruir florestas, poluir os oceanos e pôr em risco suas populações, com ameaçadoras usinas nucleares.

O admirável mundo novo parece estar se desenhando a partir da Europa, onde o povo é ouvido, não por ser apenas esclarecido, mas por ser educado para ter sua vontade própria e por ter a consciência de que os governantes são seus empregados, que podem ser contratados ou demitidos a cada eleição.

Enquanto isto, no país que se proclama a maior democracia do mundo, tudo anda muito obscuro, com o presidente Obama sem saber como justificar a postura de uma camada considerável da população, que não está nem aí para a pobreza de seus vizinhos, os dos bairros pobres ou dos países miseráveis.

Lá nos Estados Unidos, falar em fechar usinas ou deixar de poluir a natureza é sinônimo de traição à pátria e crime contra o patrimônio nacional. Uma vergonha! E por aqui, meus atentos leitores, como nos comportamos, diante de nossos governantes, empresários e banqueiros? Submissos às suas intenções de colocar o dinheiro acima de tudo ou indignados com a forma como estão tratando as nossas florestas, mares e ares?

As eleições municipais vêm aí, e tudo começa na cidade em que moramos. Pensar global e agir local, este tem de ser o nosso lema, desde a política ambiental até a política partidária, energética e econômica. Digamos não às usinas nucleares, à poluição dos nossos mares e à destruição das nossas florestas. Vamos aprender com os japoneses e alemães a nos fazermos ouvir pelos governantes. Afinal, estão lá porque nós os colocamos.

Estamos no limiar de um novo tempo, quando tudo que não presta será deixado para trás. O admirável mundo novo não começará nos Estados Unidos, nem na China, e, talvez, nem no Brasil ou na Europa, mas dentro de cada um de nós, não importa onde nascemos ou moramos.



segunda-feira, 30 de abril de 2012

PREPARATIVOS PARA O NOVO CICLO

Meus fiéis leitores, a aproximação do 21 de dezembro está deixando muita gente preocupada. 
A virada do ciclo solar de 25.920 anos vai acontecer no dia 21 de dezembro, e isto tem provocado muitos boatos, envolvendo a profecia maia, e um alegado fim do mundo. 
As mudanças são muitas e elas estão mexendo com o nosso equilíbrio emocional, exigindo muito equilíbrio e bom senso. 
De fato, estamos diante de um portal que nos conduzirá a novos tempos, e para tanto seria bom que estivéssemos preparando-nos para o novo ciclo que se aproxima. 
Os Mestres pedem a seus discípulos que não acreditem nas notícias alarmistas que tomam conta da internet, e que só tendem a piorar. Eles sugerem algumas posturas e fazem diversas recomendações, para que cada um assuma a sua missão nesta vida. 
Não olhes para trás., esquece o passado. Tudo que passou deve ser deixado para trás. Não insistas em repetir os velhos refrões que já não mais têm valor. Não repitas as antigas atitudes que não mais darão certo. Muda o foco do teu pensamento, fixando-o num ponto futuro. 
Por que insistir nas mesmas discussões do passado? Por que as mesmas reclamações e acusações? Por que ainda transferir as tuas responsabilidades? Faze o que te cabe fazer, e que cada um faça o mesmo.
Entende que todos têm os seus limites, e não podem ir além, não porque não querem, mas por não serem capazes. 
Do que adianta imaginar que isto ou aquilo deva ser desta ou daquela maneira, se não tens domínio sobre os fatores que poderão resultar na mudança? Aceita o que estiver fora da tua alçada, para que não te desvies da missão. 
Cada um de nós tem a sua missão, que se não vier a ser cumprida compromete o futuro da humanidade. Se ficares preocupado com o que outros fazem ou deixam de fazer, acabarás deixando tuas obrigações de lado.
O mundo vive um momento caótico, não somente por causa dos mais briguentos e violentos, mas devido o fato da maioria não estar cumprindo a sua missão. 
Cada um de nós que não faz o dever de casa compromete todo o grupo, levando a turma a correr o risco de ficar de castigo. Enquanto te preocupas com o dever alheio, esqueces do teu. E, assim, com tantos esquecidos, o resultado final está comprometido. A turma está prestes a ser reprovada a a repetir, não de ano, mas de eras, pois somos turmas cósmicas, em que os ciclos são contados em eras.
Respeita os pensamentos alheios, inclusive os mais pessimistas, mas não entres na vibração deles. Todos têm o direito de escolher o lado de sua preferência, ou dos reconstrutores ou dos predadores. 
Não sintas ódio e nem tomes atitudes violentas, mesmo contra os predadores, pois eles são apenas componentes do desafiador jogo da vida. 
Tu és filho de Deus e eles também. Tu acreditas no amor e na paz, mas eles, não. Os processos mentais desenvolvidos por esses grupos, reconstrutores e predadores, darão origem a arquétipos, cujas energias influirão nos demais, de acordo com a tendência de cada um  dos seus componentes.
O futuro da humanidade dependerá desse bom combate a ser travado entre as duas partes, inicialmente no plano das energias sutis, e só depois se manifestará no físico. 
Fica atento aos sinais, que te indicarão os novos caminhos. Outros sinais serão recebidos por outras pessoas, que serão orientadas a partir da mesma fonte. Valoriza as tuas mensagens e respeita as dos outros. Elas serão diferentes, mas farão parte de uma realidade única. 
As pessoas se unirão em grupos, uma vez que a individualidade perderá força. Os grupos se aproximarão uns dos outros por afinidades espirituais. Mas, tudo com um só objetivo, servir a humanidade e ajudá-la a acelerar seu processo de evolução. 
Esquece as ajudas externas e não esperes milagres. Tu és o milagre. Se não fizeres a tua parte, os milagres não acontecerão. Ora a teu Deus Interno e roga para que Ele te ajude.
Tudo funcionará como um jogo em que cada grupo terá de obter o maior volume de informações. Cada membro do grupo trocará entre si as revelações que chegarem às suas mentes. 
Da mesma forma, os grupos deverão interagir, trocando informações, já que cada qual ficará encarregado de uma área distinta de ação. 
A troca de informações entre os grupos será a chave do sucesso de todos eles. E a vitória final não caberá a um único grupo, mas a todos. Quanto maior a interação, melhores serão as perspectivas futuras. 
A preparação já vem sendo feita com a reunião de pessoas afins. A contagem regressiva já começou. O jogo terá início no dia 21 de dezembro, quando o mestre 11 chegará pelo caminho de origem do peregrino e entrará em ação. 
Preparai-vos, caros leitores, pois se trata de um jogo em que, ou todos ganham, ou todos perdem, e este é o nome do jogo.É claro que muitos ficarão fora do jogo, por não serem capazes de criar grupos, E, sem grupo, não se joga.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

PROGRESSO PELO EQUILÍBRIO PERFEITO



Meus queridos leitores, num dos diversos cursos que ministro via internet, surgiu um breve questionamento entre os aprendizes sobre números preferenciais. Uns alegam que gostam deste número e outros, daquele. Isto é normal, por afinidades naturais a esta ou àquela energia. O que se deve evitar é a aversão a qualquer dos números.
Condeno os apegos a certos números, pois, se agem sozinhos, eles pouco podem representar de benéfico a nossas vidas. Condeno muito mais, no entanto, quando ouço um aprendiz negar valor a um número ou confessar sua total antipatia por ele. Isto pode até mesmo sugerir um bloqueio em relação à energia do número, o que acarreta problemas de inibição e bloqueio de energias.
As presenças de quaisquer números na alma, na personalidade ou na missão, são muito fortes e exercem intensas influências no comportamento humano. Mas, não se pode desprezar o dia do nascimento, a soma da data do nascimento, reconhecida como caminho de origem, e o número poderoso, que é a soma da missão com o caminho de origem.
Em qualquer dessas posições no mapa, o número identifica fortes influências das energias que ele representa na vida de qualquer um de nós. Mas, o ideal é que esses números surjam em combinações equilibradas, que confiram harmonia à vida da pessoa. A desarmonia, quando ela surge no mapa, revela heranças kármicas de outras vidas, a serem superadas durante esta vida atual.
Se a alma for muito rígida, autoritária ou dominadora, características dos números quatro, um e seis, respectivamente, é muito saudável encontrar uma personalidade três, cinco ou nove inspirando as ações dessa pessoa. Assim, cria-se um equilíbrio favorável a ações mais harmônicas do que inflexíveis.
Se a alma for uma Alma UM, qualquer influência do número 2 é benéfica ao abrandamento do rigor com que ela tende a agir, condenando erros por mais simples que sejam. A presença do número 2 motivará a personalidade a ser mais conciliadora e pacificadora, evitando os confrontos e estimulando as uniões e comunhões.
A combinação do quatro com o cinco também é muito benéfica, por inspirar atividade e mudanças a quem poderá ter a tendência a se acomodar e não gostar de mudar de lugar e de opinião. Os nascidos em dia 5 beneficiam as atividades de almas cuja soma dá o número 4. O rigor e a dureza da alma se diluem nas ações impulsivas e dinâmicas dos talentos natos do dia 5.
Mas não pensem que o número quatro seja o vilão, pois não é. Ele serve como âncora, para segurar e estabilizar os que sofrem fortes influências dos números três e cinco. E, quando estes dois aparecem juntos, a situação poderá ficar fora de controle, se um quatro não se fizer presente em posição forte no mapa.
Meus atentos leitores, é bom que todos tenham em mente que o que acontece com esses números, também ocorre com outros, que, quando surgem em par tudo se torna mais fácil. Algumas boas combinações, dentro de certas áreas, como a espiritual, por exemplo, são as que colocam lado a lado, seis, sete e oito com o nove. Outra boa combinação, sob o aspecto artístico é juntar 2, 3, 5 e 6. A proximidade do quatro com oito estimula o materialismo e a ambição financeira, mas se o oito se aproximar do número nove, como já mencionamos, favorece as práticas espirituais humanitárias, envolvendo sucesso financeiro e progresso espiritual.
A realidade é que não existem números bons ou ruins, mas combinações boas ou más. Se um determinado número expressar todo o seu potencial de forma absoluta sem uma contraparte que amenize o seu poder, ele pode causar mais estragos do que benefícios.
Como eu afirmei para os meus aprendizes, qualquer número, se agir isoladamente, é insuportável. Os números, como tudo na vida, precisam de parceiros adequados que lhes proporcionem equilíbrio. Quatro demais pode ser algo muito chato e repetitivo, mas, se mesclado com o nove pode promover um belo trabalho comunitário. Seis demais é matriarcado ou patriarcado dominador que não acaba mais, porém, na companhia de um três, o seis se torna amoroso, romântico e sentimental.
Creiam, amigos leitores, a união não faz só a força, ela também promove equilíbrio, quando as partes que se unem se complementam, sem se conflitar ou sem exagerar na soma de suas energias. E por que digo isto? Se ocorrer a união do número um com o três pode-se chegar a um empresário artístico ou um empreendedor cultural. Mas, se um cinco se somar ao grupo, os efeitos podem ser outros, fazendo surgir um individualismo exagerado, voltado para paixões, prazeres e vícios.
Se quiseres progredir, não imagina um progresso somente financeiro, pois resultará em sérios problemas para a evolução espiritual da tua alma. Mas, se o teu ideal é um progresso somente voltado para a espiritualidade, com desprezo pelo mundo material, correrás o risco de passares por necessidades econômicas, ficando a reclamar da vida, e se achando um injustiçado.
Equilíbrio, meus leitores, muito equilíbrio, para que o progresso não seja capenga. Acostuma-te a combinar o forte com o fraco, e terás a medida perfeita, para que não fiques para trás, nem aceleres demais e atropeles os que vão à tua frente.
Nunca deixes de buscar o progresso, mas, lembra que ele deverá ser conquistado num perfeito equilíbrio. Não sejas ambicioso demais, e nem desprezes o progresso. Não o vincule a dinheiro, mas sempre ao perfeito equilíbrio entre os mundos espiritual e material.  Agindo assim, terás tudo para ser feliz e fazer os outros felizes.