sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Governo Oculto do Mundo

A crise financeira mexe com todas as nações e deixa a humanidade aflita, com medo do fim do mundo. As pessoas não conseguem se dar conta de que mais uma vez o véu de maya está apenas servindo para despertar as nossas consciências.
Os governos políticos e profanos não têm poder para provocar o fim do mundo, nem para evitá-lo. A verdadeira crise não é financeira, mas espiritual. Uma espiritualidade que transcende seitas e religiões, e que poderia ser definida como um equilíbrio perfeito entre o físico e o espiritual, o humano e o divino.
Enquanto o desequilíbrio prevalece, as crises se sucedem, e não há governo que as debele, nem pela economia, nem pela guerra, nem pela diplomacia.
O meu sábio e saudoso mestre físico costumava ensinar que o mundo é governado por um governo oculto, que legisla segundo as Leis Sagradas, sob o comando do Senhor do Mundo, Melki-Tzedeck, a quem a Bíblia denomina o Rei de Salém e Sacerdote de Deus.
Sanat Kumara é como os kumaras venusianos tratam o Senhor do Mundo, o Melquisedec dos hebreus e dos cristãos. Agartha seria a sua morada, onde cercado por seus Ministros, os Mestres Ascensionados, e seus Conselhos de Sábios, formados por seres com elevado nível de evolução, ele governaria a Terra.
Segundo a literatura esotérica, Agartha estaria localizada no interior da Terra, iluminada pela Luz sutilizada de Shamballah, o Sol Central da Terra, e nela viveriam os seres primordiais ligados à nossa evolução planetária, os Manasaputras e os Matradevas, e também os Pitris Cósmicos, seres migrados de outros mundos, quando para cá vieram os kumaras.
Na visão hiperfísica do mestre, era possível enxergar um mundo subterrâneo, no interior de uma Terra oca, que era acessado por embocaduras, espalhadas por diversas regiões do planeta, e não somente através dos polos, como contam alguns que tiveram a insólita experiência de penetrar o interior da Terra, quando navegavam em águas polares ou voavam nos céus num dos extremos do planeta.
A criatura humana adora dizer o que bem entende e ridicularizar certas crenças que fogem do convencional. Melhor seria tornar-se, como dizia Raul Seixas, uma metamorfose ambulante, do que ter opinião formada sobre tudo. A terra oca não é uma crendice de um bando de malucos esotéricos, apesar de contrariar a maioria das teorias científicas. Existem teses defendidas por mentes brilhantes que pesquisam essa hipótese e que admitem a existência de vida intraterrestre.







Dizia meu mestre que a Terra não é somente oca, mas também dividida em 3 mundos, cada qual habitado por seres com níveis de consciência e padrões vibratórios bem distintos.Numa publicação para um círculo hermético de seguidores, o mestre afirmava que existem, no mesmo espaço físico da Terra, três planos invisíveis aos nossos olhos físicos, mas que, nem por isso, podem ser considerados frutos da ilusão de mentes ingênuas ou tolas.
Badagas, a mais superficial das três, pode até se confundir, em alguns locais, com a crosta externa da Terra, e seria acessada por embocaduras ou portais, localizados em cavernas, vales e regiões submarinas, como ocorre no chamado Triângulo das Bermudas, nos Alpes e na Serra de Sintra. Esses locais seriam interseções de meridianos geo-magnéticos, que funcionam, no corpo do planeta, da mesma forma, como os m
eridianos da acupuntura, no corpo humano.
Prosseguia o mestre em suas explicações, afirmando que, através dos tempos, por ordem do Governo Oculto do Mundo, vêm sendo construídos, nesses pontos de elevado padrão vibratório, templos, pirâmides, menires e obeliscos, com a intenção de equilibrar a circulação bio-energética no globo terrestre. Assim, esse mundo chamado Badagas, às vezes se confunde com o nosso espaço físico, criando até mesmo um certo convívio energético entre seus habitantes e os humanos encarnados. Badagas seria na verdade aquele mundo, onde céu, inferno e purgatório disputam espaços na mente dos religiosos, atraindo as almas desencarnadas menos evoluídas, que por ali ficariam aguardando uma nova oportunidade para rencarnar e prosseguir seu processo de evolução.
As almas mais evoluídas, após a morte do corpo físico, seriam atraídas para o mundo de Duat, no interior da Terra, onde ganhariam um corpo mais sutil, de acordo com o padrão vibratório que vigora por lá.

Ainda segundo o meu mestre, as almas que reencarnam em Duat vivem uma vida bastante semelhante com a que se vive na face da Terra, também regida pela Lei do Karma, com os seus tradicionais conceitos de ações positivas ou negativas. Entretanto, Duat seria um mundo muito mais evoluído que o nosso e que o de Badagas, dispondo de bibliotecas, laboratórios e um magnífico arquivo com a história do homem através das idades, tudo registrado num fabuloso Cérebro de Cristal.
E, por fim, chegava-se, segundo a visão do mestre, ao mundo sagrado de Agartha, onde reina o Rei do Mundo, O Senhor da Justiça, ou, como diz a Bíblia, o Senhor de Salém. Esse mistério, na palavra do mestre, é ainda, e o será por muito tempo, indecifrável para a raça humana.
Melki-Tzedec com sua corte, vinda de Venus e de diversas regiões cósmicas distantes, governaria, desde Agartha, e ocultamente, o nosso mundo terrestre, com o único intuito de ajudar a humanidade a evoluir em direção a estágios espirituais mais elevados.
Lembrando das palavras do mestre, e diante do processo por que estamos passando, chamado de progresso científico e tecnológico, nos questionamos sobre o mito e a realidade, o místico e o racional, o sagrado e o profano.
Ainda hoje, quando o homem insiste em crer num deus material e racional, criado à sua imagem e semelhança, eu me recordo dos ensinamentos do mestre, e já não sei se ergo os olhos para os céus ou se volto o olhar para debaixo dos meus pés, para exclamar : "Perdoe-os Senhor, eles não sabem o que fazem!"

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O Papa Negro

O Papa Negro está eleito. A Igreja Moderna já tem os seus dias contados...ou não ?
Nostradamus profetizou o fim da Igreja, após a eleição de um Papa Negro. São Malaquias, um monge vidente irlandês, do século VI, foi mais além, e detalhou os perfis dos últimos Papas. E, bem ou mal, forçando um pouco, até que o santo não andou muito longe da realidade.
Com a morte de João Paulo II, estava na hora da Igreja escolher como seu sucessor um Papa negro. Todos apostavam no Cardeal Arinze, um nigeriano de 69
anos, que parecia enquadrar-se no perfil descrito por São Malaquias. Mas, a Igreja, talvez com medo do vaticínio do final dos seus tempos, que ocorreria após um Papa negro, escolheu um cardeal bem branco, um alemão que era a negação absoluta de todas as profecias.
Quem já leu a minha postagem Mistérios das Profecias, do dia 8 de março de 2008, entenderá muito bem que, tudo isso ficou para trás, no momento em que a linha
da vida do planeta Terra se alterou com a vinda dos Mestres para o nosso mundo.
A partir daquele momento, decidido em 1978, e concretizado em 1983, tudo mudou. Os antigos vaticínios não se confirmaram mais, e as visões dos grandes profetas teriam de ser melhor reinterpretadas, pois passaram a se relacionar bem mais com o mundo material, do que com o espiritual.
Os anti-Cristos se tornaram figuras menores, ligadas ao poder temporal, como Sadam, Bush e outros men
os influentes que exercem seus poderes em recantos limitados do planeta. Os fatos previstos não mais se confirmaram com a grandeza e a extensão com que surgiam nas visões dos profetas e videntes, passando também a ocorrer, de forma localizada, em determinadas regiões, jamais em dimensões planetárias.
Os homens, porém, com suas visões míopes e desfocadas da realidade, continuaram alimentando suas antigas crenças, insistindo em interpretar os fatos por uma ótica ultrapassada.
A grande maioria não se deu conta que a Igreja do presente não é mais a católica romana, e que o deus dos homens, há muito que não está mais nos céus, ou dentro de cada um, mas na Casa Branca, em Washington, e dentro dos Bancos Centrais e das Bolsa
s de Valores.
Há algum tempo, o amor, a paz e o perdão foram substituídos por fama, riqueza e poder, e apesar de não se terem dado cont
a disso, quase ninguém sabe o que é amar a Deus acima de todas as coisas.
As religiões vêm servindo de consolo para muitos falidos e fracassados, que oram insistentemente, e fazem promessas, em busca de realizarem seus a
mbiciosos sonhos de se tornarem ricos e poderosos.
Os poucos abastados financeiramente ali
mentam essas ilusões nas massas de que, se estudarem, trabalharem e contarem com a sorte, um dia, serão tão ricos quanto eles.
As Bolsas de Valores mexem
com a ganância dos mais bem resolvidos financeiramente, e se tornam os templos da fé no poder do dinheiro e do amor ao acúmulo de riquezas.
A Natureza, expressão mais
concreta da criação divina, vai sendo consumida e dizimada, numa busca desenfreada do bicho-homem por riquezas e poderes. Com isso, morrem as florestas, poluem-se as águas e faz-se da biosfera a lixeira das vaidades humanas.
A Igreja Romana já não manda mais no mundo, ainda que alguns pensem o
contrário. As demais religiões não são nem sombra do que já foram, e seus poderes diminuem a cada dia, mesmo que muitos julguem o contrário. A grande maioria não está nem aí para o Papa, para o Pastor, para o Rabino e para os seus líderes religiosos. A exceção fica por conta dos fundamentalistas e radicais, que em nome de Deus, ainda praticam o princípio do olho por olho, dente por dente.
E quem orquestra tudo isso, dando as ordens, estabelecendo regras e punindo a quem não respeita suas encíclicas ? O Papa da Igreja de Roma ? Claro que não ! Este já nem consegue mais
convencer seus seguidores a evitar o sexo fora do casamento e a não usar camisinha.
Quem dá as ordens no mundo é o atual dono das indulgências papais, aquele que condena ou perdoa os pecados do mundo, de acordo com a contribuição financeira de cada um para a sustentação do papado econômico de Washington. Esse é o Papa de verdade, o Senhor da religião moderna, a que cultua fama, riqueza e poder.

Esse Papa não mora no Vaticano, mas na Casa Branca. O deus dele é o dinheiro, e a força do seu poder se estende pelo mundo afora, através dos seus sacerdotes guerreiros, que com fuzis na mão e bombas de alto poder de convencimento, vão catequizando os povos, fazendo-os rezar pela cartilha do Grande Chefe de Washington.
O mais cruel de todos esses Papas, nos últimos tempos, acaba de
perder o poder, pela força do voto. Ele foi execrado pela nação, não pelo número de seres humanos que mandou matar, em suas incursões de guerra pelo Oriente e pelas Américas, não pela miséria que tem provocado em nações inteiras, mas porque não soube manter a riqueza ostensiva e egoísta do seu povo.
A Igreja ganhou um novo Papa, o anunciado pelos profetas, aquele que dará fim a um reinado de glória da Igreja, glória esta que, só perdurou mesmo, enquanto o verdadeiro Governo deste Mundo assim o permitiu. Enfim, foi eleito o primeiro Papa negro da Igreja. Mais alguns anos, e a decadência dessa Igreja levará à ruína todos os que depositam sua fé no dinheiro e no poder imposto pela força das armas.
A verdade pode demorar a ser percebida, mas como numerólogo, estudioso da sabedoria e da filosofia do Mestre Pitágoras, não tenho dúvidas que, dentro em breve, alguns se darão conta de que já foi eleito um Papa negro , e que não há mais porque esperar por outro.
O grande mistério está decifrado, a Igreja já elegeu o seu Papa negro.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

2012 - Um ano 5 que está dando o que falar

1914 ........... Primeira guerra mundial
1939 .......... Segunda guerra mundial
Anos 50..... Guerra da Coréia
Anos 60..... Guerra do Vietnã
Guerra Fria, Guerra no Oriente Médio, a 2000 chegarás, de 2000 não passarás.
2012... E agora?
A humanidade aflita não sabe o que fazer, e recorre aos astros, aos números e aos ET's.
O mundo vai acabar? Os ET's vão nos salvar? E as chuvas de meteoros? E os 3 dias de trevas?
Como podemos proteger-nos, qual é o melhor esconderijo?
Quais serão os sinais? A quebra das bolsas? A recessão mundial?
Ninguém quer morrer, ninguém quer o fim do mundo.
O que dizem os astros? O que revelam os números? O que acontecerá conosco em 2012?
As respostas surgem das fontes mais inusitadas, algumas traz
em o ranço científico da lógica materialista, outras, mais ousadas, buscam explicações nos conceitos quânticos, e de todos os lados surgem os especuladores do misticismo vulgar, verdadeiros cavaleiros do apocalipse.
Esses profetas apocalípticos, invocando as mais tresloucadas teses, surgem como aleluias nas primaveras, vindos do nada e esvoaçando sem rumo de um
lado para outro, até perderem as asas, o que acontece num curto espaço de tempo.
Os técnicos justificam as crises, e logo oferecem saídas que se transformam em verdadeiras armadilhas, quando postas em prática. Os economistas fazem o seu jogo, colocando suas fichas nesse e naquele número, dando sequência às apostas que haviam começado nas Bolsas de Valores. Os mais poderosos ameaçam os mais fracos com dias de trevas e amarguras. Os mais insolentes prometem vinganças, caso não haja ajuda para os emergentes. Os empresários arrancam os cabelos ou se suicidam, com medo da falência. Os crentes também promovem suicídios coletivos, mas por outros motivos, em rituais de purificação e salvação. Os ufólogos olham para o céu, aguardando as naves de resgate. Todos querem pular fora, ninguém se arrisca a ficar nessa canoa furada.
Mudar de atitudes, tomar novos rumos, rever conceitos, ninguém , ou quase ninguém. Fechar os cassinos, e se dedicar mais ao trabalho, nem pensar! Arregaçar as
mangas e pôr a mão na massa, isso já era! Afinal, estamos na era da informática, quando quem pensa é o computador e quem trabalha é a máquina!
Os falsos doutores da lei aparecem com seus títulos lustrosos de universidades famosas ou nem tanto, mas com uma pompa de causar inveja aos menos ilustrados. As suas teses só não são as mais ridículas porque os economistas e políticos não se deixam abater.
Os videntes, quase todos sofrendo de um incurável egocentrismo, profetizam eventos com datas marcadas, como se fôssem os mensageiros do amanhã, legítimos po
rtadores dos editais do Governo Oculto do Mundo.
Como dizia o meu mestre físico, que desta já partiu para uma outra melhor, são todos cegos conduzindo outros cegos, em direção ao abismo. Ao lado de uma crise econômico-financeira mundial, o que temos, de fato, é uma crise de valores, origem de todas as demais crises e causa central de todas essas loucuras que vêm sendo praticadas pela criatura humana. A crise, no Brasil e no mundo, é ética e moral, na qual todos estamos mergulhados até a cabeça, e da qual não saíremos individualmente. Ou mudamos em ações conjuntas, ou muitos fracassarão.
As Leis, os Projetos Emergenciais e novas Constituições de nada valem, são meras retóricas de uma elite presunçosa que julga
resolver os problemas do mundo numa folha de papel cheia de assinaturas e carimbos.
Papéis, só papéis, físicos e virtuais, só eles estão sustentando a estabilidade de nossas vidas. Os papéis são a pretensa segurança do capital, e definitivamente, e há muito tempo, substituíram a força do trabalho, como meio de obtenção dos recursos vitais para a sobrevivência da humanidade.
As ações das empresas despencam na Bolsa porque são ocas, não têm nenhum valor concreto, não expressando, na prática, o direito de posse dos bens que supostamente asseguram aos acionistas.

Na época da Grande Depressão de 1929, aconteceu a mesma coisa, os ricos ficavam mais ricos vendendo ações podres aos gananciosos, que sonhavam tornar-se tão ricos quanto os proprietários das fábricas. Hoje, como naquele tempo, um pedaço de papel passa a valer mais ou menos, conforme os boatos se espalham pelo mercado. A descoberta de uma nova reserva de petróleo, que anunciam como de imenso valor, faz as ações das empresas petrolíferas dispararem, não importando como está a saúde financeira da empresa no momento atual. É tudo mera especulação e ganância, sem nenhuma sustentação através do trabalho e do retorno do capital investido em forma de lucros, em função de eficiente administração.

As empresas poluem a biosfera, mas tudo se justifica em nome do progresso e dos lucros, que vão gerar riquezas para os poderosos e emprego para a população. Vale tudo, em nome da cruel competição por um lugar de destaque na sociedade, ainda que às custas da miséria e do sofrimento alheio. Dinheiro, poder e conquistas materiais tomam conta da atenção de todos, até que catástrofes de grandes proporções ponham em risco vidas e acabem com as esperanças de muitos. Assim tem sido através do tempo, com dilúvios cíclicos que destroem certas áreas do planeta, e passam a fazer parte do histórico espiritual de um povo e do seu imaginário psicoemocional.
O medo agora não é mais com uma chuva de 40 dias e 40 noites, nem mesmo com o fogo que purificaria a Terra, mas com uma mudança de consciência que poderá desintegrar aqueles que não se prepararam para esse momento de evolução. Uns
iriam para um planeta mais denso, menos desenvolvido, onde estariam convivendo com pessoas num estágio semelhante ao do seu progresso espiritual.Outros seriam dizimados, por não terem salvação. Outros ficariam na Terra, restaurada e preparada para proporcionar a tão sonhada paz, que todos, ou quase todos, se julgam em condições de usufruir.
Mudanças de atitudes, com mais trabalho e menos especulação, poucos se dispõem a pensar no assunto. A salvação, segundo a maioria dos que estão preocupados com essas
transformações, virá externamente, dos Santos, dos Anjos, dos ET's ou de Jesus.
O sistema financeiro não será mais o mesmo, muitos perderão muito, e todos perderão alguma coisa, uns mais e outros menos. Mas, nenhum mundo vai-se acabar por isto. A solução virá do tabalho, como aconteceu após a crise de 1929, quando a Ford deu demonstração de recuperação, estimulando o trabalho e unindo-o intimamente aos ganhos de capital. Seus operários se tornaram seus maiores clientes, produzindo veículos que seriam vendidos a eles mesmos. Capital e trabalho se uniram, sem que um tentasse se sobrepor ao outro. Esse será certamente o caminho a ser seguido depois desse quebra-quebra de instituições financeiras e de empresas que maqueiam suas estabilidades com papéis muito "coloridos", mas sem nenhuma segurança para os investidores.
A Terra mudará de eixo, o que já vem ocorrrendo há algum tempo, à custa de repercussões físicas, sujeitas a chuvas e trovoa
das, mas nada que ponha em risco a sobrevivência do planeta.

Os números somente são preocupantes, quanto ao futuro dos habitantes da Terra, pois quem não se readaptar ao trabalho como forma de vida, não terá como escapar da decadência financeira.
Os crentes que transferem responsabilidades para os santos ou salvadores também terão dificuldades para manter suas crenças e o seu equilíbrio emocional.
Os eternos omissos que esperam ajuda externa, para fazer uma retira
da estratégica, terão mais uma grande decepção, como tantas outras, em outros espaços e tempos.
O caos somente
poderá ser superado por uma conjugação do que os grandes místicos e avatares ensinavam como "união dos corações e diálogo das consciências". A salvação de grande parte da humanidade dependerá dessa ação alquímica de seres que tendo encarnado na Terra, vindos de outros planetas, têm trabalhado para despertar o nível de consciência da criatura humana.
As ciências divinatórias, as filosofias místicas e as doutrinas avatáricas vêm através dos tempos trabalhando nesse sentido, mas é preciso que cada um faça a sua parte e cumpra com o seu dever.
De nada adiantará olhar para o céu à espera de naves de resgate. Elas não virão.
De nada adiantará rezar terços e faze
r promessas, os santos não farão milagres.
De nada ad
iantará esperar os já exaustos e esbranquiçados 3 dias de trevas, porque eles já clarearam.
A salvação, ou a solução, está dentro de cada um de nós. Não há salvação, em forma de socorro externo, com médicos espirituais que salvem as nossas almas. Elas terão de se salvar por si mesmas.
Mudanças, os números fal
am de mudanças. E nesse particular, nenhum outro é tão enfático quanto o número 5. Mas, que ninguém se esqueça que não se trata de mudar os outros, mas cada qual mudar a si mesmo.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Uma reflexão filosófica sobre Numerologia e Espiritualidade


A Numerologia , como ciência da psique humana, é essencialmente filosófica e espiritual.

Pitágoras reuniu e codificou os conhecimentos creditados a Hermes, o Trimegisto, dando origem a uma filosofia matemática que identifica nos números a ordem criadora do Universo e do comportamento humano.

As análises e conclusões pitagóricas não se fazem à revelia dos princípios científicos, mas confirmando-os e comprovando-os empiricamente.

Pitágoras foi um filósofo, cientista e matemático que criou leis de geometria que permanecem em vigor até os dias de hoje.

A ciência de Pitágoras se diferencia da maioria das demais ciências , por se utilizar da leitura dos números sob seus aspectos qualitativos, para explicar a alma humana e o Universo.

A filosofia de Pitágoras também confirma e comprova muitos dos conceitos éticos, morais e espirituais difundidos por doutrinas ensinadas por outros grandes Mestres, como Confúcio, Sidarta, Lao-Tzé, Platão, Jesus e Saint Germain.

A base de todas essas doutrinas é o amor ao próximo e a priorização dos interesses coletivos sobre os individuais.

A física moderna, a partir da teoria quântica, tem promovido e comprovado cientificamente esse conceito de coletividade, como a única forma de se atingir a verdade.

Os princípios defendidos pelos cientistas quânticos negam a existência de verdades absolutas, isoladas do contexto geral. Eles afirmam que tudo só ocorre de determinada forma, em função de uma rede integrada de fatos inter-relacionados e mutuamente consistentes.

Afirmam os físicos quânticos que, se uma energia estranha interferir e desequilibrar a relação dessa rede integrada, novas verdades assumem o lugar das antigas fórmulas, que só eram verdadeiras sob a influência dos valores até então predominantes.

O histórico das religiões através dos tempos conta-nos que diversos povos cultuavam essas crenças de bem estar coletivo como forma de agradar a Deus.

Um desses povos, os kahunas, naturais do Havaí, acreditavam que a única possibilidade de se cometer pecados seria fazendo o mal a um semelhante, uma vez que, afirmavam eles, ninguém teria em si o poder de atingir ou ofender a Deus.

As religiões modernas podem divergir sobre a noção do pecado, mas todas são unânimes em considerar o amor ao próximo e a união em torno de ideais comuns, como o caminho do progresso espiritual.

Pitágoras, muito antes dos inspiradores dessas religiões, já ensinava a seus discípulos, em sua Ordem Iniciática de Crotona, na Grécia, os mesmos princípios do amor universal e incondicional, como a opção perfeita dentro do processo de evolução espiritual.

Essa filosofia pitagórica é analisada em toda a sua profundidade no livro “Vida Perfeita”, escrito pelo Dr. Paul Carton, em 1918, no qual o autor reflete sobre os ensinamentos do Mestre, a partir do poema “Versos de Ouro”, atribuído a Lísis de Tarento, um discípulo de Pitágoras.

Em seu livro, o estudiosos da obra do Mestre afirma :

“O que torna a vida de hoje tão difícil e tão dolorosa é a repugnância pelas coisas simples, o afastamento da vida rústica e o desprezo pelos trabalhos naturais. Assim, quando a verdade se apresenta, recusamo-nos a admiti-la, porque se contrasta com a complicação dos hábitos adotados e porque a julgamos simples demais e muito ao alcance de todos”.

Esta observação foi feita pelo autor em relação à sociedade do seu tempo, as duas primeiras décadas do século passado.

E o que dizer da afirmação atribuída a Pitágoras, por seu discípulo Lísis, quando assim se refere ao comportamento humano ?

“...não suspeitando a funesta incompreensão que está dentro deles e os acompanha por toda parte, não sabem distinguir o que é justo daquilo que é preciso evitar inteiramente”.

A análise a esta observação, dada no livro de 1918, se baseia numa analogia feita pelo Dr. Paul Carton com a sociedade da sua época.

Mais adiante, ele assim se expressa , sobre a exclamação de Pitágoras : “Como são raros aqueles que conhecem a maneira de se livrar dos seus tormentos !”. Diz o estudioso : "Quão raros são os que compreendem que a origem dos seus males reside unicamente na insubmissão às leis sobrenaturais e que o único meio de restabelecer o próprio equilíbrio é investigar que falta cometeram e regressarem à normalidade".


Existem passagens da obra do Dr. Paul Carton em que ele denomina de tesouros ocultos, a clarividência dos sábios, que se satisfazem com coisas simples, naturais e limitadas , com a única finalidade de aprender cada vez mais e de se aperfeiçoar sem cessar.

Segundo o autor, essas seriam as únicas práticas que nos proporcionariam as verdadeiras riquezas, que ninguém nos pode arrebatar.

A ignorância, e só a ignorância, pode levar a grande maioria a lutar por bens fictícios e ambições doentias, por se julgar que neles se encontram vantagens ou benefícios.

Vivendo dessa forma, a humanidade torna-se joguete dos acontecimentos e vítima de suas imprudências. Levada por falsas crenças, que iludem os sentidos e adoecem a carne, a criatura humana padece os males por ela mesma criados, enquanto atribui a causas externas e fictícias a razão de suas doenças e fracassos.

À medida que a nossa mente consegue ir-se libertando das influências externas e mergulha nas profundezas do espírito, tem início um processo de transformação pessoal, que nos faz perceber que a solução de todos os nossos males depende, única e exclusivamente, de cada um de nós.

Este é o verdadeiro segredo da fartura, da abundância e da prosperidade, que nos faz ricos, sadios e felizes.

A responsabilidade integral pelos nossos atos e a consciência plena dos poderes que estão em nossas mãos são os fatores determinantes de uma vida sadia, próspera e feliz.

Muitos que se dizem cristãos, não praticam o ensinamento do Mestre Jesus, o Cristo, que afirmava que “Deus não está aqui ou ali, mas dentro de cada um de nós”.

Se é assim, nós podemos alcançar tudo que quisermos, e nada nos será impossível.

Mas, o Mestre ressaltava que havia um poder superior que controlava o nosso acesso a tudo que viéssemos a desejar, e ensinava que “com o mesmo juízo com que julgardes, sereis julgados, com o mesmo rigor com que condenardes, sereis condenados”.

Pitágoras, há cerca de 600 anos atrás, já ensinava esses preceitos a seus discípulos, usando outras palavras e utilizando de uma filosofia matemática para comprovar essas afirmações.

A história do povo kahuna parece vincular esses mesmos conceitos a uma passagem dos seus ancestrais pela antiga Atlântida, quando teriam adquirido conhecimentos que os faziam expressar, numa prática simples e de poucas palavras, a responsabilidade pessoal com tudo que viesse a lhes acontecer.

Essas práticas kahunas são conhecidas como ho’oponopono, que quer dizer “corrigir um erro” ou “tornar certo”.

Tomando para si as responsabilidades por todas as mudanças que precisam ocorrer para que se considerem felizes, os kahunas entendem que as causas dos seus problemas não estão nos outros, mas neles próprios. Logo, cada qual tem de tomar a iniciativa de assumir as suas mudanças, sem ficar transferindo para os outros culpas ou responsabilidades.

O mais curioso, intrigante, e até místico, é que esses conceitos se encontram presentes nos fundamentos de todas as religiões, apesar de serem praticados por muito poucos dos seus seguidores.

O budismo afirma que “se um homem colhe tristeza, desengano, dor, ele próprio e não outro é quem semeou em alguma época, os erros, o pecado e, se não nesta vida, em algum nascimento anterior”. Assim se expressa o teosofista A.P.Sinnett, em seu livro O Budismo Esotérico. E diz mais o autor “seja o que for que um homem colha, ele deve tê-lo semeado”. E conclui o escritor que este é o verdadeiro sentido do dogma budista que “nenhum poder exterior é capaz de destruir o fruto das ações do homem, que devem produzir pleno efeito, seja no sentido do prazer, seja no da dor”.

O livro exalta a simplicidade da doutrina budista que, semelhante às leis da Natureza, se ramifica de forma infinita, numa interminável progressão cíclica de causas e efeitos.

O livro sagrado do taoísmo “Tao Te Ching, o Livro que revela Deus”, do sábio chinês Lao Tzé, repete os mesmos conceitos que estão presentes em todas as crenças religiosas e filosóficas.

Em seu poema 49, diz Lao Tzé :

“O sábio não tem coração estreito/Inclui no seu coração os corações dos outros/ Ele é bom com os bons/E bom também com os não bons/ Porque sua íntima atitude/ Só lhe permite ser bom.

Ele é honesto com os honestos/ E honesto também com os desonestos/ Porque seu íntimo só lhe permite / Ser honesto com todos”.

E o poema afirma no seu final : “Ele vê seus filhos em todos”.

O poema 79 do livro taoísta contém a pergunta :

“Que adianta extinguir grandes ódios/ Quando ficam ressentimentos ? Como remediar isto ? Cumpre teu dever e esquece teus direitos”.

O poema 81 fala das riquezas de um sábio :

“...Quem trilha o caminho da perfeição/ Não acumula tesouros / Riqueza é para o sábio/ O que ele faz pelos outros. Quanto mais ele dá aos outros/ Tanto mais rico se torna...”

Em todas as religiões,se faz presente a regra áurea que, de formas diversas, afirma que “só se deve fazer aos outros o que gostaríamos que fizessem a nós”.

A triste realidade parece ser que a humanidade ainda não conseguiu ser na prática o que pregam suas teorias. Poucos, muito poucos mesmo, fogem da regra geral do “faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço”.

Crenças e convicções são facilmente abandonadas, quando interesses econômicos falam mais alto. Os honestos tornam-se mais ou menos honestos, os bondosos se fazem mais ou menos bons e, dessa forma, se tornam cada vez mais ausentes, os atos de gentileza, boa educação e respeito ao próximo.

Preocupados com seus interesses pessoais, as pessoas caminham em contradição ao que pregam suas religiões. Cada qual, para justificar seus erros, põe a culpa nos outros.

As culpas são, então, distribuídas pelos governantes, políticos, corruptos e, num grau mais intimista e doméstico, aos nossos pais, filhos, esposas e maridos.

Essa inocência coletiva está custando muito caro à humanidade em geral e à Natureza em particular.

Destruímos tudo em nome do direito ao progresso e da liberdade do direito de ir e vir. Não se respeita a Natureza, como não se respeita o próximo.

Será que ainda se pode acreditar que estamos no caminho certo ? Ou será que já é hora de rever nossos conceitos ?


segunda-feira, 8 de setembro de 2008

As esquisitices de quem nasce num dia 7

Esta é uma paisagem que cativa e penetra na alma dos que cultivam os talentos do nº 7.
A neblina induz ao mistério e a floresta convida para uma incursão ao desconhecido.
Introspectivo e silencioso, ele é o caminhante peregrino, que segue sozinho, lentamente, sem se dar c
onta de onde veio e para onde vai.
A beleza para ele não está na forma com que se defronta, mas com a essência que se mantém fora da sua visão física, e nem por isso distante do campo visual da sua alma.
Ele julga a todos por um padrão rígido e muito elevado, do qual poucos escapam ilesos, condenados pelos mais simples e ingênuos deslizes. E, quase sempre, é ele mesmo o primeiro a sofrer co
m esse rigor, não se perdoando por suas falhas e desvios, que não são desculpáveis, segundo suas auto-críticas.Calada e pensativa, a moça que nasce num dia 7 fica meditando e projetando seus pensamentos no céu, imaginando o que existe além do horizonte.
Ela e todos que comemoram o aniversário nesse dia precisam encontrar respostas para seus questionamentos e não aceitam verdades sem antes pesquisarem todas as possibilidades. Essas criaturas introspectivas e pensadoras vivem em busca das imagens perfeitas que se desenham em suas mentes, as quais insistem em definir e materializar.
Elas parecem tristes e desligadas do mundo ao seu redor, mas enganam-se aqueles que pensam que essas pessoas não ligam para nada e só se preocupam com assuntos esquisitos, coisas que ninguém entende bem para que servem e que importância têm.

Os nascidos num dia 7 possuem talentos extraordinários no campo mental e espiritual, e são capazes de pô-los em prática de uma forma tão estranha que serão considerados por muitos como visionários, loucos ou feiticeiros. E, talvez, até sejam mesmo um pouco de cada, quando se mostram distantes e alheios a tudo que o mundo moderno tanto valoriza. Bem aventurados loucos, que valorizam o que os outros desprezam, e fazem pouco caso das riquezas perseguidas e ambicionadas pelos lúcidos gananciosos.
Nascer num dia 7 é dispor de poderes psíquicos e mediúnicos, é advinhar as coisas que estão por vir, é perseguir a solução perfeita para todas as causas imperfeitas, é negar o óbvio e crer no insólito, no inexplicável e no improvável.

Com o olhar fixo num mundo que ninguém vê, ele consulta a sua bola de cristal, que é a projeção na matéria da sua mente que tudo vê e que para tudo tem resposta e explicação.
Essas pessoas não aceitam os erros, nem os remendos, para elas tudo deve ser correto e perfeito, nem mais, nem menos. Elas acreditam em coisas que não podem ser comprovadas fisicamente, e que para muitos são loucuras e esquisitices. Mas, quem foi que disse que esses talentosos setenários se preocupam com o que os outros pensam ou deixam de pensar.
Eles se põem a caminho da verdade, como peregrinos crédulos e visionários, à procura das suas origens e dos seus destinos sagrados.
O convívio com esses talentosos e poderosos magos não é uma tarefa simples, já que eles não enxergam o mundo com a ótica predominante, pois têm sempre uma versão profunda e instigante para cada fato, por mais simples e corriqueiro.
Eles não são, em sua maioria, religiosos e devotos, mas possuem uma forte crença no poder espiritual de suas mentes, que utilizam para realizar curas e materializ
ar desejos.
O casamento não é uma aptidão dos que chegaram ao mundo num dia 7, mas, muitos deles, se dão muito bem em suas vidas de casado, quando encontram parceiros que entendem e respeitam os seus momentos de contemplação e solidão. Nesses momentos, o que eles mais precisam é de silêncio e compreensão, enquanto mergulham dentro de si mesmos e se deleitam com o prazer de comungar com o seu aspecto divino, que com eles conversa e ouv
e suas confissões.
A natureza é uma eterna e amorosa amante desses que são influenciados pelo nº 7, e recebe como retribuição dos seus encantos, uma adoração absoluta e uma incontida e irrefreável defesa e proteção. Eles são reconhecidos por sua condição de ambientalistas e confirmam essa lenda agindo em defesa das florestas, rios e espécies animais, sendo capazes de ir a extremos para impedir a derrubada de uma árvore ou a caça a um animal silv
estre.
Estranhos, muito estranhos, esses filhos do dia 7. Pensam mais do que falam, e agem fora dos padrões, como se não fossem deste mundo. Entendê-los é um desafio, satisfazê-los, quase impossível, admirá-los, uma questão de bom senso.
Intelectuais, místicos, proféticos, perfeccionistas, solitários, sábios e espiritualizados, eles não nasceram para serem compreendidos e rotulados. O mundo deles está muito distante de tudo que rola à nossa volta, pois vivem ensimesmados, vendo o que ninguém vê, ouvindo vozes dentro da mente e falando um idioma estranho, muito estranho mesmo.

Ame-os ou deixe-os, mas nunca tente mudá-los, pois eles sabem muito bem o que querem.



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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Nove no primeiro ciclo

Quando é o 9 que governa o 1º ciclo de nossa vida, então é bom estar preparado para divórcios e separações, não importa com quem ou contra quem.

Aliás nem importa mesmo se haverá ou não o amor. Aquela fantasia dos "felizes para sempre" não costuma dar certo para quem começa a vida sob o signo do 9. O amor para essas pessoas é a confirmação perfeita da frase do poeta Vinícius de Morais "o amor é eterno enquanto dura".





Quem se enquadra nesse perfil, não deve ficar sonhando com relacionamentos muito duradouros, e deve aprender a viver o momento presente, extraindo o máximo prazer de cada uma de suas paixões.

Esses amantes exigentes e, muitas vezes, pouco fiéis, buscam a sua alma-gêmea com tamanha determinação que, quase sempre, se esquecem que o casamento é uma relação a dois, em que cada um tem de fazer a sua parte.

Eles sonham com a mulher perfeita ou com o belo princípe encantado, que farão de suas vidas um paraíso eterno.
Muitas dessas mulheres sonhadoras eram, em suas vida passadas, sacerdotisas ou vestais do templo, e por isso não possuem a menor afinidade para lidar com a vida a dois, pois sempre viveram solitárias, isoladas do mundo, cultuadas pelos homens por seus dons proféticos, mas nunca amadas por seus talentos amorosos.


Os homens, em situação idêntica, trazem experiências templárias, como monges que viveram trancados em monastérios ou conventos, orando e meditando, capazes de amar a humanidade inteira, mas tendo enorme dificuldade para satisfazer os ideais da mulher amada.
Homens ou mulheres, não importa o se
xo, se nasceram num ciclo 9, serão muito adultos e responsáveis, por suas origens místicas ou religiosas, quando se voltaram para servir ao próximo e orar pelo bem estar de todos.

Elas, autênticas fadas e sacerdotisas do templo, eles, magos e monges solitários, trazem o amor no coração, mas não sabem como interagir com os parceiros a
morosos, exigindo muito de cada um, e tendo pouco a lhes oferecer.
As experiências iniciais num ciclo 9 revelam ao mundo criaturas muito idealistas, prontas a se dedicarem a uma causa justa e capazes de se esquecerem de si mesmas quando se envolvem na defesa dos direitos alheios.
Altruístas e humanitárias, essas pessoas que nasceram num dia cuja soma com o mês dá 9, têm um grande poder de amar, mas não se sentem à vontade para compartilhar suas vidas com os parceiros escolhidos a dedo, que parecem à primeira vista perfeitos, mas q
ue logo começam a revelar defeitos, que com o tempo se tornam insuportáveis.
Então uma nova separação, uma outra frustração, decepção, desencanto e desapontamentos.
Mas, para elas, o amor é a essência das suas buscas de felicidade, por isso a perda é logo aceita e superada, dando lugar a novas expectativas amorosas, a uma nova perseg
uição ao sonho do amor eterno.
Essas pessoas terão de aprender, ao longo da vida, a serem menos rigorosas com seus parceiros e a compreenderem seus erros, antes de, quem sabem, encontrarem aqu
ela alma que, se não é gêmea, bem que se parece com ela, ou quase...

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Alma 14/5 - Uma Alma Cigana

As almas que trazem consigo o karma 14 são as chamadas almas ciganas, e não conseguem esconder a sua atração pelos ritos ciganos, simbolizados por festas em volta de fogueiras e por uma necessidade muito grande de liberdade.
As almas ciganas sentem enorme atração por aventuras e paixõe
s, ainda que quase sempre estejam vivendo experiências que inibem essas expansões típicas dos ciganos.
Algumas delas trazem no rosto, nas orelhas ou em torno do pescoço, os sinais físicos de suas origens. Elas não conseguem esconder a atração que sentem pela
s roupas coloridas, pelos brincos, colares e pulseiras, que estão sempre adornando as suas figuras sedutoras e cativantes.
Os ciganos são povos conhecedores dos mistérios sagrados e depositários de verdades ocultas, que tiveram de ficar protegidas do conhecimento profano, durante muitos séculos.
Alegres, festivas e sedutoras, as almas 14/5 adquiriram seus karmas, em suas vidas passadas, por seus hábitos impulsivos de perseguir os prazeres e as p
aixões, deixando para trás parentes e amores sofrendo com a dor do abandono.
Os karmas do nº 14 estão relacionados a rompimentos e abandon
os, quando se despreza os sentimentos alheios e se busca realizar apenas os próprios desejos.
Essas almas ciganas precisam de liberdade e independência para viverem suas vidas, mas estão quase sempre reprimidas e bloqueadas, por diversos fatores internos e ex
ternos, que as impedem de prosseguir nesta encarnação as suas tendências nômades.
Como qualquer outra alma 5, as almas ciganas adoram movimento e se sentem atraídas pelo mundo lá fora, apesar de já terem esgotado sua quota de atos aventureiro
s e serem obrigadas a focar seus interesses em práticas mais acomodadas e responsáveis.
Essas almas 14/5 são encontradas muitas vezes cumprindo missões 4 ou 6, que exigem comportamentos diametralmente opostos às suas tendências ciganas.
As dificuldades para essas almas cumprirem suas missões costumam ser muito grandes, já que elas relutam em assumir responsabilidades no trabalho e no lar, sonhando com uma vida livre e descompromissada.

O destino não costuma dar tréguas a essas almas ciganas, e cobra delas, a todo momento, aquietação, sossego e responsabilidade.
As almas ciganas detêm dons mediúnicos, que nem sempre se manifestam explicitamente, e possuem uma forte carga de sensualidade, que raramente conseguem esconder. Por isto, não é uma tarefa fácil para quem possui uma alma 14/5 resistir às tentações
do mundo, quando seu coração ouve o chamado dos violinos convidando-a para uma fuga amorosa ou uma louca paixão.
A missão dessas almas fugidias e escapistas costuma exigir delas que se acomodem num canto e aprendam a viver do trabalho e com a família, para que possam dar prosseguimento aos seus processos de evolução espiritual.

Durante suas vidas, essas almas experimentam muitos conflitos emocionais e têm seus ideais continuamente adiados, ocasionando-lhes desapontamentos e perdas.
Outra não é a intenção do destino senão oferecer a essas almas românticas e festivas uma visão mais séria da vida e um uso mais coerente de seus infinitos poderes espirituais.
Quando chegam no seu último ciclo de vida, essas almas cansadas de tanto tentar o que o destino lhes vedou conseguir, se dão conta do quanto foi útil aprender as n
ovas lições e não haver repetido as mesmas atitudes de outras vidas.
A família ao seu lado, os filhos amorosos e os méritos reconhecidos por seus trabalhos bem feitos dão-lhe a certeza de que valeu a pena controlar os impulsos e se desapegar das ambições materiais, enquanto se dedicaram a empregar melhor seus ímpetos
amorosos e seus sonhos de aventura.
Se deslizes essas almas cometerem, hão de ser desculpadas, pois os desafios serão imensos. Se, num determinado momento de suas vidas, se sentirem atraídas pelo desejo de trair, por impulsos de fuga ou de separações, que sejam relevadas as suas falhas, em nome da dureza das mudanças a serem enfrentadas nesta vida.

Dentro do coração dessas almas, sempre existirá muito amor para dar e um enorme poder espiritual para prever acontecimentos e ler o destino que está nas mãos dos outros. Da vida delas, porém, muito pouco elas conseguirão enxergar, e muito menos serão capazes de fazer para fugir do que o destino lhes houver reservado para a evolução da alma.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Globo Dourado

O Globo Dourado tem sua existência no plano espiritual, mediante a projeção de uma imagem mental, que se dissocia de tudo que possa se relacionar com o plano físico.
Descrevê-lo ou materializá-lo é uma tarefa impossível, e o que de melhor se pode fazer é sugerir uma imagem que instigue a mente a criar a sagrada forma do Globo Dourado.
A palavra forma não é a mais adequada para expressar a imagem mental a ser criada, mas pode ajudar-nos a entender melhor onde se pretende chegar.
Mentalizar o Globo Dourado e se envolver em sua "matéria" dourada é um ritual de proteção que todos precisam aprender, para fortalecerem suas defesas e não ficarem expostos às ameaças do mundo hostil que põe em risco o futuro de todos nós.
Antes dos Novos Tempos, era o Globo Azul que oferecia essa proteção sob o eco da palavra PAZ, zelando por todos os seres de boa vontade, que trabalhavam com amor a favor da paz.
Agora, com a Nova Era, a proteção passou a ser dada pelo Globo Dourado com a sublime vibração da palavra LUZ, despertando a sabedoria mística daqueles que viviam adormecidos e iludidos pelo véu de maya.
A Numerologia da Alma analisa e decodifica as energias de poder de cada um de nós, transformando cada número numa característica pessoal a ser desenvolvida e conquistada.
O Globo Dourado deve ser mentalizado como uma capa de proteção, enquanto pomos em prática nossas vocações e aprimoramos os nossos talentos.
Os poderes de cada um devem ser vistos como forças efetivas para a realização de nossas ações pessoais direcionadas para a missão. Mas, não devem ser considerados autosuficientes, diante das tentações e tribulações que estão à espreita, a cada passo de nossa jornada.
Envolver-se no Globo Dourado é uma questão de bom senso, que evitará inúmeras ameaças e ataques hiperfísicos.
O Globo Dourado é a sublime projeção do Senhor da Luz, que envolve seus Filhos e os toma nos braços, quando suas defesas pessoais e humanas são insuficientes para pô-los a salvo das incursões das egrégoras negativas que, a cada dia, se condensam mais e mais sobre nossas cabeças.
A Raça Dourada ou Solar haverá de transformar a humanidade terrestre no Graal resgatado e celebrado, como na parábola do filho pródigo. Os perdidos serão encontrados, os ignorantes se tornarão sábios, os violentos conhecerão a mansidão e os destruídores se porão a reconstruir a Obra que eles não foram capazes de cuidar e conservar.
O fundo do poço está próximo. Quando a Luz se aproxima é que a negra escuridão se faz mais caótica. A Luz está próxima, e muitos estão ficando cegos com a sua luminosidade dourada.
O Globo Dourado é o sinal da proteção para os Filhos da Luz, que podem envolver-se nele sem o risco da cegueira.
A Numerologia da Alma desperta a visão interior daqueles Filhos da Luz que ainda insistem em suas ingênuas sonolências, ensinando-os a trabalhar seus números de poder.
Enquanto esperam por tempos melhores, os Filhos da Luz têm de cultivar seus poderes inatos que trouxeram de suas outras vidas e trabalhar pela Obra que estamos ajudando a criar.
Esperando, confiando e trabalhando, todos têm de se proteger, plasmando na mente a energia dourada e se deixando envolver por ela.
Os Filhos da Luz refletirão assim em suas auras douradas a expressão mais sagrada da proteção divina, que estarão recebendo através do Globo Dourado.
Deixem-se envolver pelo Globo Dourado e se sintam acolhidos e protegidos pela Divina Criação, Pai, Mãe e Filho, Todos em Um...
Um dia, a luz dourada estará iluminando toda a Terra, e todas as aflições e amarguras dos dias de hoje terão ficado para trás, e somente serão lembradas como meras histórias "dos tempos dos nossos avós".



sexta-feira, 30 de maio de 2008

A Alma do Mundo


Se o planeta Terra é o corpo físico do nosso mundo, nós somos a Alma do Mundo.
A humanidade, porém, não possui a plena consciência do seu papel nesse mundo.
As pessoas se apegam a uma visão egocêntrica, por se julgarem livres de qualquer vínculo com seus semelhantes. Esta separatividade, apesar de aparente, não passa de uma ilusão egóica e pretensiosa. Somos todos partes da Alma do Mundo.
Os efeitos de quaisquer ações praticadas por uma criatura repercutirão em todas as demais, ainda que não exista nenhuma ligação física entre elas.
Uma guerra distante, uma catástrofe num outro continente, o desespero de alguém diante de uma tragédia são sentidos por todos nós que somos partes da Alma do Mundo.
Os acontecimentos que atingem maior quantidade de pessoas repercutem mais intensamente, mas nem por isto os pequenos incidentes deixam de afetar a todos nós.
Se alguém está sofrendo na África, eu sofro no Brasil, ainda que não tenha consciência da origem do meu sofrimento. Se a violência das guerras deixa órfãos pelo meio da estrada, nós sentimos a dor da perda, e nos tornamos órfãos também, mesmo que ao nosso lado estejam os nossos pais. A fome, a sede, a miséria, a tortura e outras manifestações de violência contra a criatura humana são sentidas por todos nós que fazemos parte da Alma do Mundo.
Os tsunamis, os terremotos, as enchentes, os acidentes e os atentados terroristas não ferem e matam apenas nos locais onde se dão as ocorrências, mas eles penetram em nossas casas, em nossas vidas e em nossas almas.
Eu não posso viver completamente feliz, quando sei dos sofrimentos por que estão passando tantas pessoas, em diversas regiões do planeta.
Se é verdade que o que os olhos não vêem o coração não sente, a alma, porém, não é cega e nem insensível, diante das injusticas que estão sendo cometidas contra a Alma do Mundo.
A Alma do Mundo está sofrendo a dor das guerras, das violências urbanas, das catástrofes e tragédias ambientais. O mundo está envolvido em lutas e lutos, e a cada morte por um ato de violência corre uma lágrima invisível no rosto de cada um de nós.
A humanidade, no entanto, atônita, apavorada e omissa, assiste à desgraça alheia com uma complacência amoral, e cada um se consola por não estar diretamente envolvido naqueles acontecimentos, que envolvem dores, medos e perdas.
A quase totalidade das pessoas desconhece que tudo está interligado, se um sofre, todos sofrem, e não adianta disfarçar os sentimentos, pois cada alma padece das mesmas dores que assolam a Alma do Mundo.
A felicidade de uma única pessoa será sempre relativa e incompleta, porque agregadas a ela estarão a tristeza e a insatisfação da Alma do Mundo, com todas as injustiças que estão sendo cometidas contra a criatura humana.
Se a alegria absoluta é inatingível, que tenhamos, pelo menos, o consolo de estar contribuindo para amenizar as dores daqueles que sofrem com a miséria e a violência. Fazer a nossa parte, dar a nossa contribuição, eis o que se pode esperar de cada um para reverter o processo de destruição que ameaça cada vez mais o futuro da humanidade.
Quando se propõe algo neste sentido, a maioria logo se insurge contra a idéia, alegando que mal tem para si, quanto mais para doar aos outros. As pessoas não sabem que não existe esse "si" isolado dos outros "sis", se cada um só pensar em si mesmo, o caos continuará avançando e irá tomando conta de tudo. E um dia todos perceberão que a única saída está na busca de uma consciência coletiva, que precisa começar por atitudes isoladas de cada um.
Na numerologia, o número 9 reúne as qualidades humanitárias que promovem os desapegos e as ações altruísticas, em ações que se ocupam mais com os outros do que consigo mesmo. Em razão disto, o número 9 é considerado um sinal de azar, desprezível e dispensável, digno de rejeição por parte dos numerólogos, que devem conhecer a técnica dos números mas desconhecem a essência espiritual que rege a evolução da humanidade.
Entre os kahunas, nativos do Havaí, encontra-se uma filosofia, que se confunde com ciência e religião, que prega a responsabilidade pessoal de cada um com o todo. Dizem os sábios kahunas que, de alguma forma, cada um de nós tem responsabilidade por tudo que está acontecendo no mundo, e que transferir para os outros as soluções pode ser cômodo, mas não resolve nada.
A ciência kahuna prega que o universo físico é uma realização dos nossos pensamentos, e que se os pensamentos são doentios, a realidade criada é doente. Se, pelo contrário, os pensamentos são amorosos e caridosos, criam-se realidades físicas transbordantes de amor.
Tudo, porém, depende de nós, somente de cada um de nós.
Eu sou responsável por criar um universo físico perfeito, a partir dos meus pensamentos perfeitos. O lá fora não existe, tudo só existe dentro das nossas mentes, que refletem o mundo físico que se conhece.
Diante da realidade que se materializa aos nossos olhos, pode-se perceber o que a humanidade tem pensado, o quanto de violências e egoísmos está sendo alimentado dentro de nossas mentes.
Se eu quero mudar o mundo, tenho de começar mudando a minha maneira de pensar. Se eu quero ser ouvido, preciso aprender a ouvir. Se eu reclamo do desrespeito e da violência, não tenho outra saída senão me tornar cordial e amoroso.
Esses sábios nativos kahunas recomendam que comecemos assumindo as nossas próprias responsabilidades, deixando os outros em paz e parando de reclamar contra tudo e contra todos.
De acordo com a visão kahuna, se praticarmos 4 afirmações muito simples, já estaremos dando os passos certos, para mudar o mundo, a partir de transformações dentro de nós mesmos. Essas afirmações, surpreendentemente simples, não são nada semelhantes a certas palavras mágicas, daquelas que só os iniciados podem ter acesso.
Sinto muito - Te amo - Me perdoe - Sou grato.
Essas afirmações podem ser precedidas por uma espécie de confissão de culpa, que é dirigida não a uma determinada pessoa, mas a si mesmo, ao seu Eu Superior.
Concluo esta apresentação, deixando-os com esta magnífica obra de poder e magia, capaz de mudar radicalmente as vidas dos que souberem adotá-la.
Experimentem praticá-las, e observem os resultados.
"Divino Criador, pai, mãe, filho em um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofenderam, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, liberar, cortar todas as lembranças, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz...
E assim está feito.